Saí dele tremendo e fui para o colo do Gabriel.
Beijei na boca dele também, língua invadindo, sentindo o gosto diferente, mais doce, mais limpo. Ele me segurou pela nuca com uma pegada boa, firme, e eu já sentei direto. O pau dele entrou de uma vez, devagar, abrindo caminho, esticando tudo. Nossa, eu estava encharcada, buceta pingando, mas ainda era tudo meio novo para mim. Senti ele me preenchendo inteira, fundo, quente, pulsando lá dentro.
Comecei a subir e descer devagar, depois mais rápido, sentindo cada centímetro dele roçando nas paredes sensíveis. A buceta apertava em volta dele, mel escorrendo pelas bolas dele, pelos meus calcanhares. Eu estava doida de tesão. Com o Diego ali na minha frente, olhando tudo, isso me incendiava ainda mais. Eu rebolava olhando para ele, gemendo alto, mostrando que estava gostando, que queria mais.
A insanidade bateu forte. Eu não via mais nada e nem quem era quem. Só sentia pau entrando, pau saindo, buceta cheia, buceta vazia, tesão me consumindo. Lembro de ter sentado e quicado no Douglas, sentindo ele falar sacanagem no meu ouvido, irritante como sempre, mas eu não parava. Depois no Bernardo, que me chupou os peitos de novo enquanto eu cavalgava, e no Robson, que gemia como se estivesse sofrendo de prazer. Eu esfregava os peitos na cara dele, beijava a boca, sentava forte, subia e descia, sentindo o pau dele entrar fundo, mesmo com nojo dos pelos, mesmo com tudo. Eu estava louca.
Pior: eu estava fazendo tudo isso no pelo. Sem camisinha. Nenhum deles. Caralho, eu era muito sem noção… A buceta cheia de pré-gozo deles, de mel meu, de risco, de loucura. E eu não parava. Queria mais. Queria que eles me usassem todos. Queria que o Diego visse tudo.
Ele só olhava.
Sorrindo.
Depois o Diego me mandou ficar de quatro em uma das espreguiçadeiras. Eu subi ali com as pernas moles, joelhos afundando no colchão quente que ainda estava úmido e pegajoso de suor, mel, lubrificante que tinha escorrido antes. O tecido grudava na pele, queimava as rótulas e as palmas das mãos. Apoiei as mãos na frente, dedos cravados no pano molhado, bunda empinada o máximo que conseguia, costas arqueadas, cabeça baixa.
O cabelo molhado de suor colava na testa, nas bochechas, nas costas do pescoço, pesado como cortina quente. O ar da tarde batia direto no cu aberto, na buceta inchada e vermelha, fazendo a pele arrepiar inteira. Cada brisa leve parecia língua passando ali, sensível demais, latejando demais. Eu sentia o vazio doer, o cu piscando, querendo ser preenchido de novo mesmo ardendo.
Ele se ajoelhou atrás de mim. Ouvi o clique do tubo abrindo, senti o cheiro doce e conhecido do lubrificante invadir o nariz antes mesmo de pingar. Primeiro vieram os pingos frios, gelados, escorregadios, caindo entre as nádegas e escorrendo devagar pela entrada já sensível e inchada. O frio contrastava tanto com o calor do meu corpo que eu soltei um gemido baixo, rouco, involuntário. Depois os dedos dele. Dois de uma vez, entrando fundo, sem aviso, sem dó.
A sensação de ser aberta de novo me fez arquear as costas, empurrar para trás sem querer, gemendo alto. Ele mexia devagar, curvando os dedos lá dentro, abrindo caminho, roçando nas paredes que já estavam hipersensíveis, inchadas, doloridas. O barulhinho molhado era alto, vergonhoso, excitante, lubrificante misturado com porra antiga, com meu mel que ainda vazava sem parar. Eu mordia o lábio até doer, gemia rouco, sentia o cu ceder, se abrir mais, pulsar quente e apertado em volta dele.
Logo veio a primeira palmada no bumbum. A mão aberta estalou na nádega direita com força bruta. A ardência explodiu imediata, quente, subiu pela pele como fogo líquido, queimou até a espinha. Eu gritei alto, voz rouca e quebrada, ecoando na área da piscina.
— Grita, puta! Hoje você pode gritar. Grita, sua piranha, cadela, putinha.
A segunda veio ainda mais forte. Do outro lado. O som foi seco, alto, o impacto fez a pele tremer, a ardência se espalhar como onda de calor que subia pelas costas e descia pela coluna até a buceta. A dor se misturou com um prazer violento que fez minha buceta contrair vazia, mel escorrendo novo pelas coxas internas em filetes quentes. Ele batia com gosto. Alternando os lados, cada tapa mais pesado, mais demorado, deixando a bunda vermelha, inchada, latejando como se tivesse coração próprio. Cada estalo fazia meu corpo inteiro pular, os peitos balançarem, o cu piscar forte em volta dos dedos que ainda estavam lá dentro.
A pele queimava, ardia, doía gostoso. Cada tapa era uma explosão de calor que subia pela carne, fazia os mamilos endurecerem mais, fazia a buceta apertar e pingar sem controle. Quanto mais ele batia, mais eu empinava. Mais o tesão subia violento, quente, tomando conta de tudo. Eu sentia as lágrimas escorrendo pelo rosto, o nariz entupido, a boca aberta em gritos que viravam gemidos longos e roucos. O cu doía. A bunda queimava. E mesmo assim eu queria mais. A buceta pingava sem parar, o clitóris latejava só com a dor.
Ele percebia. Sempre percebia. Ria baixo enquanto batia mais uma, mais outra, deixando a pele marcada com a forma da mão dele, quente, vermelha, hipersensível, cada toque do ar parecendo nova palmada.
Em seguida me falou para aguentar, porque cada um ia meter no meu cuzinho.
Diego disse que ia organizar, cronometrando o tempo de cada um. Cada um ia meter por cinco minutos. Quando acabasse o tempo era para obedecer na hora e dar a vez ao próximo. Ele falou isso com a voz calma, quase fria, como quem lê regras de um jogo que ele mesmo inventou. E eu, de quatro, bunda empinada, cu já aberto e ardendo, só consegui assentir com a cabeça, o corpo inteiro tremendo de antecipação e exaustão misturadas.
O primeiro veio por trás. Não sei mais quem foi — Adriano, Gabriel, Douglas, Bernardo ou Robson —, só senti o pau quente encostar na entrada melada, empurrar devagar no começo, depois forçar tudo de uma vez. A dor foi aguda, rasgante, mas virou prazer na mesma hora. Ele socou forte, segurando meus quadris com as duas mãos, unhas cravadas na carne já vermelha das palmadas. Cada estocada fazia meu corpo pular para frente, os peitos balançarem, os mamilos roçando no colchão áspero e quente. Ao mesmo tempo outro pau apareceu na minha frente, roçando nos lábios.
Eu abri a boca sem pensar, engoli fundo, sentindo a cabeça bater na garganta enquanto minha língua rodava automático. As mãos foram para os lados sozinhas, pegando dois paus duros, masturbando rápido, dedos escorregando no pré-gozo quente que pingava deles. Eu não via mais nada. Só sentia. Pau entrando no cu, pau enchendo a boca, paus pulsando nas mãos, o cheiro forte de sexo cru subindo até o nariz, o som molhado da carne batendo, dos gemidos roucos misturados, do lubrificante e porra escorrendo.
Continua...