Diego deu uma risadinha, se divertindo com a minha reação. E eu, que era bem fresca e mimada nessa época, imagine só a minha cara! Saí correndo pro banheiro, lavei a boca às pressas e depois fui até o armário, peguei o primeiro vestido que vi e vesti rapidinho. Fui direto pra cozinha, desesperada atrás de um copo de suco, precisava urgentemente de algo que tirasse aquele sabor amargo da boca.
Aproveitei pra verificar se estava tudo tranquilo pro meu primo descer. A casa parecia silenciosa, os empregados na área de serviço. A ideia era voltarmos pra piscina, como se nada tivesse acontecido, como se eu não tivesse acabado de engolir o gozo dele e saído correndo feito louca.
Voltei ao quarto pra dizer que deveríamos descer logo, mas Diego estava atrás da porta e me deu o maior susto! Ele me agarrou, ainda nu, o corpo quente colando no meu de repente, e me prensou contra a parede. Não perdeu tempo: já veio arrancando meu vestido num puxão rápido, o tecido rasgando de leve na costura, me deixando igualmente nua. Nem tive como reagir. Quando percebi, a sua boca já estava colada na minha. O beijo veio faminto, intenso, daquele jeito que faz a gente perder o fôlego com a língua invadindo sem pedir, dentes mordendo meu lábio inferior de leve.
Em segundos meu corpo inteiro ardia como se tivesse pegando fogo, o calor subindo da barriga pro peito, pros braços, pras coxas. As mãos dele deslizaram pela minha cintura e desceram firmes, apertando minha bunda com força, os dedos cravando na carne macia e me puxando mais ainda contra ele. Eu amo essa pegada forte! Sério, quando o cara me beija desse jeito, apertando minha bunda, eu simplesmente piro. Perco todo o controle, o corpo amolecendo contra o dele.
Quando ele me puxou assim e me colou ao corpo dele, percebi logo o quanto ele continuava excitado. O pau duro roçava quente e latejante no meu ventre, a pele queimando contra a minha, me deixando louca. Eu já estava tão molhada que sentia o calor escorrendo devagar pelas coxas internas, o corpo implorando por ele, com uma vontade absurda de me entregar de vez… mesmo com minha cabeça ainda gritando: “ainda não, garota, segura essa onda.”
— Diego… para… — pedi, quase sem voz, a respiração entrecortada.
Ele me virou de costas contra a parede, espalhando beijos pelo meu pescoço e mordendo de leve a pele sensível, enquanto as mãos apertavam meus seios com força, os polegares roçando os bicos endurecidos. Ao mesmo tempo, senti a ponta do pau se esfregando na minha bundinha, o quadril dele pressionando contra o meu, me imprensando na parede fria. Eu sentia o calor do corpo dele queimando contra o meu, e o meu também ardia, em chamas. Meu corpo respondia sozinho, rebolando devagar, enquanto ele continuava se esfregando no meu bumbum, me provocando, me arrancando gemidos cada vez mais altos que saíam roucos da garganta.
— Tô louco por você, Rafa… sente como minha piroca tá dura de novo. Quero tanto meter em você… — sussurrou bem no meu ouvido, a voz grave e carregada de tesão, o hálito quente arrepiando a pele do pescoço.
Não consegui responder nada. Eu só rebolava e gemia, completamente entregue, o corpo tremendo de leve contra o dele.
De repente ele me pegou pela cintura e me carregou até a cama. Me jogou de bruços nos lençóis amassados e se deitou por cima, colando o corpo pesado no meu. A boca voltou pro meu pescoço, espalhando beijos molhados que desciam até a minha nuca, enquanto ele esfregava o pau na minha bundinha, me deixando ainda mais molhada, o atrito quente enviando ondas de prazer pelas costas.
Eu gemia sem controle, me arrepiando a cada investida dele por trás, o peso do corpo dele me prendendo gostoso contra o colchão.
— Você não faz ideia do quanto eu te quero, Rafa… — murmurou, a voz rouca queimando no meu ouvido.
— Fica de quatro agora pra mim… e empina bem essa bunda — ordenou, firme, de um jeito até autoritário.
Obedeci sem pensar, me posicionando na beirada da cama, com o coração disparado, os joelhos afundando no colchão. As mãos dele agarraram meu quadril com força, me mantendo no lugar, enquanto a boca espalhava beijos quentes pelas minhas costas, subindo até a minha nuca, me deixando em choque de prazer, a pele formigando onde os lábios encostavam.
De repente senti os dedos dele acariciando meu bumbum até deslizarem pra frente, e logo um dedo entrou na minha vagina molhada, escorregando fácil, quente e firme.
— Olha só como você tá pronta pra mim… toda molhadinha — ele sussurrou, excitado.
Um gemido mais alto escapou da minha boca, e meu corpo inteiro vibrou, uma mistura de arrepio e tesão que quase me fez perder o ar. O dedo dele começou a se mover dentro de mim, devagar no começo, quase brincando, e depois foi acelerando, me deixando sem fôlego. A outra mão apertava meu quadril com força, como se quisesse me dominar por inteiro.
Cada investida do dedo me arrancava gemidos mais altos. Eu já rebolava contra a mão dele, querendo mais, implorando sem palavras para que não parasse, o corpo se movendo sozinho ao ritmo dele.
— Isso… geme pra mim, Rafa… adoro te ver assim — disse baixinho, a respiração quente me arrepiando inteira.
Meu corpo respondia sozinho, o prazer subindo cada vez mais rápido, como se fosse explodir a qualquer instante.
Sem esperar, senti um dedo molhado forçando a entrada do meu ânus. Arfei surpresa, gemendo alto, o corpo inteiro em choque com aquela invasão inesperada, a sensação estranha e quente se espalhando devagar.
— Aaaaai, Diego… — escapou da minha boca, entre prazer e espanto.
Ele riu baixinho, enquanto o dedo deslizava no meu cu, explorando cada vez mais fundo, me arrepiando da cabeça aos pés, a pele toda sensível e formigando.
Meu corpo tremia, dividido entre a estranheza e o tesão absurdo que aquilo me causava.
— Gosta disso, né? Rebola pra mim, vai, safadinha — ele provocou, sussurrando baixo.
E a verdade é que eu tava gostando sim. Muito. O corpo inteiro vibrava com aquela invasão lenta, estranha e quente que me fazia arrepiar da nuca aos pés.
Antes que eu pudesse responder, senti outro dedo forçando junto ao primeiro. Arregalei os olhos, gemendo ainda mais alto, a respiração toda descompassada, o ar saindo em golfadas curtas e quentes. Os dois dedos começaram a se mover dentro de mim, me alargando devagar. A sensação era intensa, estranha e deliciosa ao mesmo tempo, uma mistura de aperto que queimava de leve e um prazer que subia devagar pela barriga, arrancando de mim gemidos cada vez mais desesperados. Eu já me contorcia, me agarrando nos lençóis, o tecido amassando entre os dedos, o corpo inteiro respondendo, tremendo, pedindo mais sem que eu precisasse dizer uma palavra.
— Assim… relaxa pra mim… deixa eu te abrir todinha — ele sussurrava, excitado, enquanto a boca lambia e mordia a minha nuca, os dentes roçando a pele sensível e deixando um rastro de calor úmido.
Continua...