Saí pingando, o corpo todo molhado, o coração acelerado batendo na garganta. A calcinha do biquíni ainda de lado, os peitos nus balançando enquanto eu caminhava até ele. A água escorria pelas coxas, misturada com o mel que já estava saindo de mim.
Diego me puxou para perto com uma mão na nuca, me trouxe até a borda e mandou, voz baixa e firme:
— De joelhos.
Obedeci na hora. Ajoelhei ali no piso quente e molhado da borda da piscina, os joelhos queimando na ardósia. Ele segurou meu cabelo molhado com força, deu um puxão de leve para trás, me fazendo erguer o rosto e olhar direto nos olhos dele contra o sol.
— Boa menina — murmurou, o polegar roçando meu lábio inferior. — Agora mostra para mim o quanto você gosta de obedecer.
Meu corpo inteiro tremia de tesão, de vergonha, de vontade. Olhei para o lado rápido e vi o Gabriel ainda na água, me encarando, o pau duro na mão, esperando o que viria em seguida.
Mas meus olhos voltaram para o Diego. Era nele que eu queria me perder.
— Agora que você não é mais virgenzinha, sabe o que vou fazer com você?
Diego me olhava de cima, ainda segurando meu cabelo molhado com firmeza, mas sem puxar forte demais. A voz dele estava calma, quase carinhosa, mas carregada de uma autoridade que fazia meu corpo inteiro responder antes mesmo da minha cabeça.
— Vou te transformar numa verdadeira putinha. E vai começar agora. A partir de hoje, você dá para quem eu mandar. Entendeu?
Meu coração disparou tanto que parecia que ia sair pela boca. Eu estava ajoelhada ali, pingando água, peitos nus, calcinha do biquíni ainda de lado, mel escorrendo pelas coxas misturado com a água da piscina. Olhei para cima, para os olhos dele, e senti um misto louco de medo, vergonha e um tesão que queimava tudo por dentro.
Ele não esperou resposta. Enfiou o pau na minha boca devagar no começo, segurando minha nuca com uma mão enquanto a outra mantinha o cabelo preso. Fodeu minha boca devagar, depois mais fundo, mais rápido. Eu engasgava, saliva escorrendo pelos cantos da boca, pingando no meu queixo e no chão molhado. Meus olhos lacrimejavam, mas eu não tirava o olhar dele. Queria que ele visse que eu estava ali, inteira, para ele.
— Fala que você é a minha putinha.
Tirei o pau da boca só o suficiente para falar, voz rouca, engasgada:
— Sou sua putinha, Diego…
— Agora confessa que você adora chupar pica.
— Sim… adoro chupar… — murmurei entre os engasgos, a saliva escorrendo mais ainda enquanto ele voltava a meter.
Ele se levantou de repente, tirou o pau da minha boca com um estalo molhado. Olhou para os lados e chamou, rindo:
— Adriano. Gabriel. Vem aqui.
Os dois se aproximaram rápido. Adriano já estava com o pau duro na mão, sem vergonha nenhuma, sorriso safado no rosto. Gabriel veio mais hesitante, mas igualmente excitado, o pau apontando para cima, vermelho de tanto tesão acumulado.
Diego me olhou de novo, ainda segurando meu cabelo.
— Agora quero assistir você chupando os dois juntos.
Ele fez uma pausa curta, só para as palavras entrarem bem fundo em mim.
— Vai. Cai de boca.
Eu me ajeitei de joelhos, o piso estava quente machucava um pouco a pele, mas eu nem liguei. Meu corpo inteiro estava quente, tremendo. Olhei para os dois paus na minha frente — o do Adriano era enorme, veias marcadas, a cabeça brilhando; o do Gabriel mais reto, longo, pulsando.
Passei a língua primeiro no do Adriano, lambendo devagar da base até a cabeça, sentindo o gosto salgado misturado com cloro da piscina. Depois virei para o Gabriel, chupei a cabecinha dele com mais carinho, rodando a língua enquanto ele soltava um gemidinho baixo.
Os dois gemeram ao mesmo tempo. Eu alternava, chupando um, depois o outro, às vezes tentando colocar os dois juntos na boca, as bochechas esticadas, saliva escorrendo sem parar. Minhas mãos subiam e desciam nos dois, masturbando enquanto a boca trabalhava. Olhava de vez em quando para o Diego, que estava de pé ali perto, batendo uma devagar, os olhos fixos em mim com uma mistura de orgulho e desejo puro.
Eu sentia tudo: a humilhação de estar ali de joelhos chupando dois caras enquanto o Diego assistia, o tesão absurdo de saber que eu estava obedecendo exatamente o que ele mandou, a buceta latejando vazia, querendo ser preenchida.
Era o começo.
— Pessoal, vamos foder o cu dessa putinha, vamos?
Diego disse isso alto o suficiente para os dois ouvirem, com aquele tom de quem está dando a ordem final e se divertindo pra caralho ao mesmo tempo. Ele me arrastou pela mão até a espreguiçadeira que ficava mais afastada, quase como se eu fosse uma princesa cujo castelo tinha sido tomado e agora fosse entregue aos homens para ser usada. Eu estava nervosa, o corpo inteiro tremendo, mas ao mesmo tempo completamente entregue. Ondas de espasmos subiam pelas minhas pernas, pela barriga, pelo peito. Era quase um transe, uma vertigem. Eu não queria escolher nada. Só queria ser levada, ser usada, deixar que eles fizessem exatamente o que o Diego mandasse.
Ele me empurrou de bruços na espreguiçadeira, o tecido quente de couro da almofada queimou a minha pele molhada. Ele puxou minha bunda para cima, me deixou de quatro com os joelhos abertos, a calcinha do biquíni já toda de lado. Senti o ar batendo na buceta exposta e no cuzinho ainda sensível do que tinha rolado mais cedo.
Diego se ajoelhou atrás de mim primeiro. Enfiou a língua na minha buceta devagar, lambendo em movimentos longos, me abrindo com a língua achatada. Depois focou no clitóris, chupando forte enquanto os polegares abriam meus lábios, me expondo toda. Eu gemia baixo, empurrando para trás sem nem perceber, o corpo implorando por mais, mesmo com a cabeça girando de nervoso.
Ele parou de repente, se levantou e olhou para os outros dois, que já estavam ali perto com os paus duros na mão, rindo entre si como se fosse a melhor brincadeira do mundo.
— Cada um vai meter nesse cuzinho apertado dela — anunciou Diego, voz firme, mas com um sorriso safado nos lábios. — Mas antes ela vai levar uns tapas. Para aprender o lugar dela.
E me deu um tapa forte bem na nádega direita. O estalo ecoou alto, a ardência subiu quente e rápida pela pele.
— Gosta de apanhar?
— Não! — Falei quase gritando, a voz saindo tremida por causa da dor.
— Mas vou te fazer gostar. — Outro tapa, mais forte ainda, do outro lado. A pele queimou, eu soltei um gritinho abafado.
— Para, Diego, dói…
— É para doer mesmo, cadelinha. Aguenta!
E deu mais um, depois outro, alternando os lados, cada tapa fazendo minha bunda tremer e o som molhado da pele contra pele se misturar com as risadas baixas do Adriano e do Gabriel. Eles estavam se divertindo para caralho — Adriano batendo uma devagar enquanto comentava “olha como ela fica vermelha”, Gabriel rindo nervoso, mas com os olhos brilhando de tesão puro.
Diego parou quando minha bunda já estava quente, marcada de vermelho, latejando. Passou a mão devagar por cima das marcas, apertando de leve, e murmurou perto do meu ouvido:
— Agora você vai abrir esse cuzinho para eles. Um de cada vez e vai gemer bonitinho, porque eu quero ouvir.
Ele se afastou um pouco, sentou na cadeira ao lado como quem assiste espetáculo, pau na mão e batendo uma devagar.
Adriano foi o primeiro a se aproximar, ainda rindo, passando lubrificante no pau dele enquanto olhava para mim.
— Relaxa, gostosa. Eu sei que você gostou da última vez!
Gabriel ficou do lado, esperando a vez, mordendo o lábio.