Ele se ajoelhou atrás de mim sem dizer nada, os polegares abrindo minhas coxas com pressão lenta e decidida, me expondo completamente. O hálito quente chegou primeiro, roçando a pele hipersensível, me fazendo prender o ar e arquear as costas involuntariamente. Depois a boca desceu de uma vez, quente, úmida, faminta. A língua invadiu sem aviso, lambendo devagar no começo — passadas longas e molhadas que coletavam tudo que escorria —, depois acelerou, circulando o clitóris com pressão exata, a ponta áspera traçando círculos rápidos que enviavam choques elétricos subindo pela coluna.
— Isso, safada... abre esse bucetinha pra mim! — Disse enquanto me devorava com a boca quente.
O contraste era enlouquecedor: o calor molhado da boca dele contra o ar fresco do quarto, arrepiando cada poro das costas, das pernas, da nuca. Afundei o rosto no travesseiro, o cheiro de tecido limpo misturado ao meu suor e ao tesão forte subindo no ar. Ele sugava com força, os lábios envolvendo tudo, criando um vácuo quente que fazia o clitóris pulsar como um segundo coração. Alternava lambidas longas e profundas com sucções curtas e agressivas, a língua pressionando firme, ritmada, sem dar trégua.
Meu corpo tremia inteiro e eu só conseguia gemer — as coxas sacudindo ao redor da cabeça dele, quadris subindo sozinhos pedindo mais, mãos agarrando o lençol com força que os nós dos dedos ficaram brancos. O tesão subia rápido, concentrado, quente, pulsando forte até virar insuportável. Gozei pra caralho, o corpo convulsionando contra o colchão, a buceta se contraindo em espasmos profundos e ritmados, jorrando um calor molhado que escorria pelas coxas e pingava no lençol. Ondas brutais explodiram da xota pro peito, roubando o ar, fazendo a visão piscar branca por uns segundos. Gritei abafado no travesseiro, rouca, tipo um animal, as pernas chutando o ar descontroladas enquanto tremia nas contrações finais, zonza, ofegante, o corpo mole e latejando.
Ele nem esperou eu recuperar o fôlego. Me puxou pelos cabelos de um jeito até meio bruto, cravando os dedos no couro cabeludo como se fosse meu dono, o que me fez arfar alto. Grudou a boca no meu ouvido e começou a me xingar, me deixando ainda mais louca e encharcada, a buceta latejando forte só de ouvir aquela voz rouca despejando barbaridades:
— Porra, você é uma putinha mesmo, hein prima?
— Vira, sua cadela. Agora eu vou te foder de verdade. Quero meter bem fundo enquanto olho pra essa sua cara de vadia… vou te encher toda até você implorar — rosnou ele, a voz rouca e o hálito quente no meu pescoço fazendo minha buceta latejar e pulsar como louca, o corpo inteiro tremendo de expectativa.
Então me virou de barriga pra cima com a mesma força bruta, mãos nos ombros me arrastando pro centro da cama. Subiu por cima, o corpo pesado e suado colando no meu, o peito largo roçando nos meus seios a cada respiração acelerada.
Posicionou o pau na entrada — grosso, quente, latejando forte contra minha buceta molhada —, e meteu de uma vez. Senti a piroca dele me abrindo toda, esticando as paredes internas com uma pressão deliciosa, me preenchendo inteira, centímetro por centímetro. Ele começou me fodendo devagar, fazendo entrar tudo, olhando nos meus olhos com aquela cara de safado, louco pra me possuir.
— Mete caralho, mete em mim, mete... Mais forte, vai..... METEEEE!!!! — gemi rouca, implorando, as unhas cravando fundo nos ombros dele, arranhando a pele enquanto sentia o suor pingar do peito dele na minha barriga.
— Isso, prima safada... implora pra eu te foder forte — grunhiu ele, voz rouca e possessiva, acelerando o ritmo enquanto cravava os olhos nos meus, o sorriso sacana misturado com tesão.
Ele acelerou o ritmo, estocadas brutas agora, o som molhado dos corpos se chocando ecoando alto no quarto, misturado aos nossos gemidos e ao ranger da cama.
De repente ele saiu de dentro, a mão apertando forte a base do pau, os músculos do braço tensionados. Gozou com força: jatos quentes e grossos caíram primeiro na minha barriga, quentes e pesados, depois subiram pro peito, espirrando nos seios, escorrendo devagar pelos mamilos ainda duros. O último jato acertou minha cara — gotas mornas batendo nas bochechas, no queixo, escorrendo pelo pescoço. O cheiro forte de porra fresca subiu no ar, misturando com nosso suor e o tesão que ainda pairava.
Eu ri baixo, satisfeita, passando a língua nos lábios pra provar um pouco, limpando o rosto com as costas da mão enquanto sentia o líquido quente escorrendo pelo pescoço e grudando nos seios.
Eu me virei de barriga pra cima, espalhando a porra dele pela minha pele com a ponta dos dedos, traçando desenhos preguiçosos nos seios enquanto encarava o teto. O coração ainda batia descompassado.
“Porra… eu sou mesmo uma vadia”, pensei, sem um pingo de arrependimento. Só tesão mesmo.
Os dedos continuaram deslizando, lambuzados, entre os seios.
“Eu sou o melhor prêmio que esse cara vai ter na vida. E ele sabe disso.”