Guilherme entrou quase tropeçando na pressa, nem deu boa noite, nem olhou nos meus olhos. O tesão dele estava escrito na cara, na respiração pesada. Veio direto pra cima de mim, me agarrou pela cintura com as duas mãos grandes, dedos cravando na carne ainda quente, e me virou de costas pra ele sem cerimônia.
Eu ainda estava deitada de bruços, o lençol grudado na pele, a buceta inchada latejando, aberta, líquidos escorrendo em filetes quentes na cama. Ele ergueu minha bunda com força, abriu minhas pernas mais, e meteu de uma vez, sem aviso, sem preliminar. A rola entrou fundo, grossa, esticando tudo de novo, batendo lá no fundo com uma pressão que fez meu corpo inteiro pular pra frente. Senti cada veia dele roçando nas paredes sensíveis, o calor dele me invadindo, preenchendo até não caber mais nada. O choque foi violento e delicioso ao mesmo tempo, um arrepio elétrico subiu pela coluna, fez os mamilos roçarem no lençol áspero e doerem de tesão, a barriga contrair forte.
Ele me trocou de posição rápido, bruto, sem parar de meter. Primeiro me deixou de quatro, socando forte, as bolas batendo na minha buceta melada a cada estocada, o som molhado e obsceno enchendo o quarto, misturado com meu gemido rouco que saía sem controle. Depois me virou de lado, uma perna levantada no ombro dele, metendo mais fundo ainda, a cabeça roçando naquele ponto que faz as pernas tremerem, o clitóris latejando a cada batida da virilha dele contra o meu. O suor dele pingava nas minhas costas, quente, salgado, escorrendo pela coluna até misturar com o que já escorria de mim.
Por último me colocou de costas na cama, abriu minhas pernas bem, segurou meus pulsos acima da cabeça com uma mão só e meteu com força, olhando nos meus olhos pela primeira vez. Cada estocada fazia meu corpo arquear, os peitos balançarem, os mamilos duros doendo de tanto tesão acumulado. A buceta apertava em volta dele, mel escorrendo sem parar, molhando as bolas dele, o lençol embaixo de mim. O cheiro de sexo cru tomava conta de tudo: suor e a porra dos anteriores. Ele gemia alto, apertava meus pulsos com mais força, metia até o talo e gozou rápido, jatos quentes enchendo mais uma vez, transbordando, escorrendo grosso pelas minhas coxas, pingando no colchão.
Eu sentia tudo: o peso dele em cima de mim, o pau pulsando dentro, a porra quente se misturando com a dos outros, o corpo inteiro tremendo de prazer e cansaço, a buceta inchada, vermelha, latejando de tanto ser usada. E mesmo assim eu queria mais. Queria que o próximo entrasse logo, que me rasgasse de novo, que me enchesse até eu não aguentar mais.
E assim foi, Diego anunciou o quarto, o mais esperado por mim: o Theo.
— Acabou o tempo, próximo! Theo, vai lá.
Meu coração deu um salto quando ele entrou. Theo era lindinho pra caralho, daqueles que eu até namoraria de verdade se a vida fosse outra. Olhos claros, sorriso fácil, corpo definido mas sem ser exagerado, cabelo bagunçado que dava vontade de passar a mão. Ele fechou a porta devagar, me olhou de cima a baixo com um sorriso tímido que não combinava com o pau duro marcando a calça, e veio andando até mim.
— Eu queria ter sido o primeiro, estava ansioso… eu tava louco pra te comer desde a praça. — a voz saiu rouca, fraca, mas com aquela pegada que me deixou arrepiada inteira.
Ele não perdeu tempo. Me puxou pela nuca com cuidado, mas firme, e me beijou devagar, língua quente explorando minha boca, gosto de cerveja misturado com algo doce que era só dele. As mãos desceram pelas minhas costas, apertaram minha bunda com carinho, depois com força, juntando nossos corpos. Eu sentia o pau duro roçando na minha barriga como se fosse ferro em brasa.
Me ajoelhei na frente dele, abri a calça devagar, tirei o pau pra fora. Era bonito, reto, longo, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Passei a língua na cabeça primeiro, lambendo o líquido salgado, depois engoli devagar, sentindo ele abrir minha boca, deslizar na língua, bater no fundo da garganta. Chupei com vontade, sugando forte, língua rodando nas veias, mão apertando a base enquanto a outra massageava as bolas quentes. Ele gemia baixo, segurava meu cabelo com carinho, sem puxar com raiva, só guiando, respirando pesado.
— Caralho, Rafa… que boca gostosa…
Depois ele me levantou, me deitou na cama com cuidado, abriu minhas pernas e caiu de boca na minha buceta. A língua dele era quente, molhada, lambendo devagar o clitóris inchado, circulando, chupando forte depois, dois dedos entrando devagar, curvando lá dentro, batendo naquele ponto que me fazia arquear as costas e gemer alto. Ele alternava, lambia devagar, depois sugava com força, os dedos socando ritmados, o mel escorrendo na boca dele. Eu tremia inteira, as coxas apertando a cabeça dele, o prazer subindo quente e rápido.
Quando eu já estava quase gozando, ele subiu, se posicionou entre minhas pernas e meteu devagar, olhando nos meus olhos. Entrou todo, preenchendo cada centímetro, o pau longo roçando nas paredes sensíveis, batendo fundo. Eu gemi rouca, as unhas cravando nas costas dele. Ele começou a meter com pegada, mas com carinho ao mesmo tempo: estocadas fortes, profundas, mas segurando meu rosto, beijando minha boca entre os gemidos, sussurrando baixinho no meu ouvido.
— Você é linda pra caralho… goza pra mim, vai…
Eu subi em cima dele, sentei devagar, sentindo o pau entrar inteiro, abrindo tudo de novo. Cavalguei primeiro lento, rebolando o quadril, sentindo cada veia roçar no meu ponto certo, o clitóris roçando na virilha dele a cada descida. Depois acelerei, subindo e descendo forte, os peitos balançando, ele apertando minha cintura, depois os seios, chupando os bicos enquanto eu quicava. O prazer subia violento, quente, a buceta apertando em volta dele, mel escorrendo pelas bolas dele.
Ele segurou minha bunda com as duas mãos, empurrou pra cima, metendo de baixo com força, nossos gemidos se misturando. Eu gozei primeiro, o corpo inteiro convulsionando, a buceta apertando forte em volta dele, mel escorrendo grosso, tremendo nas pernas. Ele gemeu alto, se enterrou todo e gozou junto, jatos quentes enchendo tudo, pulsando dentro de mim, o pau latejando enquanto a gente tremia abraçados.
Ficamos ali uns segundos, ofegantes, suados, ele ainda dentro de mim, me beijando devagar, carinhoso, o peito subindo e descendo contra o meu. Ele sussurrou no meu ouvido:
— Valeu cada segundo de espera… você é foda.
Mas o relógio não parou e eu tinha meu último cliente da noite, esse era o mais filha da puta de todos, e o que eu era mais doida, Diego, que abriu a porta berrando:
— Cai fora Theo, a puta tem hora, acabou o seu tempo.
Continua...