Eu estava de quatro na espreguiçadeira, bunda bem empinada, o coração na garganta batendo tão forte que eu sentia na buceta. O corpo inteiro tremia — nervoso, medo, tesão misturados numa coisa que não dava para separar. A pele ainda ardia dos tapas, o cuzinho piscando de ansiedade, e eu só conseguia respirar rápido, esperando o que viria.
Diego olhou para os dois irmãos e apontou com o queixo.
— Gabriel primeiro. O Adriano é muito grande, deixa o irmão abrir caminho para ela aguentar.
Gabriel se aproximou rápido, já com o pau lubrificado, a respiração acelerada. Ele se posicionou atrás de mim, segurou minha cintura com as mãos trêmulas de tesão e encostou a cabeça no meu cuzinho. Eu senti a pressão, fechei os olhos por um segundo.
Diego se inclinou perto do meu rosto, voz baixa e rouca, falando bem perto do meu ouvido para que cada palavra entrasse direto na minha cabeça.
— Relaxa esse cuzinho, putinha. Abre para ele. Deixa o Gabriel te foder gostoso. Você quer isso, né? Quer ser usada pelos meus amigos enquanto eu assisto.
Cada frase dele era como um choque elétrico direto na buceta. Meu corpo se contorcia sozinho, a buceta pingando no tecido da espreguiçadeira. Eu gemia baixinho só de ouvir ele falar assim.
— Isso, boa menina… empina mais. Mostra para ele como você é obediente. Mostra que você é minha cadelinha de verdade.
Gabriel empurrou devagar. A cabeça entrou, depois mais um pouco. Doía, ardia, mas o tesão era maior. Eu empurrava para trás sem nem pensar, querendo mais, querendo agradar o Diego.
E ele continuou falando:
— Isso… toma tudo. Geme alto. Deixa eu ouvir como você gosta de levar no cu.
Gabriel começou a meter devagar, depois mais rápido. Eu gemia alto, quase choramingando, mas de prazer. O pau dele entrava e saía, abrindo caminho, e eu sentia cada veia, cada pulsada.
Diego não parava de falar:
— Olha como ela engole, caralho… que putinha gulosa. Você nasceu pra isso, Rafa. Nasceu pra ser fodida por quem eu mandar.
Quando Gabriel gozou, ele gemeu alto, se enterrou todo e jorrou dentro de mim. Eu senti quente, grosso, enchendo tudo. Ele saiu devagar, e eu fiquei ali, ofegante, o cu aberto, porra escorrendo devagar pela entrada.
Diego riu baixo.
— Agora o Adriano. Abre bem, porque ele é grande mesmo.
Adriano veio por trás, o pau grosso, vermelho, pulsando. Ele passou mais lubrificante, esfregou a cabeça no meu cuzinho melado de porra do irmão e empurrou. Doeu para caralho. Eu soltei um grito abafado, lágrimas vieram nos olhos na hora. Era muito grande, esticava tudo, parecia que ia me rasgar. Mas ao mesmo tempo, meu Deus, eu queria aquilo. Queria aguentar tudo por ele.
— Aguenta, cadelinha — Diego murmurou, passando a mão no meu cabelo molhado. — Chora se quiser, mas não para. Você ama isso, né? Ama sentir esse pauzão te abrindo toda.
Eu chorei mesmo, lágrimas escorrendo pelo rosto, mas não pedi para parar. Empurrava a bunda pra trás devagar, sentindo ele entrar mais fundo a cada estocada. Adriano metia forte, segurando minha cintura com força, gemendo alto, rindo entre os dentes enquanto socava.
— Caralho, que cu apertado… ela está engolindo tudo — ele disse, olhando pro Diego.
Diego se aproximou mais, viu o estrago, viu o cu todo aberto, vermelho, melado de lubrificante e porra.
— Caralho, tu tá toda gozada nesse cu… tem mais porra aí do que água na piscina, sua putinha. Você gosta, né? Gosta de ficar assim, cheia de porra dos meus amigos.
Ele passou a mão na minha bunda, enfiou dois dedos juntos.
Adriano acelerou, grunhindo, e gozou forte, jatos grossos enchendo tudo de novo. Quando saiu, o cu ficou aberto, porra branca escorrendo devagar, pingando no chão. Eu tremia inteira, chorando baixo, mas a buceta latejando tanto que eu sentia que ia gozar só de sentir aquilo tudo saindo de mim.
— Espera… deixa eu encher mais um pouco. Abre esse cuzinho pra mim também. Vou botar mais porra aí dentro até escorrer pelas suas coxas.
Diego se ajoelhou atrás de mim por último, passou a mão na porra que escorria, espalhou na cabeça do pau dele e encostou.
— Agora é minha vez, putinha.
E meteu tudo de uma vez.
Diego meteu mais fundo, mais forte, segurando minha cintura como se eu pudesse escapar — e eu não queria escapar. Ele grunhiu baixo, quase um rosnado, e gozou tudo dentro de mim. Senti os jatos quentes enchendo o cu já cheio, pulsando, transbordando. Quando ele saiu devagar, a porra escorreu grossa, branca, misturada com a dos outros dois, pingando pelas minhas coxas, caindo no tecido da espreguiçadeira.
Virei de lado, deitei ali mesmo, as pernas tremendo tanto que não paravam. O corpo inteiro tremia — não só de cansaço, mas de uma felicidade estranha, esquisita, que eu não conseguia explicar. Eu estava destruída: o cu doía horrores, ardia como se tivesse sido rasgado, latejava a cada respiração, mas ao mesmo tempo eu me sentia… satisfeita. Plena. Como se tivesse exatamente onde eu precisava estar.
Esperei ali, deitada de lado, olhando para o céu que começava a ficar laranja. A porra continuava saindo devagar do meu cu, escorrendo quente e grossa, molhando a bunda, a coxa, o chão. E eu não me mexi para limpar. Deixei sair. Deixei marcar. Me sentia estranhamente senhora de mim mesma, mesmo estando ali toda usada, toda aberta, toda gozada.
Comecei a pensar.
Será que eu fazia aquilo por amor ao Diego? Porque eu queria agradar ele, porque eu queria ser a putinha perfeita que ele mandava eu ser? Ou será que eu gostava mesmo? Gostava de verdade? Gostava de sentir o pau de outros caras me abrindo, de ouvir os gemidos deles, de saber que o Diego estava ali assistindo tudo, batendo uma devagar, os olhos fixos em mim como se eu fosse o melhor show da vida dele?
As duas coisas juntas, provavelmente. Eu amava o Diego. Amava o jeito que ele me olhava, o jeito que ele mandava, o jeito que ele me transformava. Mas também… caralho, eu ficava louca de tesão sabendo que ele estava vendo. Sabendo que ele se excitava loucamente me vendo ser comida por outros. O pior: ele percebeu que eu também curtia. Percebeu que eu gemia mais alto quando olhava para ele, que minha buceta pingava mais quando ele falava “toma tudo, putinha” enquanto outro me fodia.
Ele, meu primo Diego, era voyeur. Só fui descobrir isso algum tempo depois. Ele se excitava me exibindo pros amigos, me transformando exatamente no que prometeu: uma vadia obediente, sempre pronta para abrir as pernas quando ele mandasse. Para quem ele mandasse.
Adriano e Gabriel ainda estavam ali perto, rindo baixo, bebendo cerveja, comentando como eu era “gostosa pra caralho”, como meu cu aguentou tudo. Diego só sorria, satisfeito, passando a mão devagar no meu cabelo molhado enquanto eu tremia de lado.
— Boa menina — ele sussurrou, só para mim. — Você foi perfeita.
Eu fechei os olhos. O cu doía, o corpo doía, mas por dentro eu estava em paz. Estranhamente feliz. Como se tivesse descoberto uma parte de mim que eu nem sabia que existia.
E eu queria mais.