Depois que chupei cada um por vez, eles ficaram todos à minha volta. Seis homens, paus duros para fora, respirando pesado, me cercando como um círculo de predadores. O ar estava grosso de tesão, cheiro de homem, cloro, cerveja e porra. O sol batia forte na minha pele, o piso áspero machucando meus joelhos, saliva e porra escorrendo pelo meu queixo, pelo pescoço, entre os peitos. Minha boca doía, a garganta queimava, a mandíbula latejava. Mas minha buceta estava em chamas, pingando tanto que eu sentia o líquido quente escorrer até os calcanhares.
Eu olhei pra Diego.
Ele sorria.
Depois que terminei de chupar cada um por vez, Diego deu o comando final com aquela voz calma e mandona que me arrepia inteira.
— Agora sim. Todos juntos. Chupa e bate punheta pros seis. Quero ver você se virando com todos esses paus.
Eles se aproximaram mais, formando um círculo apertado ao meu redor. Seis corpos quentes, respirando pesado, cheiro de suor, protetor solar e tesão puro invadindo meu nariz. Eu ainda estava de joelhos, boca dolorida, garganta arranhada, queixo melado de saliva e pré-gozo. Os peitos nus subindo e descendo rápido, mamilos duros doendo de tanto tesão acumulado. A buceta latejava forte, molhada escorrendo pelas coxas até o piso quente e áspero.
Passei a chupar todos juntos. Comecei com o Adriano, porque o pau dele é grosso e eu já conhecia o gosto, engoli fundo sentindo ele abrir minha garganta, enquanto minha mão direita subia e descia no pau do Bernardo, sentindo ele pulsar quente na palma. Troquei rápido, chupei o Gabriel olhando nos olhos dele, lambendo devagar a cabeça rosada que eu adorava, enquanto a mão esquerda masturbava o Douglas, apertando a grossura que eu não gostava, mas que mesmo assim me excitava por obrigação. O Robson veio em seguida, o pau dele melado, pentelhos roçando meu nariz de novo, mas dessa vez eu não parei pra pensar no nojo — só chupei, sugando forte, enquanto batia punheta pro Lucas que gemia baixinho do meu lado.
Eu me virava como dava. Boca cheia de um, língua rodando na cabeça, saliva escorrendo grossa pelos cantos, pingando nos peitos. Mãos trabalhando rápido nos outros dois, sentindo cada pau diferente: o grosso do Adriano que esticava meus lábios, o longo e reto do Gabriel que batia no fundo da garganta sem esforço, o duro e quente do Bernardo que pulsava gostoso na minha mão. O Douglas falava sacanagem o tempo todo, irritante como sempre, mas eu ignorava e apertava mais forte só para ver ele gemer. O Robson tremia inteiro, gemidinhos patéticos saindo da boca dele enquanto eu chupava rápido para compensar o nojo que ainda sentia. O Lucas e o outro eu alternava, mão direita e esquerda indo de um para o outro, sentindo as veias, o pré-gozo escorrendo pelos dedos, deixando tudo molhado e pegajoso.
Nessa hora eu já estava curtindo de verdade ter aqueles seis paus ali para chupar. O cansaço da mandíbula, a dor na garganta, o gosto misturado de todos eles na minha boca — tudo isso virava prazer. Eu olhava para cima de vez em quando, via os seis me cercando, rostos vermelhos, olhos vidrados, bocas entreabertas, paus duros apontando pra mim como se eu fosse o centro do universo deles. E era mesmo. Eu era o centro. Eu era a puta que estava fazendo todos eles tremerem.
Achei excitante para caralho ver aqueles garotos excitados por mim. O jeito que eles respiravam pesado, o jeito que os músculos das coxas tremiam, o jeito que os paus pulsavam na minha boca e nas minhas mãos. O som molhado da saliva, dos gemidos, das respirações ofegantes, do vento batendo na pele suada. Eu sentia o poder e a humilhação ao mesmo tempo: eu era nada além de buracos para eles usarem, e mesmo assim eles estavam loucos por mim. Loucos para me foder, loucos para gozar em mim, loucos para obedecer o Diego que mandava tudo.
Diego só ficava olhando, batendo uma devagar, voz firme cortando o ar sempre que alguém chegava perto demais:
— Não goza ainda. Segura. Ela ainda não terminou.
Nenhum deles gozou. Ele não deixou. Cada pau que pulsava forte na minha boca ou na minha mão ele mandava parar, tirar, esperar. Eu ficava ali, ofegante, boca aberta, mãos meladas, corpo tremendo de tesão acumulado, sentindo o vazio do gozo que não vinha.
Diego me mandou levantar. Eu levantei rápido, pernas bambas, corpo inteiro quente, pele arrepiada apesar do sol sem força. Ele virou o mestre de cerimônias de verdade, como se estivesse montando o palco paro meu show particular. Pegou as quatro espreguiçadeiras, arrastou uma para perto da outra, alinhou tudo até formar uma cama gigante improvisada. Depois olhou paros cinco e deu a ordem seca:
— Deitem aí. Um do lado do outro. Sentados, melhor ainda. Quero ela passando de colo em colo.
Os cinco obedeceram na hora. Adriano, Gabriel, Douglas, Bernardo e Robson se sentaram lado a lado naqueles colchões quentes de sol, pernas abertas, paus duros apontando paro céu, esperando. Eu olhei para aquilo tudo e senti um choque elétrico subir da buceta até o cérebro. Caralho… cinco paus duros animadinhos para mim. Cinco homens sentados, olhando para mim como se eu fosse o único presente que importava.
Diego virou para mim e disse, voz baixa, cheia de tesão:
— Agora escolhe um e senta no colo dele. Vai beijar na boca e depois se esfregar em cada um. Eu só vou ficar olhando.
Olhei para ele admirada, quase sem acreditar. Quantas mulheres no mundo teriam aquela chance? Cinco paus lindos, duros, esperando só por mim. E eu livre — até certo ponto — para fazer o que eu quisesse. Eu estava eufórica. Morrendo de tesão. O coração batendo tão forte que eu sentia na garganta, na buceta, nos mamilos. A pele toda quente, arrepiada, o ar entrando rápido pelos pulmões. Eu já não pensava mais, estava doida e louca de tesão.
Comecei com os conhecidos, né? Resolvi começar pelo Adriano, que era o mais gato dali.
Sentei no colo dele devagar, sentindo o pau grosso dele roçar na entrada da minha buceta antes mesmo de encostar. Fui beijando ele na boca, língua quente, molhada, sentindo o gosto de cerveja e de homem. Ele me agarrou pela cintura com força, puxou meu corpo para perto, e abocanhou meus seios. Chupou gostoso, devagar no começo, língua achatada rodando no mamilo esquerdo, depois sugando forte, mordiscando de leve até eu soltar um gemido alto. O calor da boca, o jeito que ele puxava o bico com os lábios, a sucção que fazia meu peito inteiro pulsar… caralho, aquilo me desmontava. Senti a buceta contrair forte, mel escorrendo pelas coxas dele. Meu show era para o Diego. Eu amava fazer isso. Era a coisa que eu mais gostava no sexo até então: ser chupada assim, ser desejada assim, enquanto meu primo olhava tudo.
Aí virei de costas para ele, de forma provocativa me empinando de frente para o Diego. Tirei a tanguinha do biquíni devagar, sentindo o tecido molhado grudar na pele antes de cair. Empinei a bunda, abri as pernas e comecei a me esfregar no pau dele. Só roçando, a cabeça grossa abrindo meus lábios, passando no grelinho, subindo e descendo devagar. Eu adorava isso. Sentia cada veia dele roçando no meu clitóris, o calor, o pré-gozo dele misturando com o meu mel, o pau escorregando gostoso sem entrar. Olhava para o Diego o tempo inteiro, querendo que ele visse cada rebolada, cada gemido baixo que escapava da minha boca.
Continua...