A mão dele desceu pro meu cabelo, sem forçar, só segurando. Continuei chupando com mais intensidade, fazendo um vaivém molhado e ritmado, a língua rodando na cabeça a cada subida, a saliva escorrendo pelo pau e descendo até a base. É incrível a sensação de chupar e observar a expressão de prazer no rosto do cara — os olhos semicerrados, a boca entreaberta, os gemidos baixos e roucos que ele não conseguia segurar. Eu estava amarradona naquilo. O tesão subia só de sentir ele tremer sob a minha boca.
Continuei chupando até que o corpo dele deu um solavanco forte. Ele segurou minha cabeça com mais firmeza e gozou. Jatos quentes encheram minha boca de uma vez. Engoli sem hesitar, sentindo o gosto forte descendo pela garganta. O gosto era diferente dos outros, mais intenso. Era o terceiro sabor de esperma que eu experimentava… e, porra, achei delicioso.
Limpei a boca com as costas da mão e me levantei, o corpo ainda quente, mas a vergonha bateu bem rápido.
Caralho, por que eu tinha soltado aquele “já chupei vários”? Nem sabia. Talvez pra não parecer inexperiente, pra parecer mais safada do que eu realmente era. Mas agora me sentia uma idiota por falar isso pra um garoto da escola… puta merda. Fiquei ali, em pé, com o gosto dele ainda na boca, pensando se ele ia contar isso pra alguém.
Tentei disfarçar, forçando um tom mais descolado:
— Então… você me chamou pra ver um filme. Qual vai ser?
Ele se sentou na beira da cama, ainda seminu, e sorriu de canto.
— Eu gosto de suspense… mas também assisto muito pornô. O que você prefere?
Senti um calor subir pelo pescoço. Dei um sorrisinho safado, mesmo ainda meio envergonhada, e escolhi:
— Ah, pornô...
Afinal, eu nunca tinha assistido a um filme de sexo completo. Só trechos rápidos que via escondida na internet. A ideia de ver um inteiro, ali, com ele, me deixava nervosa e excitada ao mesmo tempo.
Felipe se levantou e foi até o computador. Enquanto ele mexia nas pastas, eu vi várias pastas de pornografia organizadas. Ele navegou um pouco, escolheu um vídeo e deu play. Na tela apareceu uma loirinha muito parecida comigo — cabelo claro, corpo parecido, aquele ar de menina certinha fazendo putaria. O filme começou e o quarto ficou iluminado só pela luz azulada da tela.
Ele se deitou na cama completamente nu, o corpo ainda quente, o pau meio mole descansando sobre a barriga. Eu deitei do lado dele, a camisola preta ainda cobrindo o corpo.
O filme começou com uma historinha rápida, diálogos bobos, mas logo a loirinha caiu de joelhos e engoliu o pau do cara com fome. O som molhado de chupada preencheu o ambiente. Eu senti o corpo esquentar de novo só de assistir.
Virei o rosto pra ele e falei baixo, a voz rouca de tesão:
— Vamos fazer igual?
Não esperei resposta. Subi em cima dele de uma vez, ajoelhei entre as pernas e desci a boca direto no pau. Em poucos segundos ele endureceu completamente dentro da minha boca, quente, latejando. Chupei devagar no começo, sentindo o gosto dele de novo, a língua deslizando pela extensão enquanto ele gemia baixo.
Depois nos ajeitamos na posição 69. Eu fiquei por cima, o rosto enterrado entre as coxas dele, chupando com vontade, e ele por baixo, a boca colada na minha pepeca. A sensação foi imediata e deliciosa. A língua quente dele abriu meus lábios e começou a lamber o clitóris com pressão, enquanto eu engolia o pau dele o mais fundo que conseguia. O cheiro de sexo, o gosto dele na boca, a língua molhada na minha buceta… tudo se misturava. Eu gemia contra o pau dele a cada lambida, o tesão subindo forte enquanto a gente se chupava. O filme ainda rolando ao fundo com os gemidos da loirinha.
Mudamos de posição e ele veio por cima de mim, o corpo quente e pesado cobrindo o meu. Beijou meus lábios com fome, a língua grossa explorando a minha enquanto eu já gemia baixinho contra a boca dele.
— Você é tão linda e gostosa… só não imaginava que era tão safada — sussurrou contra meus lábios.
Eu ri de leve, meio sem jeito. Nunca me considerei tão safada assim, mas o jeito que ele falou me acendeu ainda mais. Ele foi arriando as alças da camisola com calma, beijando meu pescoço, a respiração quente roçando a pele. A boca dele desceu devagar entre meus seios e eu senti o corpo inteiro pegar fogo. Os mamilos já estavam duros, e ele passou a chupar com vontade, puxando de leve com os dentes. Eu fechei os olhos e gemi alto, as costas arqueando sozinhas contra o colchão.
Ele não teve pressa. Ficou ali, lambendo, chupando, brincando com a língua até eu estar molhada e inquieta, rebolando o quadril pra cima sem nem perceber. Depois puxou o tecido pra baixo de uma vez e tirou a camisola inteira. O ar fresco bateu na minha pele nua e eu tremi. Fiquei completamente exposta, a buceta já molhada, latejando forte.
O Lipe se acomodou entre minhas pernas, abrindo-as com as mãos. Os dedos dele desceram e começaram a acariciar meu clitóris em círculos lentos, molhados. Eu soltei um gemido rouco, as coxas tremendo. Ele enfiou um dedo devagar, sentindo o quanto eu estava apertada e encharcada, e me encarou de cima com aquele olhar safado, quase faminto.
Eu estava completamente entregue. O peito subia e descia rápido, a buceta se contraindo sozinha em volta do dedo dele, pedindo mais, molhada pra caralho. O Lipe era lindo demais… e carinhoso de um jeito que só fazia o tesão subir ainda mais forte. Ele não perdeu tempo. Desceu a boca e começou a me chupar. A língua quente e molhada passando no clitóris com fome, sugando forte. Eu só gemia, os olhos fechados, o corpo inteiro se contorcendo. Cada lambida mandava um choque fundo. Gemia cada vez mais alto, as coxas tremendo, as mãos apertando o lençol.
— Não para… por favor, não para… me faz gozar — implorei, a voz já quebrada.
Ele foi até o fim. Chupou, chupou, enfiou a língua fundo e me fez explodir na boca dele. O orgasmo veio forte, o corpo inteiro tremendo sem controle, a buceta pulsando, o gozo escorrendo direto pra língua dele. Eu gemia alto, a visão piscando, as pernas bambas.
Quando consegui abrir os olhos, o Lipe estava me olhando com fome.
— Tô louco pra te comer — falou quase como um bicho.
Eu também estava fervendo. O coração batendo descompassado, a buceta ainda latejando. Tomei a iniciativa. Empurrei ele de costas, me joguei por cima e agarrei o pau duro. Era grosso, quente, pulsando na minha mão. Voltei a chupar, engolindo o máximo que dava, sentindo o gosto dele na língua.