No primeiro jogo, Edu contra o Lucas terminaram empatados em 3 a 3, detalhe pro Lucas que arrancou o empate bem no finalzinho — os dois xingando o jogo, mas desviando olhares pros meus peitinhos arrepiados, errando lances bobos por causa da distração.
Diego apertava mais minha cintura, me obrigando a continuar o movimento, o pau dele pulsando contra mim a cada rebolada. Eu estava zonza, dividida entre a vergonha que queimava as bochechas e o tesão que tomava conta de tudo, quente e insistente, me deixando molhada de um jeito que eu sentia escorrer devagar para a calcinha. Era errado, era loucura, mas meu corpo não queria parar.
Foi a vez do Lucas enfrentar o Leandro, e o Leandro massacrou, metendo 5 a 2. O Lucas jogou o controle na cama puto, resmungando que eu tava distraindo ele. Ele não parava de olhar para os meus peitos também, os olhos famintos devorando cada movimento que eu fazia com os seios para provocar. Eu ria demais com aquilo, sentindo o poder daquela distração. Os coitados errando lances por minha causa, um tesão misturado com a raiva nos rostos deles.
Aí veio o jogo decisivo: Leandro contra o Edu. Leandro escolheu o Manchester United só pra eu torcer pra ele — ele sabia que era meu time favorito, o safado. Edu pegou o Barcelona de Messi, concentrado como se a vida dependesse daquele jogo.
Ali, quem ganhasse ia me comer, e isso deixava os dois numa tensão absurda. Eles mal piscavam, olhos grudados na tela, dedos firmes no controle, enquanto eu ainda estava no colo do Diego, rebolando devagar contra ele, sentindo o pau dele pulsar quente contra minha bunda a cada movimento.
A partida foi acirrada, gol pra cá, gol pra lá, os dois xingando o jogo, o controle, um ao outro, cada lance perdido virando motivo de reclamação. No fim, Leandro levou por 4 a 2. Edu, o perdedor, ficou puto — jogou o controle na cama, começou a reclamar alto que o jogo tava roubado, que Leandro só tinha sorte, que ele tinha finalizado muito mais, mas o goleiro do Barça pegava absolutamente tudo.
Diego, querendo zoar com ele, soltou:
— Tu perdeu o prêmio principal, mas quem sabe não role um prêmio de consolação?
Ele olhou pra mim, os olhos avelãs brilhando de malícia, e todos ficaram mudos esperando a minha resposta. O silêncio caiu pesado no quarto, só se ouvia a respiração acelerada dos meninos e o som distante da TV ainda ligada no menu do jogo.
— E aí, Rafa? Será que rola prêmio de consolação? Os dois não merecem pelo menos um boquetinho? Ou vai deixar os coitados só na mão?
Eu olhei pros dois perdedores — Edu e Lucas, sentados ali na cama, com caras de cachorro pidão, o volume nos shorts já denunciando o quanto estavam excitados.
— Sei lá, Diego... não era o combinado — falei de um jeito que deixou os dois mais ansiosos.
— Pô, prima... eu mereço sim. Eu joguei pra caralho, só perdi no finalzinho. Um boquetinho só, Rafa… por favor — disse o Edu, praticamente implorando.
Levantei do colo do Diego e fui até eles, balançando os quadris de propósito. Os peitos ainda de fora balançavam livres, os mamilos duros chamando atenção. Parei na frente do Edu primeiro, me abaixei devagar, ficando de joelhos no chão frio do quarto, o rosto bem na altura da virilha dele.
— Tá bom, Edu... então mostra aí. Deixa eu ver se tá duro o suficiente pra merecer.
Ele nem piscou, baixou o short num movimento rápido, o pau saltando pra fora, grosso e reto, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Era bem maior do que eu imaginava. Minha boca se encheu de saliva na hora.
Nessa época eu já era tão safadinha. Já amava chupar, e ver aqueles dois meninos pidões de pau duro por mim na cama, me deixou mega excitada, meu coração já batia forte, uma onda quente subindo pelo peito. Eu já sentia o gosto de cada um em minha boca e imaginava como seria o gemido de cada um, o gosto, o cheiro...
Me ajoelhei devagar entre as pernas do Edu. O chão gelado do quarto arrepiava minha pele enquanto o calor subia pelas coxas. Segurei o pau dele, sentindo como aquilo pulsava com vida própria contra a minha palma. Era lindo: grande, grosso, cheio de veias marcadas. Apertei com vontade, os dedos deslizando suaves da base até a cabeça brilhante e molhada. O cheiro… puta merda, o cheiro me queimou por dentro e me deixou com ainda mais tesão. Eu poderia sentar nele por horas, queria sentir aquilo dentro de mim, me enchendo, me rasgando toda. Na real, me deu uma vontade louca de transar com todos ali, mas lembrei do combinado: só podia dar pro campeão. Então continuei só no boquete, frustrada pra caralho, mas obediente.
Encostei os lábios na ponta, macios e quentes, sentindo a textura da cabecinha. Rodei a língua devagar, lambendo aquele pré-gozo salgado e forte que invadia minha boca de um jeito viscoso e quente. Engoli mais fundo, deixando o pau me encher a boca inteira — roçando no céu da boca, pesando na língua, esticando as bochechas. Comecei devagar, só saboreando… depois com mais fome, os lábios apertando firme enquanto subia e descia, a língua pressionando por baixo, sentindo cada veia pulsar contra ela. Ele tremia na minha boca.
Edu gemia rouco, baixo, os dedos cravando no lençol como se fosse se rasgar. O som dele vibrava direto no meu peito, me deixando encharcada, uma pulsação insistente entre as pernas que eu tentava controlar apertando as coxas.
Os espasmos dele anunciaram tudo. O pau latejou forte na minha boca, jorrando quente e grosso, jato atrás de jato, enchendo até transbordar pelos cantos dos lábios e lambuzar meu queixo inteiro. Tirei devagar, deixando a cabeça melada roçar minha língua. Abri a boca bem devagar, mostrando pra ele a porra branca acumulada na boca, os olhos fixos nos dele com um sorrisinho de vadia orgulhosa. Fechei os lábios devagar, engoli tudo num gole longo, a garganta subindo e descendo bem visível, sem tirar os olhos dele nem por um segundo. Passei a língua nos lábios lambuzados, limpando o que sobrou, e soltei um suspiro satisfeito enquanto o encarava — orgulhosa pra caralho de ter sugado cada gota, de ter deixado aquele pau vazio, mole e tremendo na minha boca.
Continua...