Os dedos pararam dentro de mim, ainda enterrados no fundo. Eu estava morrendo por dentro… e pingando por fora. A dor latejava, mas a buceta escorria, pedindo mais — mesmo enquanto eu odiava admitir.
— Caralho. Você tá falando que já deu o cu pra outros dois caras? Me conta isso direito, porra. Você é mesmo uma PUTA!
Doeu, acho que a palavra doeu mais que os tapas. É estranho admitir, mas ao mesmo tempo me deixou ainda mais molhada. Eu queria que ele ficasse com ciúme, mas o que ele sentia era tesão.
Ele me puxou pelo cabelo com mais violência, virando meu rosto até eu ser forçada a encarar ele. Meus olhos já estavam marejados, mas o corpo inteiro tremia de excitação suja.
— Fala, puta. Quem é esse da escola? É da sua turma?
Os dedos se mexeram dentro do meu cu, esticando, doendo de propósito. Eu engoli saliva, sentindo a buceta latejar forte a cada movimento dele.
— O Felipe… ele é do terceiro ano.
Ele apertou ainda mais o cabelo. A dor no couro cabeludo se misturava com o calor que subia do meu cu até a barriga.
— Deu essa buceta pra ele ou só o cu?
— Só o cu. Ainda sou virgem. — pausei, segurando o olhar dele mesmo com os olhos marejados. — Mas ele é bem mais carinhoso que você.
A gargalhada dele saiu alta, cruel. E, traidora, minha buceta apertou em volta do nada só de ouvir aquele riso dominante.
— Mais carinhoso? — repetiu, como se a palavra fosse uma piada. — Mas quem disse que você quer carinho?
O tapa seguinte foi mais forte. A bunda já ardia, quente, marcada. A dor estalou na pele e, logo em seguida, um formigamento gostoso se espalhou, fazendo eu gemer mais fundo do que eu queria.
— Caralho, doeeeeeu…
— Não é disso que você gosta, sua puta? — rosnou colado no meu ouvido, os dedos ainda enterrados, torcendo. O movimento fazia a dor virar um prazer quente e sujo que me deixava molhada demais.
— Agora fala que você é minha putinha.
— Sou sua putinha… sou sua putinha… — respondi, a cabeça latejando de tanto ele puxar. Cada palavra saía junto com um gemido que eu não conseguia segurar. O corpo inteiro estava entregue, a buceta escorrendo pela parte interna da coxa.
Outro tapa. Mais forte. A dor ardia, mas um prazer estranho vinha junto. É tão estranho admitir, mas eu curtia essa dor.
— A partir de hoje você vai ser minha e vai me dar sempre que eu quiser.
Mais um tapa. Eu gritei de dor… e de excitação.
— Aaaaiiiiii!!
— Porra, não pode gritar, sua puta! Meus pais estão no quarto — falou baixo, quase no meu ouvido, a voz controlada e perigosa. — Enfia a cara no travesseiro pra abafar.
Eu enterrei o rosto no travesseiro, abafando o próximo gemido quando ele deu outro tapa. A bunda queimava, latejava, e a cada tapa eu sentia a buceta se contrair, molhada, pedindo pra ser fodida também.
— Responde, caralho. Vai ser a minha putinha?
— Simmmmm… — só consegui isso, já com lágrimas escorrendo e o corpo inteiro tremendo de um prazer sujo que eu odiava sentir tanto.
Ele retirou os dedos. A ausência doeu quase tanto quanto a entrada. Pegou o lubrificante e passou generosamente no meu ânus. Depois posicionou a cabeça do pau e avisou, sem nenhuma doçura:
— Vou socar forte. E você vai aguentar.
Enfiou de uma vez. O pau grosso abriu meu cu com violência, me fazendo morder o travesseiro. A dor foi tão intensa que meus olhos encheram de água… Ele não deu tempo de me acostumar. Começou a socar fundo, puxando meu cabelo com uma mão e me xingando a cada estocada. Cada investida arrancava um gemido abafado de mim — metade dor, metade prazer. A buceta escorria sem parar, latejando a cada vez que ele me enchia.
— Tá doendo, sua puta? Aguenta. É disso que você gosta, cachorra.
Eu gemia e chorava no travesseiro, o corpo balançando com as estocadas, o prazer sujo crescendo mesmo com a dor. Odiava o quanto eu gostava. Odiava o quanto meu corpo pedia mais.
— Agora você vai dar pra mim sempre que eu quiser, não vai?
Me puxou pelo cabelo até eu ser obrigada a responder entre os gemidos abafados. A cada puxão o prazer ia direto pro clitóris.
— Sim… vou… sempre que você quiser…
Ele gozou fundo, gemendo baixo, ainda me segurando pelo cabelo. Quando finalmente se retirou, eu estava tremendo, o cu latejando, aberto e ardendo, o rosto molhado de lágrimas e saliva. A buceta ainda pulsava como se quisesse mais. E eu me virei de um jeito idiota, pedinte me joguei nos braços dele, ainda chorando — de dor, de prazer, de vergonha e de amor tudo misturado.
— Eu te amo… quero ser só sua… larga aquela garota e namora comigo?
A resposta veio fria, cortante, como uma espada no meu coração.
— Rafa, eu te adoro, você é linda, mas isso não vai rolar... eu nem sou o tipo do cara romântico.
Fez uma pausa, olhando pra mim com uma calma quase cruel.
— Além disso, Rafa… você é minha prima.
Baixei os olhos. As lágrimas continuavam caindo, mas eu forcei pra não chorar mais ainda na frente dele. Tive vontade de sumir.
— Olha pra mim. Já te falei o que eu quero. Quero que você seja a minha putinha. Você sabe o que significa?
Ele fez uma pausa, esperando eu responder. Como a resposta não veio, ele mesmo completou, com uma voz baixa e fria:
— É só putaria. Zero romance.
— Se quiser continuar, a partir de agora vai ter que ser do meu jeito.
Ele falou isso e ficou me olhando, esperando.
Eu não respondi. Só fiquei ali, ainda meio atordoada, sentindo o cu latejar e as palavras dele ecoando na cabeça "Zero romance, do jeito dele".
Levantei devagar, vesti o short e a camiseta em silêncio, sem olhar pra ele. As mãos tremiam um pouco. Quando terminei, abri a porta e saí sem dizer mais nada.
Assim que cheguei no quarto da Carol, desabei na cama e chorei até não conseguir mais. Eu o amava demais. Não queria ser só mais uma, mas também não queria perdê-lo.
Se eu pudesse voltar no tempo, voltaria exatamente naquela conversa e responderia:
“Pelo contrário, meu amor… se você me quiser, vai ter que ser do meu jeito.”
Mas eu ainda era bobinha. E loucamente apaixonada.
"Quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração."