Diego me encarou, aquela cara arrogante que eu conheço tão bem, o sorrisinho de canto que me dá vontade de bater e ao mesmo tempo de cair de joelhos.
— Eles vão te comer do mesmo jeito… de graça ou pagando.
O desdém na voz dele, como se aquilo fosse detalhe bobo, como se eu estivesse fazendo drama por nada, me acertou em cheio. O ódio subiu misturado com uma raiva que fazia meu corpo tremer.
— Tá bom, você não quer a grana? Fica pra mim.
Ele começou a guardar o dinheiro no bolso, devagar, me provocando. Agora sim ele tinha conseguido. Me deixar puta, contrariada, já era uma merda, mas me fazer de trouxa ainda por cima? Não.
— Ah, caralho, se a grana é minha eu quero. Me dá aqui.
Estendi a mão rápido, peguei o maço da mão dele com força, os dedos tremendo de raiva e de outra coisa que eu não queria admitir. Mil reais amassados, suados, cheirando a cigarro e cerveja. Olhei praquilo, depois pra ele, depois pros meninos que ainda estavam quietos, esperando.
Senti o peso do dinheiro, o peso do que aquilo significava, e mesmo assim minha buceta pulsou forte, traiçoeira, como se o tesão não se importasse com a humilhação. Eu estava puta da vida, mas molhada pra caralho.
Diego nem ligou pro meu humor azedo, continuou como se nada tivesse acontecido, voz calma e cheia de sacanagem:
— E aí como vai ser? Todo mundo junto, estilo gang bang? Ela curte… — ele soltou um sorriso torto, aquele olhar malicioso que me deu vontade de estapear ele — ou cada um de uma vez no quarto por vinte minutinhos?
Os meninos escolheram rápido: cada um teria seu momento comigo, vinte minutos cada, Diego marcaria o tempo no relógio para cada um. O problema veio na hora: quem ia primeiro? Eles quase brigaram ali mesmo, todo mundo ansioso, todos de pau duro marcando na calça, falando um por cima do outro, ninguém querendo esperar. Eu confesso que amei aquilo, eu amava me sentir desejada daquele jeito, como se eu fosse o prêmio que todo mundo queria rasgar primeiro. Na hora quase deixei escapar um “Ué, vem todo mundo logo!”. Foi difícil segurar o sorriso safado que subiu no canto da boca, o orgulho de saber que eles estavam loucos por mim.
Como eu não podia falar isso — afinal, o Diego tinha me vendido — resolvi o impasse do meu jeito, com a voz saindo mais rouca do que eu esperava:
— Bora gente! Por ordem alfabética. — eu me sentia uma quenga de puteiro de beira de estrada, e, puta que pariu, eu tava gostando — Você primeiro, Anderson!
Falei apontando pro Anderson, o mais quieto da roda, mas que tinha o pau mais grosso que eu já tinha sentido roçando em mim mais cedo. Ele arregalou os olhos, riu nervoso, e o Theo resmungou, mas ninguém reclamou de verdade. Diego só deu uma risadinha baixa, satisfeito, olhou pro relógio e abriu o cronômetro.
O apartamento virou um puteiro de verdade. Cheiro de cerveja, maconha grudada nas roupas, suor de macho excitado tomando conta de tudo. Eu, a única puta em serviço, entrei no quarto primeiro, tirei o vestido devagar, deixando ele cair no chão como se fosse nada. Fiquei completamente nua, a pele arrepiada pelo ar fresco que entrava pela janela entreaberta, os mamilos duros latejando, a buceta melada brilhando entre as coxas. Sentei na beirada da cama, pernas abertas de leve, esperando.
Anderson entrou logo atrás, fechou a porta com o pé sem nem olhar pra trás. Cada homem tem um jeito diferente quando a porta fecha, e naquele dia eu me dei conta disso de verdade. O Anderson veio direto pra cima de mim, todo garanhão, pegou meu rosto com as duas mãos e me beijou forte, língua invadindo minha boca sem pedir licença, gosto de cerveja e cigarro misturado com o tesão dele. Ele gemia baixo na minha garganta enquanto me empurrava de costas na cama, o corpo pesado em cima do meu, o pau já duro roçando na minha coxa.
Depois ele se levantou, abriu a calça rápido, puxou o pau pra fora — grosso, vermelho, pulsando — e segurou minha nuca com uma mão.
— Chupa, vai.
Eu me ajoelhei na cama mesmo, abri a boca e engoli ele devagar no começo, sentindo a cabeça grossa abrir meus lábios, o gosto salgado invadindo minha língua. Ele empurrou mais fundo, segurando meu cabelo, fodendo minha boca com movimentos firmes, sem dó. Eu chupei com vontade, língua rodando na cabeça, sugando forte, saliva escorrendo pelos cantos da boca, pingando no queixo e nos peitos. Ele gemia rouco, apertava mais minha nuca, metia até bater no fundo da garganta, me fazendo engasgar um pouco, os olhos lacrimejando de leve. Mas eu não parei. Continuei chupando, babando, sentindo ele pulsar na minha boca, o pau inchando mais ainda enquanto ele respirava pesado, pronto pra gozar ou pra me foder de uma vez.
Depois de me comer, murros fortes na porta anunciaram o próximo. Diego gritava do lado de fora, voz grossa e impaciente.
— Acabou o tempo, próximo!
Anderson mal teve tempo de puxar a calça pra cima, ainda ofegante, o pau brilhando de mel e porra, quando Daniel já empurrou a porta e entrou. Eu ainda estava de bruços na cama, pernas abertas, buceta inchada e melada escorrendo pelas coxas, o corpo quente e suado grudando no lençol.
Ele nem esperou eu virar. Veio por trás, segurou meus quadris com força, ergueu minha bunda um pouco mais e meteu de uma vez. A rola entrou fundo, grossa, abrindo caminho sem aviso, esticando tudo de novo. Senti a cabeça bater lá no fundo, o pau pulsando quente dentro de mim, roçando nas paredes sensíveis que já estavam latejando de tanto uso. O choque foi gostoso e violento ao mesmo tempo, um arrepio subiu pela coluna inteira, os mamilos roçaram no lençol áspero, doendo de tesão. O cheiro de sexo cru subiu forte, misturado com o suor dele caindo nas minhas costas. Ele socou rápido, segurando firme, cada estocada fazendo meu corpo pular pra frente, a buceta apertando em volta dele, mel escorrendo mais, molhando as bolas dele a cada batida. Eu gemi baixo, rouca, o prazer subindo quente e rápido pela barriga, quase gozando só com a invasão bruta.
Quando ele gozou, jorrou quente e grosso lá dentro, enchendo tudo de porra que escorreu devagar pelas coxas, grossa, pegajosa, misturando com o mel que já pingava sem parar. O corpo dele ainda tremia quando saiu de mim, o pau brilhando, vermelho, pulsando os últimos pingos. Mal ele se afastou e os murros na porta vieram de novo, fortes, impacientes, a madeira tremendo.
— Acabou o tempo, próximo! — Diego gritou do lado de fora, voz grossa, cheia de autoridade.
Continua...