Capítulo 2

Sentando no pau pra ver como é

A boca dele chegou na buceta já molhada. Começou lambendo de leve, só a ponta da língua subindo e descendo na fenda, sentindo o gosto. Depois abriu mais e chupou o clitóris com vontade, puxando ele entre os lábios. Eu soltei um gemido baixo na hora. Ele enfiou dois dedos devagar, bem curvos, e começou a mexer enquanto chupava. Os dedos entravam e saíam molhados, o polegar às vezes esfregando por fora, apertando de leve. Eu rebolava contra a boca dele, abrindo mais as pernas, gemendo sem conseguir ficar quieta. As coxas já tremiam.

Ele acelerou. A língua mais rápida no clitóris, os dedos mais fundo, fazendo aquele movimento de vai e vem que me deixava louca. Eu apertava o travesseiro com força, o corpo inteiro endurecendo. Ele não parava. Chupava mais forte, os dedos entrando até o fundo, molhados, o barulho molhado enchia o quarto com um som bem pornográfico.

Aí veio. Uma onda quente subiu de dentro, forte, me tomando inteira. Eu gozei na boca dele, o corpo tremendo sem controle, a buceta pulsando nos dedos, molhando tudo. Eu gemia alto, as pernas se fechando sozinhas em volta da cabeça dele, o prazer batendo fundo e se espalhando pelas coxas até eu não conseguir mais pensar. Caí de lado, feliz da vida, rindo e tentando respirar. Olhei pra ele. O menino tava com a boca brilhando, a testa suada e aquela carinha de satisfação por ter cumprido o dever.

— Pega a mochila pra mim? — falei depois de voltar a respirar.

Ele pegou a mochila caída no chão ao lado da porta. Eu tirei o tubinho de lubrificante, mostrei pra ele como quem mostra um prêmio e falei:

— Bora?

— Quer ficar de quatro? — ele devolveu.

— Não. Eu tenho uma ideia. Deita aqui de novo.

Enquanto ele se deitava, eu apertei o tubo e deixei o lubrificante gelado escorrer nos dedos. Peguei o pau dele e comecei a bater uma punheta bem molhada, subindo e descendo devagar no começo, sentindo ele endurecer de novo na minha mão. Passava o polegar na cabeça, espalhava o gel por todo o comprimento, apertava um pouco mais na subida, deixando ele bem escorregadio e brilhando.

Depois levei os dedos lubrificados pro meu cuzinho. Passei o gel em volta, esfregando devagar a entrada, depois enfiei a ponta de um dedo e fui espalhando por dentro, abrindo um pouco, deixando tudo molhado e preparado.

— Eu quero tentar fazer sentando pra ver como é.

Eu subi em cima dele de novo, peguei o pau já lubrificado, encostei na entrada do cu e fui sentando pra encaixar. Estava apertado pra caralho. Empurrei devagar, sentindo a cabeça forçar, abrindo caminho. Queimava um pouco, mas eu já curtia aquela sensação. Respirei fundo pra descer mais um pouco, milímetro por milímetro.

A cara do Lipe era de puro tesão. Olhos semicerrados, boca entreaberta, gemendo baixo cada vez que eu descia. Demorou. Eu ia e parava, deixava ele entrar mais um centímetro, apertava a buceta sem querer, com força, e continuava. O pau grosso abrindo caminho, me enchendo de um jeito diferente. Devagar. Até que enfim ele entrou inteiro.

Fiquei parada um segundo, sentindo ele latejar lá dentro. Depois comecei a rebolar. Esfregava o clitóris na barriga dele enquanto dava o cu, subindo e descendo curto, sentindo o pau entrar e sair molhado de lubrificante. Ele apertava minha bunda com as duas mãos, abrindo e fechando, e com um dedo começou a roçar o grelo no mesmo ritmo que eu rebolava.

Aí ficou bom pra caralho. Eu cavalgava mais forte, o cu agarrando ele a cada descida, o clitóris sendo esfregado sem parar. Ele gemia mais alto, apertava mais a minha bunda. Eu acelerava, o corpo inteiro tensionando de novo. A onda veio forte, diferente. Gozei de novo, gemendo alto, o cu pulsando em volta do pau dele, o clitóris latejando sob o dedo, as pernas tremendo enquanto eu continuava rebolando em cima dele até aquela onda de prazer toda passar.

— Caralho, Lipe, isso é gostoso demais.

Eu ri, ainda sentada em cima dele, sentindo tudo escorrer. A entrada da pepeca ardia um pouco, o cu latejava gostoso, e eu estava completamente derretida. Pela primeira vez em muito tempo, não tinha nenhum peso na cabeça. Só tesão e aquela sensação boa de ter feito o que eu queria.

Eu desmoronei deitada do lado dele, ainda com a respiração pesada. Mas tinha uma coisa ali que não estava resolvida: eu queria saber que história era aquela que eu vi mais cedo no portão da escola.

Comecei devagar, com a voz ainda fraca.

— Lipe… do que vocês tavam rindo hoje na saída?

Ele franziu a testa, como quem tenta lembrar. Virei o rosto pra ler a expressão dele e não tirei nada dali.

— Hã? Sei lá… não lembro.

— Lá no portão. Vocês tavam rindo. Eu vi.

— Ah… sei lá. Besteira. Nem lembro.

Não tirei os olhos dele. Ele desviou primeiro.

— Tavam falando de mim, né?

Ele me olhou indignado, já na defensiva.

— Que isso. Nada a ver. Eu nem sabia que você tava ali.

Mentira ou não, deixei quieto. Não tinha como saber mesmo.

Colei mais o corpo no dele e passei o indicador devagar pelo peito suado.

— Então vamos combinar uma coisa.

O dedo desceu um pouco e parou.

— Você não conta pra ninguém. Pra ninguém mesmo. E eu… deixo você me comer. Sempre que quiser. Inclusive o cuzinho.

Levantei o olhar.

— Fechado?

Ele quase pulou da cama. Sentou de uma vez, com os olhos azuis esbugalhados e um sorriso que tomou a cara inteira.

— Sempre? Tipo… eu ligo e você vem?

— É. — O dedo subiu do peito até o nariz dele e parou ali. — Mas se abrir a boca e eu ficar sabendo, acabou. Sem segunda chance. Entendeu bem?

Ele ficou uns segundos só me olhando, ainda com aquele sorrisinho besta.

— Entendi.

Gostou? Me segue no Instagram — posto bastidores, trechos novos e conversas que não cabem aqui.

Seguir no Instagram

Você também vai gostar de ler...

Ler capítulo
Quem manda aqui sou eu
Capítulo
22 de maio de 2015
6 min de leitura

Acordei moída, a buceta latejando. Só queria sentir, sem conversa. Surpreendi o Lipe no quarto só de calcinha e sentei no pau dele: eu quem mando.

Ler capítulo
A prima sentando na pica dos dois
Capítulo
26 de maio de 2015
6 min de leitura

Assisti minha prima Carol ser penetrada pelos irmãos Gabriel e Adriano ao mesmo tempo. Fiquei louca vendo os dois gozarem dentro e ela gozar duas vezes — o desejo me consumiu.

Ler capítulo
Rasgada pelos dois
Capítulo
24 de maio de 2015
8 min de leitura

Rebolei com os dois paus me fodendo ao mesmo tempo enquanto o Diego assistia tudo pela câmera. A dor virou um prazer que me rasgava, mas gozei feito louca.

Topo