Os garotos não tiravam os olhos de mim, me comiam com o olhar, os quatro sentados ali perto, pernas abertas, volumes crescendo nas calças, esperando eu dar um mole, esperando ver de vez que eu não estava de nada por baixo. Eles riam baixo, trocavam olhares, comentavam coisas que eu mal ouvia, mas sentia o peso daqueles olhos queimando na minha pele, na minha bunda rebolando, na forma como eu me entregava no colo do Diego.
E aí ele falou, voz rouca, carregada de tesão, bem pertinho do meu ouvido:
— Vai pro colo deles agora, putinha. Mostra como você sabe se comportar.
Levantei devagar, as pernas moles, o corpo ainda leve da maconha, e fui. Primeiro pro colo do Guilherme. Sentei meio de lado, abri as pernas de leve, deixei o vestido subir até quase a virilha, e comecei a me esfregar no pau dele, sentindo ele duro, grosso, pulsando contra a minha buceta nua. Rebolei devagar, depois mais rápido, o mel escorrendo, molhando a calça dele, o calor dele subindo até mim. Ele segurou minha cintura, apertou minha bunda, gemeu baixo no meu pescoço.
Depois foi a vez do Theo. Virei de costas pra ele, empinei a bunda, sentei bem em cima, e recomecei o movimento, circulando o quadril, meu esfregando no volume que o seu pau duro fazia sob a calça, sentindo a cabeça roçar meu clitóris a cada passada. Ele ria baixo, excitado, as mãos subindo pelas minhas coxas, parando bem na beira do vestido, sem ousar subir mais sem permissão do Diego.
Anderson foi o próximo, e quando eu me sentei no colo dele, o cara já tava com os olhos vidrados, as mãos grandes me agarrando pelos quadris como se eu fosse fugir. Ele apertou minha bunda com força, os dedos afundando na carne, enquanto eu rebolava devagar, sentindo o pau dele duro pra caralho roçando na minha buceta molhada, o tecido da calça dele ficando encharcado com o que escorria de mim. Eu joguei os peitos pra frente, esfregando eles no peito dele, os mamilos duros roçando no tecido fino do vestido, e ele gemia baixo, o bafo quente no meu pescoço, me chamando de safada no ouvido. O tesão dele era bruto, quase raivoso, e eu sentia minha buceta pulsar, latejando de vontade de ser preenchida, mas eu só rebolava mais, deixando ele louco, o corpo todo suado e tremendo debaixo de mim.
Depois veio o Daniel, que eu já conhecia bem, e com ele foi mais fácil, mais natural. Sentei de frente, bem aberta, as pernas escancaradas sobre as dele, o vestido subindo até a cintura, minha buceta nua roçando direto no volume da calça dele. Ele me puxou pela nuca, beijou minha boca com fome, a língua invadindo enquanto eu rebolava forte, sentindo a cabeça do pau dele pulsar contra o meu clitóris inchado. Eu gemia na boca dele, as mãos dele apertando meus peitos por cima do vestido, beliscando os bicos, e o cheiro de cigarro e maconha misturado com o suor dele me deixava ainda mais molhada. Era encaixe perfeito, como se meu corpo já soubesse exatamente como se moldar no dele, e eu rebolava sem dó, deixando o mel escorrer pelas coxas dele, o tesão subindo rápido demais, me deixando zonza.
E assim ficou, eu e o baseado sendo passados na rodinha!
Eu não ligava mais tanto pros olhares das pessoas que passavam, mas quando uns moleques de skate apareceram rolando ali perto, meu coração gelou na hora. Eu juro que reconheci uns dois da minha escola. Meu estômago virou do avesso. Já pensou se eles me vissem ali, fumando baseado na rodinha, sentada no colo dos caras, rebolando sem calcinha em praça pública? Meu Deus, eu ia morrer de vergonha, ia ter que mudar de cidade.
— Diego, por que a gente não vai pro apê? É pertinho, dá pra ir andando e tá frio aqui.
Minha voz saiu mais baixa do que eu queria, mas o medo era real. Eu estava louca de tesão, sim, o Theo era gatinho pra caralho e eu já imaginava sentando nele de verdade, mas o risco de ser reconhecida estava me comendo viva. Diego me olhou nos olhos, aquele olhar que me atravessa, e deu um sorrisinho de canto.
Todos concordaram na hora. Levantamos, apagamos o baseado, e fomos andando, o vento frio batendo nas minhas coxas nuas, o vestido colando na pele suada, eu doida para chegar logo.
Chegando no apartamento, a porta mal fechou e o clima que tinha começado na praça pegou fogo de vez. Agora sem olhos curiosos, sem skate passando, sem ninguém pra julgar. Só nós quatro, o ar quente do apê, o cheiro de maconha grudado na roupa e na pele. A erva tinha batido forte em mim, tudo ficou mais intenso: o toque da pele deles nas minhas coxas, o cheiro de suor e colônia misturado com cerveja, o som rouco das respirações aceleradas. Eu me sentia leve, flutuando, como se meu corpo fosse feito de algodão doce e fogo ao mesmo tempo. O tesão que já estava lá virou uma onda que não parava de subir.
Diego se levantou pra pegar cervejas na geladeira, e eu voltei a pular de colo em colo. Só que agora eu não ficava só na superfície. Sentava, abria o zíper devagar, puxava a calça pra baixo e tirava o pau pra fora. Eu amo isso. É como abrir um presente misterioso: nunca sei o que vou encontrar, grosso, longo, curvado, reto, quente... Cada um é diferente!
Eu beijava na boca enquanto esfregava a buceta na rola deles. Adoro essa sensação: a cabeça grossa abrindo meus lábios, roçando no clitóris inchado, escorregando na entrada sem entrar ainda, só provocando. Eu rebolava devagar, depois mais rápido, empinando a bunda, arqueando as costas, gemendo baixo.
Diego voltou com as latas geladas, sentou no sofá e ficou assistindo tudo, cerveja na mão, pau duro marcando na calça, sorriso satisfeito no rosto. Ele adorava o show. Adorava me ver virando a putinha dele na frente dos outros.
Até que ele interrompeu o clima anunciando:
— Eu não falei que valia? Vale ou não vale?
Eu não entendi na hora o que ele quis dizer com aquilo, mas quando vi os meninos assentirem e jogarem notas na mesa de centro, meu coração parou. Notas de cem, de cinquenta, caindo uma em cima da outra como se fosse a coisa mais normal do mundo. Meus olhos se arregalaram tanto que senti as pálpebras esticarem. Fiquei olhando aquilo tudo, atônita, o ar preso na garganta.
Diego se inclinou, juntou as notas com calma, formou um maço pequeno e bonito, e estendeu pra mim como se fosse um presente.
— Toma, é seu. Combinei que cada um ia pagar duzentinhos pra te comer.
Ele mostrou o dinheiro, o maço com notas amassadas.
— Também tô dando duzentos. Toma aqui, tem mil reais.
O sangue subiu quente pro meu rosto, ferveu nas veias, queimou até a ponta dos dedos. Meu peito subia e descia rápido demais.
— Caralho, Diego, que porra é essa?? Agora você tá me tirando de puta? Sério isso??
Cruzei os braços com força, o corpo inteiro tenso, os olhos queimando nele. Os meninos se entreolharam, sérios, constrangidos, como se tivessem acabado de descobrir que eu não sabia de nada. O silêncio pesou, só se ouvia o barulhinho abafado do trânsito lá fora.
Continua...