Robson se aproximou devagar. O nerd, o tímido, o que olhava para o chão quando apertou minha mão antes. Agora ele estava ali, respirando pesado, olhos arregalados atrás dos óculos finos, rosto vermelho. Ele abriu a sunga com mãos trêmulas. O pau saltou para fora. Já estava duro, vermelho, pulsando. Mas quando olhei direito… a virilha cheia de pentelhos pretos e grossos, o saco peludo, sem um fio aparado. Um cheiro forte de suor e homem chegou até mim. Pensei na hora: “que merda”. Nojo real. Vontade de virar o rosto, de sair correndo, de dizer que não ia encostar naquilo.
Mas aí veio o outro pensamento, mais forte: “você vai encostar. Vai chupar. Vai engolir tudo. Porque o Diego mandou”. E esse pensamento me acertou como choque. Minha buceta apertou tão forte que eu soltei um gemidinho baixo sem querer. O nojo virou tesão. A humilhação virou combustível.
Diego se inclinou perto do meu ouvido, voz rouca:
— Agora chupa o Robson. Mostra pra ele como você adora uma pica cheia de pentelhos. — Eu senti a ironia escorrer da boca dele quando falou isso.
Isso era real. Eu já adorava chupar. Adorava o gosto, o peso na boca, o jeito que o pau pulsava quando eu lambia certo. Mas nunca tinha sido assim: forçada, humilhada, exibida, com um pau que eu não queria nem olhar.
Respirei fundo, fechei os olhos para bloquear o visual da virilha peluda. Encostei os lábios na cabeça, sentindo o calor, o gosto salgado misturado com suor. Comecei devagar, engolindo aos poucos, tentando ignorar os pelos roçando meu nariz. Ele gemeu baixo, trêmulo, como se não acreditasse que estava acontecendo. Eu ouvia os outros rindo, comentando, batendo uma devagar.
Depois o Diego começou a comandar, como se fosse diretor de um filme pornô.
— Vai, fode a boquinha dela… faz essa putinha engasgar.
Ele ainda mandava o Robson me segurar pelos cabelos, forçando o pau na minha boca. Eu sentia os dedos trêmulos do garoto tentando imitar o jeito firme do Diego, mas era patético, desengonçado, sem força. Ele puxava meu cabelo de leve, como se tivesse medo de machucar, e empurrava o pau devagar, sem ritmo. Os pentelhos grossos roçavam meu nariz a cada tentativa, o cheiro forte de suor e homem não lavado invadia minha boca, meu rosto inteiro. Nojo puro. Vontade de virar a cara, de cuspir, de sair correndo dali. Meu estômago revirava toda vez que os pelos encostavam na minha pele.
Mas o que me mantinha ali, de joelhos, boca aberta, engolindo aquela coisa que eu odiava olhar, era o Diego. Era o jeito que ele olhava para mim. Olhos brilhando, sorriso de canto, pau na mão batendo devagar enquanto dava as ordens. Ele queria me ver fazendo aquilo. Queria me ver engasgando com o pau do nerd que ninguém olharia duas vezes. Queria me ver humilhada, obediente, usada por alguém que eu considerava nojento. E isso… isso me acendia por dentro de um jeito doentio. O nojo virava combustível. A vergonha virava tesão. Cada vez que o Robson empurrava errado e eu engasgava mais forte, eu sentia a buceta apertar, pingar, latejar. Eu odiava aquilo. E amava que o Diego me obrigasse a fazer.
E para minha surpresa… acabou antes do que eu gostaria.
Diego deu um tapa leve na nuca dele, rindo.
— Sai daí, chega! Próximo! — gritou como comerciante na feira. — E não é pra gozar na boca da garota não, porra.
Ele chamou o próximo sem nem olhar para mim. Eu fiquei ali de joelhos, boca melada, saliva grossa misturada com pouco de pré-gozo escorrendo devagar pelo queixo. O gosto salgado ainda grudado na língua, a garganta ardendo de tanto engasgar. Meu coração batia descontrolado, o ar entrando curto e quente pelos pulmões. A buceta latejava forte, pulsando a cada batida do coração, molhada escorrendo pelas coxas internas até o piso áspero da borda da piscina. O sol queimava minha pele nua, os peitos expostos.
Veio o Bernardo.
Ele se aproximou devagar, quase tímido, mas quando abriu a sunga o pau saltou pra fora e eu prendi o fôlego. Bom. Grosso na medida certa, cabeça rosada brilhando de pré-gozo, veias marcadas. Eu gostei na hora. Era o tipo de pau que eu escolheria se pudesse escolher. Ele segurou minha nuca com uma pegada firme, do jeito que eu gosto, dedos fortes enroscando no cabelo sem puxar com raiva, só o suficiente para me guiar. Eu olhei para o rosto dele enquanto engolia. Ele me encarava de volta, olhos brilhando, boca entreaberta, um gemido baixo escapando quando minha língua rodou na cabeça. Chupei devagar, saboreando, sentindo o peso quente na boca, o gosto limpo, sem aquele fedor de suor que o Robson deixou. Eu gostei de chupar ele. Gostei de verdade. Meu corpo relaxou um pouco, a vergonha deu lugar a um prazer quente que subia pelo peito. Diego não se meteu. Só ficou olhando, batendo uma devagar, até que o Bernardo começou a respirar mais rápido. Aí ele deu o comando seco:
— Para. Sai.
Bernardo saiu da minha boca com um estalo molhado, pau brilhando de saliva, pulsando de tesão contido. Ele gemeu de frustração, mas obedeceu.
Depois veio o Douglas.
De todos era o que eu menos gostava. O jeito metido, o sorriso de quem acha que está fazendo um favor. Quando ele abriu a sunga o pau veio para fora: era maneiro, grande, mas sem graça para mim. Eu chupei mesmo assim. Engoli devagar, tentando ignorar a voz dele. Ele não parava de falar.
— Isso, engole tudo, sua vadia… olha como ela chupa gostoso, caralho…
Cada palavra me irritava, mas irritar também excitava. Eu odiava o som da voz dele, odiava o jeito que ele se achava, e mesmo assim minha buceta apertava mais forte toda vez que ele empurrava. Era justamente a humilhação de chupar alguém que eu desprezava que me levava à loucura. Minha boca já estava cansada, a mandíbula doendo, a garganta arranhada de tanto engasgar. Já era o quarto pau hoje. Faltavam só os irmãos.
Diego só ficava olhando e comandando. O próximo. O próximo. Voz firme, sem emoção, como se estivesse dirigindo um ritual.
Por último vieram o dono da casa e o irmão: Adriano e Gabriel.
Esses eu conhecia. Adriano era pirocudo, grosso, pesado, o pau que eu já sentia abrir caminho na memória. Gabriel lindo, pau reto, longo, bonito de olhar. Eu finalizei com esses dois. Chupei Adriano primeiro, sentindo o peso dele na boca, a grossura esticando meus lábios, o gosto familiar que já me deixava tonta. Depois Gabriel, mais leve, mais gostoso de chupar, olhando nos olhos dele enquanto engolia fundo. Mas não ganhei leite de nenhum dos seis. Diego mandava parar na hora certa. Todo pau que chegava perto de gozar ele cortava:
— Para aí. Ainda não.
E cada um que vinha ele mandava fazer o mesmo: segurar meu cabelo, socar na boca, me fazer engasgar, mas nunca terminar. Eu sentia o pau pulsar na minha língua, sentia o pré-gozo escorrendo, sentia o tremor nas pernas deles, e aí o comando seco: para.
Continua...