Eu rebolava contra a mão dele, sem conseguir parar. Aquilo era absurdamente gostoso e excitante, o corpo se movendo sozinho, as coxas tremendo de leve a cada movimento dos dedos.
Ele tirou os dedos devagar, e logo senti algo mais grosso: a ponta dura do pau deslizando pela minha fenda, roçando entre os lábios vaginais, quente e escorregadia. Se ele tivesse tentado me penetrar na vagina, eu provavelmente teria cedido — já estava rendida, molhada, completamente excitada, o corpo implorando por preenchimento.
Mas ele nem tentou. Ficou apenas esfregando, provocando, me deixando cada vez mais louca. Eu gemia alto, rebolando contra ele, enquanto arrepios intensos percorriam meu corpo inteiro, subindo pela coluna e descendo pelas pernas.
— Você me deixa maluco, Rafa… olha só como sua bucetinha tá escorrendo, implorando por mim… tá louca pra ser comida, né? — ele provocava no meu ouvido, a voz carregada de tesão, o hálito quente batendo na pele do pescoço e me fazendo gemer ainda mais.
De repente senti a cabeça do pau esfregando bem na entrada do meu ânus. Ele começou a roçar devagarinho, pressionando de leve, ainda só me provocando. Era uma sensação tão gostosa. Fecho os olhos e ainda consigo sentir aquele quentinho roçando atrás. Nossa, me arrepiava toda, a pele toda sensível e formigando.
— Isso, Rafa… empina mais essa bunda. Tô louco pra meter no teu cuzinho… você deixa?
Ele perguntou, mas eu nem consegui responder. Na real, eu nem pensava mais. Só gemia.
Diego segurou firme no meu quadril e começou a pressionar de verdade. Senti a ponta forçando devagarzinho ali na entrada, e na mesma hora reclamei, arfando, pedindo que ele continuasse só esfregando, porque já estava gostoso daquele jeito.
Ele simplesmente ignorou e continuou forçando.
— Relaxa pra mim, safadinha… deixa eu entrar no teu cuzinho… — disse, com a boca colada no meu ouvido.
Implorei pra que fosse devagar, quase choramingando, mas ele só empurrava mais, me pedindo para empinar ainda mais a bunda, e a dor só aumentava, uma ardência que se espalhava devagar.
— Aaaaai, devagar… assim dói muito! — supliquei, quase em prantos.
Nesse momento ele parou. Se afastou de mim dizendo que ia ao banheiro e logo voltava. Fiquei ali, na mesma posição, de quatro, empinada, o coração disparado, a respiração pesada, o corpo ainda tremendo.
Quando olhei por cima do ombro, vi Diego voltar segurando um frasco de creme hidratante. Fiquei surpresa na hora, e só pensei: “Será que ele vai usar isso em mim?”
Senti os dedos dele, agora escorregadios, começando a penetrar delicadamente o meu ânus. A diferença foi absurda: deslizaram fundo, tão fundo, que fez meu corpo estremecer de arrepio, o frio do creme contrastando com o calor interno.
Ele me mandou virar de bruços, colocou um travesseiro embaixo do meu quadril e me deixou bem arqueada. Continuou metendo os dedos, cada vez mais fundo, me arrancando ainda mais gemidos, que eu tentava abafar no travesseiro, o tecido úmido de saliva e lágrimas.
Logo veio por cima. Senti o pau dele encostando, forçando a entrada. Foi empurrando devagar, até que senti a pontinha entrar. Fechei os olhos com força e tentei aguentar, mas um gemido de dor escapou da minha boca.
— Aaaaaaiiiii, para… para… tá doendo! — implorei, mordendo o lençol.
Ele avançava devagar, centímetro por centímetro. A sensação era absurda, como se estivesse me rasgando por dentro. Eu choramingava reclamando, mas ele não parava. Só dizia que era pra eu tentar relaxar.
— Caralho, Diego! Devagaaaar, tá doendooooo! — soltei, já com lágrimas nos olhos.
Foi quando ele parou de empurrar um pouco e começou um vai e vem curto, lento, só pra ver se eu acostumava. A dor não sumia, mas desse jeito já dava pra suportar. De vez em quando tirava, vinha um alívio imediato, quase me fazendo suspirar de alívio. Mas logo voltava a meter.
Até que se deitou sobre mim. Deu uma estocada um pouco mais forte e disse, colando a boca no meu ouvido:
— Agora aguenta… vou socar esse cu até o talo… tô doido pra encher teu cuzinho de porra.
Senti os dentes dele mordendo minha orelha e, junto, uma estocada forte. Em seguida veio outra ainda mais intensa, entrando mais fundo. Eu me agarrei ao lençol, as unhas afundando no tecido, e mordi o travesseiro com força pra não gritar.
A partir daí foi sem dó. O vai e vem ficou bruto, fundo, cada investida me esmagando contra o colchão. Eu gemia alto, sem conseguir controlar, num misto de dor e tesão, sem saber se queria que ele parasse ou continuasse. O corpo inteiro tremia, a respiração entrecortada, o suor escorrendo pela coluna, misturando com o creme.
— Que cuzinho gostoso… meu pau vai te deixar toda arrombada — rosnou no meu ouvido, entre gemidos.
Só me restava suportar ali, sem saída, esmagada embaixo dele. E o mais louco? Era exatamente isso que me excitava. O peso do corpo dele sobre o meu, o peito largo colado nas minhas costas, o suor dele misturando com o meu, o vai e vem alucinado que me fazia sentir cada centímetro dele me preenchendo, a dor latejando fundo, quente, misturada com um prazer que subia devagar pela barriga e me deixava zonza. Eu me sentia dominada de um jeito que eu nunca tinha imaginado gostar, como se cada estocada me marcasse mais fundo, me fizesse dele de um modo que não dava pra explicar.
Ele soltou um gemido forte, colado ao meu ouvido, o hálito quente batendo na pele úmida do pescoço.
— Vou gozar… vou gozar no teu cuzinho…
E então senti o jato quente me preenchendo de uma vez. Ele continuou gozando sem parar, gemendo alto no meu ouvido, o corpo inteiro tremendo contra o meu, até desabar sobre mim, exausto, ofegante. Fiquei imóvel, mãos agarradas no lençol amassado, sentindo o pau latejando dentro de mim, pulsando os últimos pingos, o calor se espalhando devagar lá no fundo.
Meu coração batia a mil, parecia que ia explodir no peito. Ele continuava grudado em mim… O silêncio do quarto só era quebrado pelo som das nossas respirações, pesadas, descompassadas, o ar entrando e saindo rápido pelos pulmões. Fiquei de olhos fechados, mordendo o travesseiro, as lágrimas ainda escorrendo quentes pelas bochechas, a cabeça girando, sem saber se aquilo tinha sido dor, prazer, ou os dois ao mesmo tempo misturados numa loucura que eu não conseguia entender.
Ele começou a deixar beijos molhados e mordidas leves no meu pescoço, a língua roçando devagar a pele sensível.
— Você não faz ideia do quanto eu adorei comer o teu cuzinho… você é muito gostosa, Rafa — disse ele, ainda ofegante, a voz rouca vibrando contra mim.
Quando finalmente saiu de dentro de mim, senti o líquido quente escorrendo devagar, descendo pelas minhas coxas em filetes lentos, quentes, deixando um rastro pegajoso na pele. Assustada com a ideia de sujar o lençol, levantei correndo e fui direto pro banheiro. Só pensava em me lavar urgente. Liguei o chuveiro e deixei a água cair quente, tomando uma ducha rápida, o jato batendo forte na pele ainda sensível, lavando o suor, o creme, o gozo dele, mas não conseguindo apagar a sensação que ainda pulsava lá dentro.
Depois saí do quarto, conferi se o caminho estava livre e fui chamá-lo.
Descemos a escada correndo, com o coração na boca, rindo nervosos, como dois cúmplices fugindo de uma travessura. E que travessura gostosa, né??
Continua...