Comecei a descer de verdade, devagar. O pau dele foi entrando centímetro por centímetro, esticando, preenchendo. Quando sentei até o fim, soltei o ar pela boca. Fiquei parada um segundo, sentindo ele latejar dentro do meu cu, quente e grosso.
Aí iniciei o movimento. Subia e descia com calma no começo, depois um pouco mais rápido, sentindo cada centímetro dele entrar e sair enquanto o lubrificante facilitava o vai e vem.
Em seguida deitei de ladinho enquanto ele metia e pedi pra ele continuar no cu. O pau dele entrou e ele perguntou se poderia socar com vontade, eu disse que sim.
— Isso, me fode, fode meu cuzinho.
Ele começou a meter mais forte, as estocadas profundas e ritmadas, enquanto as mãos apertavam e acariciavam meus seios com força. Os dedos dele pinçavam os mamilos já duros, puxando, apertando, mandando uma onda quente direto pra baixo da barriga. Eu gemia baixo, o corpo inteiro rebolando no ritmo dele.
Aquela posição era boa pra caralho. Além de deixar o cu mais aberto e confortável pra ele entrar fundo, me permitia ficar me tocando sem nenhum esforço. Deslizei a mão entre as pernas e comecei a esfregar o clitóris inchado, já encharcado. Os dedos deslizavam fácil no meio do meu próprio mel, circulando rápido, apertando de leve.
Fiquei assim, me masturbando enquanto ele metia. Cada estocada forte fazia meu corpo tremer, o cu esticando gostoso em volta do pau dele, e ao mesmo tempo o prazer subia forte pelo clitóris. Eu estava completamente entregue, o corpo quente, a respiração ofegante.
Foi nesse momento que lembrei do bullet. Aquele brinquedinho pequeno que eu tinha comprado. Seria perfeito pra usar naquela hora, pena que eu ainda não estava com ele.
Depois ele me pediu:
— Fica de quatro… quero gozar metendo assim.
Eu obedeci na hora. Virei de quatro, enterrei o rosto no travesseiro e empinei bem o bumbum, abrindo tudo pra ele. A posição também me deixava livre pra me tocar, então deslizei a mão entre as pernas e continuei esfregando os dedos na pepeca molhada, circulando o clitóris já inchado.
Ele encaixou o pau no meu cu de novo e começou a socar sem piedade. As estocadas eram fortes, rápidas, indo e vindo fundo. O som molhado e obsceno ecoava no quarto. Eu mordia a fronha do travesseiro com força, aguentando aquela dorzinha gostosa que misturava com o prazer, tentando não gritar alto demais.
— Caralho, Rafaella… você é muito gostosa! — ele gemeu enquanto acelerava ainda mais.
Ele socava cada vez mais bruto, as mãos apertando minha cintura, me puxando pra trás a cada metida. De repente ele parou com o pau todo atolado fundo no meu cu. Senti o corpo dele tremer, o pau latejando forte dentro de mim, e os jatos quentes e grossos enchendo meu cu enquanto ele gozava.
Mas eu ainda não tinha gozado. Continuei ali de quatro, com o pau dele ainda enterrado e escorrendo porra, esfregando os dedos com mais força no clitóris. O orgasmo veio de uma vez, avassalador. Uma onda quente e violenta percorreu meu corpo inteiro, fazendo as pernas tremerem sem controle, a buceta se contraindo forte, o corpo inteiro se contorcendo em êxtase enquanto eu gemia abafado contra o travesseiro, tremendo sem parar.
Permaneci um tempo deitada, só curtindo aquela sensação gostosa de relaxamento que ainda percorria o corpo. O cu latejava leve, a buceta molhada, as pernas moles. Depois de um tempo, virei o rosto pra ele e perguntei baixinho:
— Posso tomar um banho?
Rodrigo sorriu, ainda ofegante, e respondeu:
— Pode… mas só se eu puder tomar junto com você.
Aceitei na hora. Saímos do quarto e, logo no corredor, demos de cara com a mãe dele. Eu estava só de biquíni. Ela parou, me olhou de cima a baixo e ficou em silêncio. Eu juro que li o pensamento dela: “Uma pirralha dessa transando com meu filho”.
Rodrigo ficou parado do meu lado e murmurou um “mãe…” baixo, mas ela não respondeu. Só deu meia volta e foi embora. Meu rosto queimou de vergonha. Baixei a cabeça e entrei no banheiro atrás dele sem dizer nada.
Debaixo da ducha quente, o vapor subindo, a gente se beijou por um tempão. Beijos longos, molhados, línguas se enroscando enquanto a água escorria pelos corpos. Depois ele me virou de costas, colou o peito nas minhas costas e começou a esfregar o pau já meio duro na entrada da minha buceta. Ficamos assim um bom tempo, só no esfrega-esfrega lento e provocante, o corpo dele quente colado no meu, a água caindo sobre nós.
Quando voltamos pro quarto, deitamos de novo. Ele me puxou de conchinha, beijando meu pescoço e minha orelha enquanto conversávamos baixo.
Contei pra ele que, na primeira vez que a gente tinha ficado, eu ainda era virgem de verdade. Nunca tinha feito sexo oral nem anal com ninguém. O primeiro de tudo tinha sido meu primo… e agora ele era o segundo. Contei o lance inteiro, inclusive que eu tinha planejado perder o cabacinho com o Diego.
Rodrigo ficou quieto por uns segundos, acariciando meu cabelo. Depois falou, a voz baixa e séria:
— Eu queria ter sido o seu primeiro… de verdade. Mas eu esperaria o momento em que você realmente quisesse. Seu primo não te merece, Rafaella. Você merece alguém que te trate com respeito e carinho.
Ele fez uma pausa, me apertando mais contra o corpo dele, e completou:
— E eu… adoraria namorar com você.
Meu coração apertou. Era exatamente o que eu sonhava ouvir do Diego.
— Você sabe que eu gosto do Diego — respondi, a voz baixa.
Ele só sorriu de leve, sem demonstrar ciúme nenhum.
— Eu sei, mas não sou ciumento… só tô gostando muito de você. Quero continuar te vendo.
Eu respirei fundo e só comentei:
— Ah, melhor deixar rolar, né?
Rodrigo me levou de volta pra casa. Assim que cheguei, a primeira coisa que fiz foi pegar o celular e mandar mensagem pro Felipe, o gato da escola com quem eu tinha ficado. Depois daquele dia que a gente ficou, ele tinha começado a me convidar pra assistir filme na casa dele.
Olhei pra tela, dedos rápidos. Achei o nome dele na lista, digitei uma mensagem breve e cliquei em enviar:
“O convite do filme ainda tá de pé?”
Às vezes eu acho que sou muito puta.