15h05
Os rapazes estavam bebendo em volta da piscina, conversas de homem, risadas altas, zoando uns aos outros, falando de futebol, de quem vai ganhar o Brasileirão, de quem fodeu mais mulher na balada do fim de semana. O ar cheirava a cloro, cerveja gelada e protetor solar. Eu me aproximei deles tensa, os passos curtos, quase tímidos, mas ao mesmo tempo com uma confiança estranha crescendo no peito. Era paradoxal demais: medo puro me dando frio na barriga e tesão escorrendo quente pelo corpo. Meu corpo parecia entrar num estado quase de transe enquanto eu dava aqueles passos lentos, sentindo o piso debaixo dos pés descalços, o vento leve batendo na pele exposta, o som das gargalhadas deles ficando mais próximo.
Diego veio atrás de mim. Assim que cheguei na área da piscina, ele segurou meus pulsos por trás, dedos firmes, me prendendo sem esforço.
— Agora você vai ficar aqui, paradinha.
Sabe quando um senhor de escravos exibe sua peça para os compradores? Foi exatamente assim que me senti. O coração batia tão rápido que eu ouvia ele na cabeça, na garganta, nos ouvidos. Ele desatou o laço da parte de cima do biquíni com calma, como se estivesse abrindo um presente. O tecido caiu devagar. O ar frio bateu direto nos meus peitos, os bicos endurecendo na hora, arrepiando a pele toda. Logo depois o sol quente veio e me envolveu num conforto morno, quase carinhoso, contrastando com o frio da vergonha que subia pelo meu rosto.
Eu, que sou muito branca, fiquei vermelha instantaneamente. Cara queimando, orelhas quentes, pescoço em fogo. Vergonha absoluta de estar sendo exibida assim, peitos nus, expostos, sob o olhar de homens que eu mal conhecia.
Os risos cessaram na hora e o silêncio caiu pesado, quebrado só pelo barulhinho da água da piscina batendo na borda. Todas as atenções agora estavam em mim. Eles me olhavam com aquele riso bobo de homem excitado e desejoso. Eu vi os copos sendo trocados devagar de mão, como se ninguém quisesse perder um segundo. Vi quando começaram a apertar o volume nas bermudas, alguns já com a mão dentro, ajustando o pau que crescia. Meu estômago revirou de humilhação. Eles olhavam para os meus peitos, para os meus mamilos duros e rosados e aquilo me fazia arder de vergonha a cada segundo que passava.
Ouvi um deles murmurar, quase sem querer: “caralho, que gostosa”. Não consegui saber quem foi o primeiro, mas meus olhos caíram no Robson, o nerd tímido, estava com a mão no pau, apertando o volume com força, quase querendo me mostrar o tamanho, olhos brilhando de tarado por trás dos óculos finos. Meu corpo inteiro se arrepiou, ao mesmo tempo, de um tesão doentio por saber que até ele me desejava tanto assim.
Diego não queria só me exibir. Ele queria mostrar que a priminha putinha dele era uma puta obediente. Que era ele o meu senhor. Ele que me comandava, que me fazia fazer tudo que quisesse, e eu obedecia sem questionar. Isso me dava um orgulho estranho, doído, uma entrega que queimava o peito.
— De joelhos, putinha — ele mandou.
Respirei fundo, o ar entrando trêmulo. O piso áspero da borda da piscina arranhou meus joelhos quando me ajoelhei. Tentei não pensar em nada. Tentei só sentir. Meu corpo tremia inteiro, calafrios de prazer misturados com nervosismo puro. A pele arrepiada, os bicos duros doendo de tão sensíveis, a buceta latejando, molhada, escorrendo pelo biquíni. Eu estava alheia a tudo ao redor, mas ao mesmo tempo sentia cada olhar queimando em mim, cada respiração pesada deles.
— Agora diz que você é minha putinha. E fala alto pra eles ouvirem.
Sem pensar, obedeci. A voz saiu rouca, tremida, mas alta o suficiente.
— Sou sua putinha.
E para provar, Diego baixou o short. O pau duro saltou para fora, grosso, quente, pulsando. Ele bateu com ele nos meus lábios, me assustando com o tapa molhado. O cheiro dele invadiu meu nariz: suor, cloro, tesão puro. Meu corpo inteiro reagiu na hora, a boca salivando apesar do medo.
— Me chupa, cadela.
Tentei não pensar que havia uma plateia de outros cinco caras me olhando, esperando a vez. Tentei me concentrar só ali, na piroca do Diego, na ordem dele, no gosto dele na minha língua.
Comecei chupando com vontade, do jeito que eu sempre curtia: língua rodando na cabeça, chupando devagar primeiro, sentindo o gosto salgado dele na boca, o pau pulsando quente contra minha língua. Eu gostava de controlar o ritmo, de provocar, de fazer ele gemer baixinho antes de engolir tudo. Mas Diego nunca deixava. Ele segurou minha nuca com força, dedos enroscados no cabelo molhado, e começou a forçar o pau para dentro, fundo, sem dó. Eu engasguei na hora, saliva escorrendo pelos cantos da boca, olhos lacrimejando, garganta apertando em volta dele. Ele socava devagar, depois mais rápido, me usando como se minha boca fosse só mais um buraco para ele gozar.
Os outros riam, observavam tudo com atenção, alguns já com o pau pra fora, batendo devagar, olhos brilhando de tesão. Diego olhou para eles sem parar de meter na minha boca e falou alto o suficiente para todos ouvirem:
— É assim que vocês vão fazer: socar o pau na boca dessa vadia.
A voz dele saiu grossa, autoritária, cheia de prazer. Cada palavra batia em mim como tapa. Eu sentia a vergonha queimando o rosto, o pescoço, o peito. Ainda não tinha entrado no transe da foda. Ainda estava ali, consciente demais de tudo: do piso áspero machucando meus joelhos, do sol na pele nua, do cheiro de cloro e cerveja, dos risos deles, do fato de que eu estava de joelhos, de boca cheia, sendo exibida como uma puta barata. Meu coração batia tão rápido que doía. Eu queria desaparecer. Ao mesmo tempo queria que ele não parasse nunca.
Aí ele parou. Tirou o pau da minha boca de repente, deixando um fio grosso de saliva pendurado nos meus lábios. Eu ofeguei, tossi baixo, tentando puxar ar. Ele segurou meu queixo com força, me obrigou a olhar para cima, para os seus olhos.
— Vou te transformar numa verdadeira putinha — disse, voz baixa, perigosa, quase um rosnado. — Você vai chupar todos eles. Um de cada vez. Vai engolir cada pau que eu mandar. Vai deixar eles gozarem onde eu quiser. E vai agradecer depois. Entendeu?
As palavras entraram direto na minha cabeça. Algo mudou. O medo ainda estava lá, a vergonha ainda queimava, mas um fluxo quente, intenso, começou a subir do fundo da barriga. Aceitação. Entrega. Tesão puro, sem freio. Meu corpo inteiro relaxou de repente, como se uma corda que me prendia tivesse arrebentado. A buceta latejava forte, molhada escorrendo pelas coxas, os mamilos doendo de tão duros. Eu não queria mais fugir. Eu queria aquilo. Queria obedecer. Queria ser exatamente o que ele estava dizendo.
Ele soltou meu queixo, olhou para os lados e chamou:
— Robson. Vem aqui. Fica bem na frente dela.
Continua...