Virei pro Lucas sem nem respirar direito. Ele já tava com o short no chão, o pau duro apontando pra mim, bem grosso, veias saltadas. Peguei na mão e senti a diferença na hora: pele mais áspera na base, diâmetro que mal cabia na palma, calor queimando meus dedos. Apertei devagar, subindo e descendo, o polegar roçando bem na parte de baixo onde ele ficava louco. Pulsava mais forte a cada passada.
Abri a boca e deixei a grossura entrar, os lábios esticando pra acomodar. Chupei com vontade, língua rodando em círculos largos, descendo o máximo que dava, sentindo ele bater no fundo da garganta. Subia apertando forte, descia soltando devagar, a boca quente e molhada engolindo cada centímetro. Lucas gemia mais grave, um ronco saindo do peito, as coxas tremendo contra meus ombros.
O gozo dele veio abundante, quente, jorrando forte — gosto mais amargo, mais intenso, se misturando ao do Edu ainda na minha língua. Engoli tudo, o corpo inteiro vibrando de tesão.
Levantei o rosto, lábios inchados, vermelhos e brilhando, o sabor dos dois grudado na boca.
Sorri pro Diego.
Ele tava ali sentado na cadeira, olhos avelãs cravados em mim, sem piscar. O pau duro marcando forte na calça. Saber que ele acompanhou cada lambida, cada chupada, cada gole que engoli dos outros… isso me incendiava inteira. Meu corpo tremia, coração disparado, uma onda lenta e quente pulsando forte entre as pernas, me deixando zonza de tanto tesão.
Diego se levantou devagar, num gesto quase teatral, batendo palmas lentas, como se estivesse encerrando um espetáculo que ele mesmo dirigiu.
— Chega, acabou o show.
Olhou para os outros dois com um meio sorriso satisfeito.
— Todo vaza. Só o Leandro fica.
Não era convite. Era ordem.
Esperou os outros dois saírem antes de continuar. O quarto ficou em silêncio. Ele me encarou por um segundo a mais do que o necessário, e então falou baixo, firme, na direção do Leandro:
— Você tem uma hora, cara. Faz o que quiser com ela.
Fez uma pausa curta, e prosseguiu:
— Vou sair. Aproveita aí.
Diego fechou a porta com um clique seco que pareceu ecoar no meu peito. Fiquei sozinha com o Leandro e um vazio enorme se instalou na barriga. Eu queria que ele ficasse ali, pelo menos me vendo, assistindo tudo como sempre fazia.
Eu tinha me tornado uma vagaba de marca maior, nem tinha feito quinze anos e já tinha dado pra mais de trinta caras. Agora o Leandro ia ser mais um na conta.
Leandro ficou ali parado na minha frente, apertando o pau por cima do short com uma expressão louca de desejo no rosto, os olhos verdes intensos fixos em mim. Ele era alto, devia ter mais de um metro e oitenta, com um porte que chamava atenção sem esforço: cabelos loiro-escuros sempre bem cortados, ombros largos, peito definido e braços fortes moldados por horas na academia.
Eu dei um passo à frente, o coração batendo forte, e beijei ele rápido, sentindo o gosto do refrigerante em sua boca. Minha mão desceu ao mesmo tempo, pegando a rola por cima do short, o volume quente e duro pulsava, eu sentia na minha mão como se estivesse viva. Apertei de leve, subindo e descendo devagar, o tecido escorregava com o movimento. Eu entreguei um sorriso safado, mordendo os lábios de leve e continuei sem parar.
Baixei o short, deixando o elástico roçar a pele quente das coxas. O pau saltou livre, grosso, cheio de veias, a cabecinha já úmida. Peguei firme na base, sentindo o calor irradiar pros dedos, a pele esticada pulsando forte. Olhei para ele fazendo uma expressão feliz e surpresa de "nossa!" e levei à boca devagar sem tirar os olhos dele. Os lábios roçaram a ponta, a língua circulando lenta ao redor da cabecinha, provando o salgado quente.
Eu caprichava na carinha de safada, olhos semicerrados, sorrisinho torto, mordendo o lábio só para provocar. Chupei a cabecinha devagar, sugando leve, depois engoli mais fundo, sentindo o peso encher a boca inteira, roçando no céu da boca e na língua por baixo. Ele gemeu rouco colocando as mãos na minha cabeça e me guiando de forma leve.
— Caralho, prima… que boca gostosa é essa… — soltou com a cabeça inclinada para trás completamente perdido e tremendo.
Tirei por um segundo só pra provocar: lambi da base até a ponta, traçando a veia com a língua plana, depois engoli tudo de uma vez, fundo, até a cabecinha bater no fundo da garganta. Relaxei, respirei pelo nariz e contraí a garganta de leve ao redor dele, massageando.
Sorri com o pau ainda na boca, olhos fixos nos dele, safada pra caralho. Então, acelerei: sucções fortes na cabecinha, descidas profundas, mão na base girando enquanto subia. O som molhado enchia o quarto, misturado aos gemidos dele cada vez mais altos. Eu me sentia a rainha do boquete, no controle total. Engoli tudo de novo, fundo, lambendo por baixo, sentindo ele pulsar mais forte, as veias inchando na língua. Ele apertou meu cabelo, corpo tremendo, gemendo meu nome rouco.
Quando ele saiu da minha boca devagar, o gosto dele ficou grudado na língua. Mas antes que eu pudesse me mexer, Leandro me agarrou firme pelos quadris — mãos grandes e quentes cravando em mim com uma força que quase doeu de tão possessiva. Me jogou de barriga pra baixo na cama de uma vez, o colchão afundando sob meu peso, o lençol roçando áspero na barriga sensível, nos seios inchados, nos mamilos ainda duros. Fiquei ali, exposta, as pernas ligeiramente abertas, o ar fresco batendo na pele úmida das costas e entre as coxas.
Continua...