Quinta-feira, 21 de maio de 2015
14h40
Depois da escola, finalmente ia ter de novo. Não saía da minha cabeça a cena de eu dando para os três. Eu não consegui contar quantas vezes gozei naquele dia — foi como se eu tivesse chegado ao ponto máximo do prazer e simplesmente não saísse mais de lá. Algo intenso, gostoso, mágico. Só de lembrar, minhas pernas tremiam de ansiedade e nervosismo querendo mais, imaginando o que o Diego estaria tramando em seguida.
Ele, pelo visto, gostou muito. Todos os dias ele queria que eu fosse para a casa do Adriano, e não dava para ir sempre — não que eu não quisesse. Queria sim, queria para caralho!
Então foi exatamente o que eu fiz nesse dia: saí da escola e fui direto para lá. Os três já estavam esperando: Gabriel, Adriano e Diego, claro. O clima estava leve, descontraído. Eles tinham trazido cervejas geladas e vodca com energético. Ficamos nas espreguiçadeiras ao lado da piscina, bebendo, rindo, o sol batendo gostoso na pele.
Eu vestia o mesmo biquíni preto de lacinho que eu gostava: tanga bem cavada, deixando quase toda a bunda de fora, a parte de cima apertadinha marcando os peitos. Me sentia uma mulher muito poderosa. Sem nem o Diego precisar pedir, eu ia de um em um, sentando no colo deles, rebolando devagar, esfregando a buceta por cima da sunga, provocando de propósito. Queria deixar bem claro que eu gostava daquilo e eu queria mais.
E eles não economizavam nas brincadeiras. Ficavam lembrando da outra vez, fazendo piada, tirando sarro um do outro: “o Gabriel gozou em dois minutos, cara, tu é rápido demais”, “o Adriano quase rasgou a menina, olha o tamanho desse pau”, coisas assim. Eu ria junto, mas por dentro minha buceta já pulsava só de ouvir eles falando.
Quem eu achei um pouco estranho era o Diego. Ele olhava o celular toda hora, como se estivesse esperando alguém. Respondia mensagens rápido, sorria de lado, guardava o aparelho. Eu sabia. Sabia que ele estava tramando mais alguma coisa para mim. E, para o meu desespero — e sorte para uma parte safada minha — a campainha tocou.
Meu coração disparou na hora. Olhei para o Diego. Ele só sorriu aquele sorriso predador que eu conheço tão bem, se levantou devagar e disse:
— O reforço chegou!
Adriano se levantou com o copo na mão e foi abrir a porta. Eu pensei que era só mais um cara. Fiz as contas na hora: mais um ou menos um, tanto faz, eu dou conta. Meu cérebro já estava calculando quantas vezes eu ia gozar, quantos paus eu ia aguentar, como se fosse só mais uma rodada normal. Eu me sentia no controle, poderosa, quase arrogante. Até que Adriano voltou trazendo mais três caras.
Fiquei branca. Meu estômago gelou na hora. Minha boca abriu sozinha e as palavras saíram sem eu mandar.
— Caralho, sério isso?
Seis. Não eram mais três. Eram seis. Seis paus diferentes, seis olhares me devorando antes mesmo de abrir a boca. Meu coração disparou tão forte que eu sentia na garganta, nas têmporas, na buceta. Um medo puro misturado com um tesão que subia como fogo pelas costas. Eu queria correr. Queria me jogar neles. As duas coisas ao mesmo tempo. Meu corpo inteiro tremia e eu não sabia se era de pavor ou de vontade. Uma parte de mim gritava que aquilo era demais, que eu não ia aguentar, que ia doer, que eu ia me arrepender. A outra parte — a mais safada, a que eu tento esconder até de mim mesma — já estava imaginando os seis me usando, um depois do outro, me enchendo, me rasgando, me deixando marcada. E eu queria isso. Queria tanto que doía entre as pernas.
Diego riu alto, aquele riso que me desmonta por dentro. Antes de cumprimentar os caras, me chamou com um gesto.
— Rafa, vem cá. Deixa eu te apresentar os caras.
Eu fui. As pernas moles, mas obedeci. Eu sempre obedeço. Eles me olharam de cima a baixo, sem disfarçar. Não era só desejo, era certeza. Eles já sabiam que eu ia abrir as pernas para cada um deles. Sabiam que eu era a putinha do Diego. Isso me humilhou tanto que minha buceta apertou forte, quase doeu de tesão. Eu me sentia exposta, pequena, usada antes mesmo de começar. E ao mesmo tempo me sentia a mulher mais desejada do mundo. Contradição louca que só aumentava o fogo.
— Esse é o Douglas — Diego começou. — Era da minha turma da escola.
Douglas, 19 anos, moreno, mais alto que eu, corpo definido, aquele sorriso safado de quem se acha o dono do mundo. Veio me dar dois beijos no rosto, demorando demais, mão na minha cintura como se já tivesse direito.
“Argh” — Nojo imediato.
Ele não era meu tipo, nem de longe. Naquela época eu era seletiva para caralho, ligava muito para aparência, para cara, para cheiro. Eu olhava para ele e pensava: esse cara nunca subiria na minha cama se eu pudesse escolher. Mas logo em seguida veio o outro pensamento: “você não escolhe mais nada. Você vai deixar ele meter em você, mesmo sendo feio. Vai sentir esse pau que você nem gosta dentro de você porque o Diego mandou. ” E essa ideia me deixou encharcada. Meu clitóris latejou forte. Vergonha e tesão brigando dentro de mim.
— Esse é o Robson — continuou Diego.
Robson era branquelo, nerd clássico: óculos finos, gordinho, cabelo cortado tipo tigelinha. Sorriu tímido, apertou minha mão de leve, olhando mais para o chão do que para mim. Senti pena dele. Parecia um menino perdido. Mas logo veio o estalo: ele vai me foder também. Esse nerd desajeitado vai meter em mim enquanto eu gemo como uma cadela. Eu, que nunca olharia para ele na rua, vou abrir as pernas para ele. Vou deixar ele gozar dentro de mim. E isso me deu um tesão esquisito, de superioridade misturada com submissão. Eu era a gostosa que ele nunca teria na vida normal. E agora ele ia ter. Porque eu era a putinha do Diego. Era humilhação demais. Só que meu corpo reagiu de novo: os bicos duros, a buceta escorrendo. Eu me sentia poderosa por ser desejada até por ele. E me sentia uma vadia completa por gostar disso.
— E esse é o Bernardo.
Continua...