Meu coração disparou de um jeito tão louco que eu quase ouvi o som. O rosto esquentou de imediato e, pior, a buceta latejou forte dentro da calcinha, molhada, traidora. Eu odiei a reação do meu corpo. Odiei ainda mais o sorrisinho dele, aquele jeito confiante de quem já sabia exatamente o que estava acontecendo entre as minhas pernas.
— Sonha — respondi, forçando uma risadinha que saiu mais fraca do que eu queria. — Na real eu só venho aqui por causa da sua irmã, idiota.
Os olhos dele não saíam do meu corpo. Eu sentia o olhar pesado, quente, descendo pela cintura, demorando nos quadris, me comendo inteira sem precisar tocar. O ar entre a gente ficou mais denso.
— Adorei te ver naquele amasso com o seu namoradinho lá na piscina. Tá ficando safada do jeito que eu gosto.
A raiva subiu na hora, quente e amarga. Caralho, era pra ele ficar puto, ciumento, se sentir traído, fora de controle. Não pra gostar.
— Ah, Diego, me esquece — falei, dando as costas e tentando sair do quarto.
Ele puxou meu braço com força, me arrancando um grito abafado de surpresa. No segundo seguinte já estava me empurrando contra a parede, o corpo dele colado no meu, o rosto pertinho. O cheiro da pele dele invadiu tudo e minhas pernas tremeram.
— Mas eu quero você.
Tentei desviar o olhar. Não deu. Aquele castanho-avelã me prendeu no lugar e o coração bateu ainda mais alto, descompassado. Eu ainda queria resistir.
— Então larga ela e fica comigo. Simples assim!
Ele não respondeu. Só aproximou a boca da minha, devagar demais, como se estivesse me dando tempo de fugir, mas eu não fugi. Quando me dei conta, já estávamos nos beijando ali mesmo, no quarto.
Ele meteu a mão no meu short, abriu o botão e arriou, já enfiando os dedos direto na minha buceta. Quando me tocou, eu gemi baixo e senti as pernas amolecerem. Aquela mão sabia exatamente como me foder — dois dedos grossos entrando fundo, o polegar apertando o clitóris com força. Eu derreti contra o corpo dele. Os dedos dele me maltrataram, apertando, forçando, abrindo.
— Olha só… que safada. Toda molhada. Isso porque tá putinha comigo, né?
Antes que eu pudesse responder, ele já estava me empurrando pelos ombros, forçando pra baixo.
— De joelhos. Agora.
Eu poderia ter empurrado ele, poderia ter gritado, mas meu corpo cedeu. Eu nunca soube explicar o domínio que ele tinha sobre mim. Mas quando ele falava daquele jeito mandão, meu corpo obedecia sozinho. Uma parte de mim odiava aquilo… e outra parte já estava molhada só de ouvir a ordem.
Desci e me ajoelhei na frente dele. Ele passou a mão dentro do short, puxou o pau pra fora — grosso, duro, latejando, cabecinha já brilhando — e agarrou meu cabelo com as duas mãos. Puxou minha cabeça pra frente de uma vez, enfiando a pica inteira na minha boca até eu engasgar.
— Isso, putinha… engole minha pica. Do jeito que eu gosto.
Nossa, como ele era romântico...
Não tinha nada de romantismo ali. Era bruto. Ele segurou firme no meu cabelo e começou a socar a boca, estocando fundo, sem pena. O pau batia no fundo da minha garganta a cada embalo, me fazendo engasgar, babar, lacrimejar. Eu tentava respirar pelo nariz, mas ele não dava trégua. Empurrava até eu quase engasgar de verdade, segurava fundo alguns segundos e só então puxava um pouco, só o suficiente pra eu engolir saliva e ar, antes de meter de novo.
Era tenso… mas mesmo assim eu não queria que ele parasse. Odiava admitir, mas eu gostava de ser usada daquele jeito por ele.
A cada engasgo ele soltava um gemido baixo e satisfeito. Depois tirou o pau da minha boca de uma vez, me deixando ofegante, babando no queixo, e bateu a pica molhada no meu rosto. Uma, duas, três vezes. A cabeça grossa batendo na minha bochecha, nos lábios, no queixo...
— Abre a boca. Mais.
Obedeci. Ele enfiou de novo, agora ainda mais fundo, usando minha cabeça como se fosse só um buraco. Eu sentia a garganta arder, a saliva escorrendo pelo pescoço, os olhos marejados. Cada vez que eu engasgava ele apertava mais o cabelo e metia com mais força, como se quisesse me ouvir engasgar de novo. O barulho era obsceno — molhado, engasgado, sujo. Eu estava um desastre, de joelhos, cara melada de porra e saliva, engolindo o pau do meu primo como se não existisse mais nada no mundo. E, puta que pariu, como eu adorava aquilo!
Chupei ele assim por um tempo, até ele decidir que era o bastante. Puxou meu cabelo com força, me tirou da boca dele de uma vez e me puxou pelo braço, me fazendo levantar.
— Quero esse cu agora.
A voz dele saiu baixa, mas carregada de uma autoridade que não aceitava recusa. Me empurrou de quatro na cama. Eu empinei a bunda sem ele precisar pedir de novo — o corpo já sabia o que fazer, mesmo a cabeça ainda tentando resistir.
O primeiro tapa veio seco, forte, estalando na carne. Eu soltei um gemido de dor que ele engoliu com satisfação.
Ele agarrou meu cabelo com força, puxou a cabeça pra trás até eu ser obrigada a olhar pra ele por cima do ombro. Os olhos dele estavam escuros, dominadores. Um arrepio quente desceu pela minha espinha mesmo antes de ele tocar em mim de novo.
— Empina esse rabo. Vou socar tudo em você.
Me soltou só o suficiente pra enfiar dois dedos no meu cuzinho de uma vez só. Secos. Doloridos. Abrindo à força. Eu contraí na hora, um gemido abafado escapando da garganta. A dor foi seca, intensa… mas logo atrás veio um calor vergonhoso, a buceta latejando e molhando a calcinha sem eu conseguir controlar. Ele riu baixo, sentindo a resistência e, ao mesmo tempo, o jeito que meu corpo traía.
— Tá dando esse cuzinho pro namoradinho, né, sua vadia?
Ele me deu outro puxão no cabelo de novo, obrigando a responder. Cada puxão mandava um choque direto pro meio das minhas pernas.
— Sim… ele é muito gostoso… — a voz saiu meio embargada. — E dei pra um outro garoto da escola também.
Eu falei de propósito. Queria provocar, saber qual seria a reação dele.