A maior putinha da escola
Fui comida pelo Lipe e pelo Arthur. Eles me xingaram de puta, a maior vadia da escola, e eu pedi mais gozando nos dois. O medo de ser descoberta na escola paira no ar.
Primeiro era só um desabafo rabiscado em papel, depois virou páginas molhadas de desejo, e agora virou isso aqui: meu diário sem censura, onde conto tudo o que vivo, o que sinto e o que faço quando o tesão fala mais alto.
— AS SÉRIES
Cada série é uma fase. Começam em momentos diferentes da vida, mudam de tom, terminam (ou não). Você pode começar pela que te chamar — não precisam ser lidas em ordem.

Histórias reais da minha vida sexual, contadas em formato de diário e organizadas por idade – desde as primeiras descobertas.

Mais que um prorgama, uma memória. No Namoradinha de Aluguel, narro os bastidores de dates inesquecíveis e a conexão real vivida em cada atendimento. Vem ler.

Eu vou compartilhar com você meus desejos e loucuras mais insanas e bater um papo sobre fetiches e fansias de um jeito aberto e gostoso

Meus pensamentos mais íntimos, desejos sujos, reflexões e momentos em que me abro completamente com você.
Uma princesinha que de dia sorri com cara de santa e à noite vira uma puta insaciável, louca pra ser usada, vista e devorada. Não guardo segredos. Aqui eu conto tudo: os desejos mais sujos, as fodas que me deixaram tremendo, os gemidos que não consegui segurar e as confissões que molham quem lê.
Fui comida pelo Lipe e pelo Arthur. Eles me xingaram de puta, a maior vadia da escola, e eu pedi mais gozando nos dois. O medo de ser descoberta na escola paira no ar.
A vontade de dar pros dois irmãos me consumia. Já tinha chupado um e agora a boca enchia d’água pelos dois, sem saber até onde ia.
Arthur aproveitou minha hesitação e me puxou pra lateral da casa. Me beijou com força contra a parede, o Lipe a metros dali. Eu não sabia até onde aquele beijo ia me levar.
Cheguei na casa do Lipe, depois da aula de ballet, de collant e sainha de tule. Os dois me comiam com os olhos e o desejo proibido de ser desejada assim me consumia.
Montei a suruba só pra ferir o Diego. Ele cronometrou cada metida e sorriu no final: o tesão dele é me ver sendo fodida por outros caras.
Eu chupei os garotos no deck da piscina, derramando o sorvete derretido no pau de cada um e chupando sem parar. O desejo proibido me consumiu enquanto eles gemiam.
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