— Vamos, Rafa… vai ser divertido — insistiu, sem nem disfarçar o sorriso safado.
De repente, meu primo tirou a sunga bem ali na minha frente, como se fosse a coisa mais natural do mundo. O tecido caiu no piso, e ele pulou na piscina nu, a água se abrindo em ondas ao redor do corpo dele. Eu simplesmente congelei. Fiquei em choque vendo ele pelado diante de mim, a visão dele inteiro me deixando sem reação, o pulso acelerando nas têmporas.
— Vem, Rafa, tira a blusa e pula logo — disse ele, continuando a insistir.
Olhei rápido ao redor, só pra ter certeza de que não havia ninguém por perto. Pensei em entrar com a camiseta e só tirar dentro d’água, mas ele cortou minha tentativa na hora:
— Para de vergonha… tira logo, eu já vi seus peitos.
Engoli seco, hesitei, sentindo o rosto queimar inteiro. Mas acabei cedendo. Puxei a camiseta devagar, o tecido roçando na pele ainda úmida, sentindo o ar fresco bater direto nos seios. Diego ficou parado me olhando, como se estivesse hipnotizado, admirando cada centímetro. Minhas bochechas queimavam de vergonha, mas ao mesmo tempo uma excitação tomou conta de mim, quente, insistente, fazendo os mamilos endurecerem mais sob o olhar dele.
Respirei fundo e, apenas de shortinho, pulei na piscina. A água morna envolveu meu corpo de uma vez, subindo pelas coxas, pela barriga, pelos seios expostos. Diego veio rápido, me encostou na borda com cuidado, o corpo dele colado no meu. Sem hesitar, abaixou a cabeça e começou a chupar meus seios. A língua dele brincava nos mamilos duros, circulando devagar primeiro, depois sugando com mais força, alternando entre os dois. Eu não consegui segurar: gemi alto, completamente entregue àquela sensação deliciosa, o som ecoando baixo na área da piscina, o corpo tremendo de prazer enquanto ele me prendia ali, boca quente e faminta na minha pele.
Então ele sussurrou no meu ouvido, a respiração quente roçando a pele do pescoço, que queria me levar pro quarto e continuar me beijando na cama, devagar, sem pressa. Meu coração disparou na hora, um frio na barriga misturado com aquele calor que já me consumia. De início, tentei relutar, balbuciando um "não sei se é uma boa ideia", mas ele prometeu baixinho que não faria nada que eu não quisesse, aqueles olhos de cachorro pidão fixos nos meus. E no fim… acabei concordando, derretendo sob aquele olhar. Ele era tão irresistível que eu simplesmente não conseguia dizer não.
Saímos da piscina e eu vesti de novo a camiseta dele, tentando me recompor, puxando o tecido úmido sobre a pele arrepiada, sentindo o cheiro dele grudado no pano. Mas o Diego… o Diego saiu da água com pau duro e enorme balançando no meio das pernas. Fiquei sem reação, mordendo os lábios com força, apenas admirando como ele era lindo assim, nu, como veio ao mundo, a água ainda escorrendo pelos músculos definidos, pingando devagar no piso. Ele ria, com a maior naturalidade do mundo, enquanto pegava a sunga pra vestir, como se aquilo tudo fosse a coisa mais normal da tarde.
Fui na frente, de coração acelerado, passos rápidos e silenciosos pelo corredor, só pra ter certeza de que o caminho estava livre e o Diego pudesse subir sem ser visto. Assim que ele entrou no meu quarto, tranquei a porta com um clique seco. Ele não perdeu tempo: veio me puxando pela cintura, colando o corpo ainda molhado no meu, e me beijou com tanta vontade que eu perdi o ar, sentindo um calor subir rápido do fundo da barriga e me deixar pegando fogo.
Ele arrancou a camiseta que eu vestia num movimento só, e me empurrou contra a parede, me prensando com o corpo inteiro de um jeito quase animal, como se quisesse me devorar ali mesmo. As mãos dele deslizavam pela minha cintura e subiam devagar, apertavam meus seios com força, os polegares roçando os mamilos sensíveis, me fazendo arquear as costas sem querer. Eu só conseguia gemer baixinho, completamente rendida, o som saindo rouco, preso na garganta.
A sua boca alternava entre meus lábios e meu pescoço, deixando beijos molhados e mordidas leves que faziam meu corpo inteiro estremecer, a pele formigando onde os dentes encostavam. Eu tentava agarrar nos ombros dele, as unhas cravando de leve na carne molhada, mas era como se o Diego tivesse tomado conta de mim por inteira, me dominando contra a parede. Cada investida da língua na minha boca, cada chupada no meu pescoço, me deixava mais mole, mais entregue. Aquilo era incrível demais, o corpo dele pressionando o meu, o calor dele me envolvendo.
— Você me deixa louco, Rafa… — ele sussurrou rouco, a voz grave vibrando contra minha pele, enquanto apertava minha bunda com as duas mãos, me puxando forte contra a ereção dele.
Fiquei enlouquecida com isso. Perdi totalmente o controle e comecei a me esfregar nele, sentindo o membro duro roçando bem ali na minha bucetinha, só separado pelo shortinho fino e encharcado. Eu estava tão molhada, excitada mesmo, o tecido grudando na pele sensível, cada movimento enviando ondas quentes pelo corpo inteiro. Fiquei assim por alguns instantes, me esfregando contra ele devagar, gemendo baixinho, como se o mundo tivesse parado só pra nós dois, só pro calor, pro atrito, pro desejo que não cabia mais dentro de mim.
E então ele simplesmente me pegou no colo, com a maior facilidade, como se eu não pesasse nada. As mãos grandes e quentes deslizavam pelas minhas coxas, subindo devagar, explorando cada centímetro da pele ainda arrepiada da piscina. Eu estava toda tremendo, mordendo os lábios entre um gemido baixo e outro, sentindo o ar fresco do quarto contrastar com o calor que subia do meu corpo inteiro.
Ele me deitou na cama com cuidado, mas sem delicadeza, e logo a boca voltou pros meus seios. Sugou com força, a língua quente circulando os mamilos enrijecidos em movimentos lentos e depois mais rápidos, me fazendo arquear as costas sem querer. Eu já não conseguia pensar em mais nada. Só fechei os olhos e deixei o prazer tomar conta, o corpo se rendendo inteiro ao que ele fazia.
De repente senti os dedos dele na barra do shortinho encharcado. Sem pressa, quase provocando, ele começou a deslizar o tecido pelas minhas pernas, o algodão molhado roçando devagar na pele sensível das coxas. Meu coração batia a mil por hora, parecendo que ia explodir no peito. Quando percebi, já estava completamente nua diante dele, exposta, vulnerável, o ar do quarto batendo direto na pele quente.
— Nossa, Rafa… como você é linda! — murmurou, com os olhos avelãs brilhando de um jeito que me desmontava.
Ele ficou ali, parado, me olhando como se admirasse cada detalhe do meu corpo. Eu mordi os lábios, envergonhada e excitada ao mesmo tempo, sentindo o calor subir pelo rosto e pelo pescoço, deixando as bochechas queimando.
Continua...