Terça-feira, 26 de maio de 2015
Ai meu Deus, diário… hoje eu praticamente não vivi direito. Passei o dia inteiro na escola com a cabeça completamente ocupada pelo Diego e por tudo que rolou ontem.
Era um frio na barriga constante, mas ao mesmo tempo um calor subindo, uma inquietação que não explicava. Toda vez que eu fechava os olhos por dois segundos já via ele em cima de mim, o peso do corpo dele, a boca dele no meu pescoço, a mão apertando minha coxa, e pronto, já ficava encharcada de novo, ali mesmo na sala de aula! Tive que ficar apertando as pernas o tempo todo para tentar disfarçar.
Mal conseguia prestar atenção na professora. Só contava os minutos para o sinal tocar. Olhava o relógio a cada cinco segundos, o coração acelerado, imaginando a hora que eu ia poder sair correndo dali e ir direto para a casa dele, ansiosa para me jogar em seus braços, sentir seu cheiro de novo, e só abrir as pernas sem precisar dizer uma só palavra.
Estou louca para sentir ele me rasgando inteira de novo.
Terça-feira, 26 de maio de 2015
12h45
Saí da escola com a Carol e fui direto para a casa dele.
Almoçamos os quatro: eu, Diego, a Carol e a mãe deles. Tentei me comportar, responder as perguntas da tia, sorrir, fingir normalidade, mas por baixo da mesa minha perna tremia que nem vara verde. Diego me olhava de canto de olho, com aquele sorrisinho de quem já sabe o que vai acontecer em seguida.
Assim que os pratos foram recolhidos, ele me chamou com um aceno discreto. “Vem aqui um segundo”. Subi atrás dele para o quarto e, no segundo que a porta fechou, ele já estava arriando a bermuda.
— Olha só o estado que você me deixa, sua putinha…
Meu Deus, a boca encheu d’água na hora. O pau dele duro, pulsando, apontando para mim. Eu nem pensei, e ajoelhei ali mesmo no chão do quarto e abocanhei, engoli ele inteiro. Chupei com vontade, babando, gemendo baixinho enquanto ele segurava minha nuca e fodia minha boca devagar com um movimento gostoso de quadris.
Eu sei que você vai querer perguntar: Mas nem um beijo ou um carinho antes?
Não. Às vezes era exatamente assim. Ele nem me beijava. Só mandava cair de boca e chupar, como se quisesse me lembrar o tempo todo: “Rafa, você não é minha namorada. Você é só a minha putinha que eu uso quando eu quiser”. E o pior — ou o melhor? — É que isso me deixava ainda mais louca de tesão.
Depois de uns minutos, minha boca estava dormente e dolorida de tanto chupar, e então, ele me puxou pelos cabelos, ordenando que eu ficasse de quatro na cama.
— Diego… camisinha, por favor…
Homens sempre esquecem de levar preservativos e isso era sempre um problema.
— Relaxa, hoje eu quero só seu cuzinho.
Fiquei de quatro na cama, bunda bem empinada, joelhos afundados no colchão, o corpo inteiro tremendo de expectativa. Meu coração batia tão forte que eu sentia ele bater na buceta.
Diego se posicionou atrás de mim. Primeiro vieram os dedos — dois dessa vez, entrando de uma vez, bem fundo e sem dó. Ele mexia rápido, curvando eles lá dentro, batendo naquele lugarzinho bom. O barulhinho molhado era alto demais, vergonhoso, e isso só me deixava mais encharcada. Eu empurrava a bunda para trás sem nem perceber, querendo mais, gemendo baixinho no travesseiro.
— Caralho, como você tá melada… — ele murmurou, com a voz grossa de tesão. Tirou os dedos devagar, só para me provocar, e logo senti a falta, aquele vazio que me deixava nervosa de ansiedade.
Aí veio a boca.
Ele abriu minha bunda com as duas mãos, me expondo toda, sem pressa. Senti o ar frio batendo na pele que queimava molhada, e depois a língua dele, quente, aberta, lambendo devagar da entrada até em cima, passando de leve no cuzinho só para me fazer arrepiar inteira. Ele lambeu em movimentos longos, saboreando, depois focou no clitóris — chupando forte, sugando com vontade, mordiscando de leve enquanto eu tremia e gemia mais alto do que deveria.
Ao mesmo tempo, enfiou dois dedos de novo na xota, fodendo rápido com eles enquanto a boca não parava de sugar meu grelo. Era demais. Eu sentia tudo pulsando, a buceta apertando os dedos dele, o mel escorrendo pelas coxas, ele lambendo tudo como se fosse o melhor sabor do mundo. Meus braços fraquejaram, eu caí de cotovelos, bunda ainda mais empinada, implorando sem palavras.
Estava tão perto de gozar que minhas pernas tremiam descontroladas. A língua dele batia rápido no clitóris, os dedos socando forte lá dentro, e eu só conseguia choramingar o nome dele.
Aí ele parou de repente. Tirou a boca e os dedos. Antes que eu pudesse reclamar, senti a cabeça grossa do pau dele roçando na entrada da minha xota, abrindo os lábios devagar e então, meteu tudo de uma vez, até o fundo.
— Diego! A camisinha… — reclamei mais uma vez, a voz saindo toda tremida, meio desesperada, mas meu corpo inteiro traindo, a buceta pulsando em volta dele, apertando como se quisesse segurar ele lá dentro para sempre.
Ele só deu uma risada baixa, rouca, daquelas que me arrepiam inteira. As mãos grandes agarraram minha cintura com força, me prendendo ali, me matando no lugar. Depois subiu uma delas até minha nuca, enroscou os dedos no meu cabelo e puxou minha cabeça para trás, me arqueando como se eu fosse uma puta de verdade.
— Eu que dou ordem aqui, tá ouvindo? — A voz dele saiu baixa, perigosa, colada no meu ouvido. — Mas fica calminha… não vou gozar dentro. Ainda.
E aí ele deu duas metidas lentas, fundas, só para eu sentir mesmo. Cada estocada fazia o pau dele abrir caminho, esticando tudo, roçando nas paredes que estavam sensíveis para caralho depois da chupada e dos dedos. Eu sentia ele inteiro, a grossura, o calor, a veia pulsando… era como se meu corpo inteiro se lembrasse que ele estava me usando, me preenchendo, me dominando. Soltei um gemido rouco, quase um choramingo, as pernas tremiam tanto que quase desabei.
Ele parou de repente. Tirou tudo de uma vez, deixando aquele vazio que dói. Eu vi ele saindo de perto de mim e indo até o armário e voltou com o tubinho de lubrificante na mão. Meu coração disparou mais ainda.
Antes de abrir, ele se inclinou sobre mim de novo, a boca bem perto da minha orelha.
— Vou te dar uns tapas, você gosta, né?
— Não, Diego, eu não gosto! — Respondi rápido, quase em pânico. Nessa época eu realmente não gostava. Doía, eu assustava, me fazia sentir meio lixo.
Ele riu de novo, aquele riso que mistura tesão e poder.
— É, mas vai apanhar mesmo assim… só para você lembrar quem manda aqui.
Ele apertou mais o cabelo, me forçando a manter a cabeça erguida.
— Na sua casa você pode mandar no seu namoradinho bonitinho, nas suas coleguinhas de escola, mas aqui dentro, quem manda sou eu. Entendeu?
Eu só consegui assentir, o rosto queimando, a buceta pingando de novo apesar do medo.
— Só não grita, sua puta! — Ele sussurrou, com a voz carregada. — Minha mãe está em casa.
E deu um tapa forte bem na nádega direita. O som ecoou no quarto, a ardência subiu rápido, quente, misturada com o tesão que não me deixava pensar direito. Outro tapa, do outro lado, mais forte ainda. Eu mordi o lábio com força para não gritar, mas um gemidinho escapou mesmo assim.
Ele abriu o tubinho de lubrificante com os dentes, sem tirar os olhos de mim. O som do plástico rasgando foi quase obsceno no silêncio do quarto. Espalhou o gel frio no pau dele primeiro, depois passou um pouco entre minhas nádegas, esfregando devagar com os dedos, me abrindo, me preparando. O frio do lubrificante contrastava com o calor que subia da minha pele, e eu já sentia o cuzinho piscando de nervoso e tesão misturados.
Ele se posicionou atrás de mim de novo, segurou minha cintura com uma mão e com a outra guiou a cabeça do pau até a entrada. Empurrou devagar no começo, só a cabecinha, me fazendo soltar um gemidinho agudo. Doía um pouco, ardia, mas ao mesmo tempo era tão gostoso sentir ele forçando caminho, abrindo tudo centímetro por centímetro.
— Relaxa, putinha… deixa entrar — murmurou, voz rouca.