Capítulo 1

Jú, a cientista

Eu deitei, meio apreensiva, confesso. Ela sentou no meio das minhas pernas, o vibrador zunindo baixinho na mão dela, e ficou me olhando com uma cara de cientista prestes a fazer a primeira experiência da vida.

O primeiro toque foi na parte de dentro da minha coxa, bem longe de onde eu queria. Ela deslizou devagar, de baixo pra cima, e a vibração se espalhou pela pele inteira, arrepiando tudo no caminho. Minha perna estremeceu sozinha e ela riu, encantada com a reação, e repetiu na outra coxa só pra ver se acontecia de novo. Aconteceu. Ela foi subindo aos poucos, testando, parando, voltando um pouco, e eu já estava com a respiração curta antes mesmo de ela chegar perto.

Quando encostou nos grandes lábios, a vibração entrou fundo, grave, subindo por dentro de mim de um jeito que me fez fechar os olhos com força. Ela passou devagar por um lado, depois pelo outro, sem pressa nenhuma, e eu senti na hora o quanto eu já estava encharcada. O zumbido ficando abafado e diferente conforme ela deslizava. A Júlia percebeu também.

— Caralho, Rafa… tu tá muito molhada.

Falou rindo, meio maravilhada, e continuou explorando, atenta a cada movimento que eu fazia. Ela ainda deu mais uma volta ali antes de finalmente subir e encostar a ponta do vibrador no meu clitóris.

Soltei um gemido alto e meus quadris subiram da cama sozinhos. A vibração ali era outra coisa completamente diferente, direta, forte, sem nenhum filtro entre ela e o que eu estava sentindo. Ela segurou firme no lugar e eu tive que agarrar o lençol com as duas mãos, as pernas tremendo abertas dos dois lados dela. Quando eu comecei a gemer mais, ela apertou o botão e aumentou a intensidade, curiosa pra ver o que ia acontecer, e o que aconteceu foi eu quase subir na parede. O prazer vinha em ondas curtas e rápidas, cada uma mais funda que a anterior, o calor se espalhando pela barriga, pelas coxas, pelo corpo inteiro.

Ela estava concentrada, os olhos indo do vibrador pra minha cara e da minha cara de volta pro vibrador, sem perder um detalhe do efeito que aquilo estava fazendo em mim.

— Nossa, Rafa. Deve ser louco sentir isso grosso dentro, né? Faz em mim?

— Faço. Vem, deita aqui.

Ela se deitou tirando a calcinha, meio afobada, meio sem jeito, e tinha uma coisa experimental naquilo tudo que me deixava ainda mais louca. Comecei longe de propósito. Passei o vibrador pela barriga dela primeiro, devagar, depois pela virilha, pelas coxas, deixando o zumbido se espalhar pela pele sem chegar onde ela queria. A Júlia se remexeu na hora, as pernas se abrindo mais sozinhas, e eu vi o abdômen dela contrair a cada vez que eu passava perto e desviava. Ela levantou a cabeça pra olhar o que eu estava fazendo, a respiração já curta, e deixou cair de novo no travesseiro quando eu finalmente encostei o vibrador nela.

Foi só encostar e ela soltou um gemido que não parecia dela, alto, surpreso, quase um susto. Eu deslizei devagar por um lado e pelo outro, e o som do vibrador mudou na hora, abafado, molhado. Ele já estava escorrendo. O vibrador deslizava sozinho. Ela agarrou o lençol com as duas mãos e tentou ficar quieta, do jeito contido dela, e não conseguiu por muito tempo.

Subi pro clitóris e ela arqueou inteira, as coxas apertando dos dois lados da minha mão. Aquele corpo todo treinado, todo controlado, tremendo sem nenhuma coordenação, e eu ali olhando de camarote. Fiz círculos devagar, sentindo ela inchar e ficar mais firme embaixo do silicone, e cada vez que eu diminuía o movimento ela empurrava o quadril atrás do brinquedo.

Foi quando eu desci e encostei a ponta bem na entrada dela. Não enfiei. Só deixei ali, encaixada, pressionando de leve, e voltei a trabalhar o clitóris dela com os dedos da outra mão, em círculos firmes, no ritmo que ela já estava pedindo com o quadril. Ela sentia a vibração entrando fundo por baixo sem nada entrar de verdade, e a minha mão em cima sem dar trégua. A Júlia abriu os olhos de repente e me olhou, a boca aberta, e eu vi a hora exata em que ela perdeu o controle.

Ela gozou rápido, rápido demais, olhando na minha cara. Deu pra ver tudo: os olhos azuis-esverdeados perdendo o foco, a testa franzindo, a boca abrindo sem sair som nenhum por um segundo inteiro, até vir o gemido, alto, rasgado, sem nada da contenção de sempre. O corpo dela subiu da cama, o quadril empurrando contra a minha mão com força, e eu senti ela se fechar inteira em volta da ponta do vibrador, apertando em ondas, uma atrás da outra, cada uma puxando um gemido novo. As coxas tremiam dos dois lados, as mãos agarravam o lençol, e no meio daquilo ela ainda tentou fechar as pernas, num reflexo. Eu não deixei. Continuei com os dedos no clitóris e o gemido virou quase um grito. Ela gozou por um tempo que pareceu não acabar. As contrações vindo mais espaçadas no final, o corpo desabando de volta no colchão em pedaços: primeiro os ombros, depois o quadril, por último as pernas, abertas e bambas.

E eu não tirei. Continuei ali, com a ponta do vibrador na entrada, girando devagar, subindo até o clitóris e voltando, sentindo ela ainda pulsar contra o brinquedo enquanto descia. Ela estava toda arrepiada, a barriga subindo e descendo rápido, e mesmo assim já começou a empurrar o quadril pra baixo de novo, procurando, tentando fazer o vibrador entrar sozinho. Eu recuei alguns milímetros, só o suficiente pra ela não conseguir.

— Enfia, vai, por favor.

Gostou? Me segue no Instagram — posto bastidores, trechos novos e conversas que não cabem aqui.

Seguir no Instagram

Você também vai gostar de ler...

Ler capítulo
Brincando com o bullet
Capítulo 3
22 de maio de 2015
6 min de leitura

Eu empurrei Júlia na cama e a fiz gozar com o bullet e meus dedos. O corpo de bailarina tremeu sob meu controle. Prometi trazer os outros. Desejo proibido com a melhor amiga.

Ler capítulo
Ficando muito puta
Capítulo 2
03 de maio de 2015
7 min de leitura

Eu desço no pau grosso até o fundo, cavalgando gostoso. Ele goza fundo no meu cu e eu tremo em orgasmo. Desejo proibido me deixa mais puta.

Ler capítulo
Mamando no muquifo
Capítulo 7
03 de outubro de 2015
7 min de leitura

Nua no quartinho sujo de favela, obedeço ao comando e me entrego aos três homens. Vergonha e tesão explodem enquanto engulo paus enormes na garganta, cruzando limites perigosos no coração da escuridão. Até onde vai minha devassidão proibida?

Topo