Sexta-feira, 08 de maio de 2015
Combinei com o Felipe, irmão da Júlia, de assistir filme na casa dele. Eu ainda estava irada com o Diego e disposta a dar pra qualquer um.
19h
Voltei da aula de Ballet com a Júlia, e seguimos para a casa dela. Eu tinha mentido pros meus pais dizendo que ia passar a noite com ela vendo filmes e tal, mas na real o filme era com o Lipe. E, honestamente, eu já sabia que não ia rolar filme nenhum.
Chegamos as duas cansadas, o cabelo grudado na nuca, o corpo ainda quente e suado daquela aula frenética. Fomos direto pro banheiro. Enquanto a água caía, ficamos fofocando baixo, rindo de besteira, mas minha cabeça estava longe. Já debaixo do chuveiro comecei a pensar se teria coragem de transar com o Felipe. Eu estava ansiosa pra caralho pra perder a virgindade… mas ao mesmo tempo morrendo de medo.
Puta merda, o Felipe tinha fama de galinha. E se ele saísse contando pra todo mundo? A ideia de segunda-feira chegar no colégio e alguém já saber que ele tirou minha virgindade me dava um frio na barriga. A última coisa que eu queria era ficar com fama de vadia na escola.
E no meio disso tudo ainda tinha o Diego. Eu ainda estava com muita raiva e parte de mim ainda queria fazer isso só pra jogar na cara dele. Tipo “olha o que você perdeu”. Mas eu já tinha tentado isso com o Rodrigo e não consegui.
Caralho, eu só queria dar e perder logo o cabaço!
Saí do banho, sequei o corpo e fiz uma maquiagem bem leve, só o básico. Passei o gloss rosa nos lábios, vesti a camisola que tinha levado na mochila. Era preta, de alcinha fina, com uma renda delicada logo abaixo do busto. Eu tinha comprado ela no mesmo dia em que saí com minha irmã pra escolher uma lingerie especial pra minha primeira vez.
Vesti a camisola devagar. O tecido fino deslizou pela pele ainda quente do banho. Fui até o espelho, dei uma voltinha lenta e fiquei me olhando. O decote marcava os seios, a renda apertava de leve abaixo deles, e a barra curta quase não cobria a bunda. Me senti sexy pra caralho. Toda poderosa.
— Ah, vou assim mesmo… sem calcinha — pensei, a buceta já latejando de excitação só de imaginar.
Avisei a Jú que estava pronta.
— Vou pro quarto do seu irmão. Se minha mãe ligar, diz que eu tô no banheiro e me avisa, tá?
Ela balançou a cabeça, já entendendo o plano.
— Pode deixar, amiga.
Me olhou de cima a baixo e sorriu de canto.
— Boa sorte.
Saí do quarto dela e fui direto pro quarto do Lipe na ponta dos pés rezando para não dar de cara com pai dele. Quando abri a porta, ele estava deitado na cama, só de short, sem camisa. Levantou o olhar e ficou me encarando alguns segundos. Os olhos azul-esverdeados dele brilharam de surpresa.
— Caralho, que isso, tá gostosa demais, Rafa! — ele se ergueu na cama, ficando sentado com cara de espanto — Entra!
Fiquei vermelha na hora, mas não dava pra negar que me sentia sexy naquela camisola.
— Obrigada — falei, tentando disfarçar o nervosismo. — Eu achei que você ia se vestir pra nossa sessão de cinema em casa.
Ele franziu a testa, confuso.
— Quer que eu troque de roupa?
Soltei uma risadinha.
— Não precisa. Tá perfeito assim… só de short e sem camisa.
Lipe se levantou, veio até a porta e trancou com um clique seco. No segundo seguinte já estava na minha frente. Ele não pediu, não precisava. O beijo veio cheio de desejo, intenso, a língua dele invadindo minha boca com fome. A mão grande desceu e apertou meu bumbum com força, os dedos cravando na carne. Eu soltei um gemido baixo contra os lábios dele e o corpo inteiro arrepiou.
Puxei o Felipe pela mão até a cama, o corpo ainda formigando do beijo. Queria sentir o calor dele mais de perto, a pele quente, o cheiro. Empurrei seus ombros com carinho até ele se sentar na beirada e subi no colo dele de uma vez, a camisola subiu pelas minhas coxas permitindo o encaixe fácil de nossos corpos. Continuei beijando sua boca enquanto começava a me esfregar devagar, o quadril desenhando círculos lentos em cima do pau dele. Mesmo ainda de short, eu sentia o volume duro roçando direto na minha pepeca já molhada. O tecido fino da camisola quase não existia entre a gente — só calor, pressão e aquela fricção gostosa que fazia meu clitóris latejar a cada movimento.
Desci as mãos pelos ombros dele e o empurrei de leve pra trás, fazendo-o se deitar. Tirei o short e a cueca sem pressa, puxando o tecido pela pele quente das coxas. Quando ele ficou completamente pelado, o pau grosso e duro apontava pra cima, a cabecinha já brilhando. Fiquei ajoelhada entre as pernas dele por um segundo, só olhando. Soltei uma das alças da camisola, deixando o seio quase escapar, e subi em cima do corpo dele. Minha intenção era provocar…
Segurei o pau com a mão, sentindo o calor, a textura, as veias latejando contra a palma. Acariciei devagar, de cima a baixo, espalhando o líquido quente com o polegar. Depois desci o corpo e encaixei a buceta em cima dele. Comecei a me esfregar, os lábios molhados deslizando pelo pau duro, o clitóris sendo roçado a cada vai e vem lento. Eu adorava aquela sensação. O calor dele contra mim, a pressão, o jeito como meu mel ia molhando o pau dele. Fiquei assim um tempo, só rebolando, provocando, sentindo o tesão subir forte pela barriga enquanto ele gemia baixo e apertava minhas coxas.
De repente bateu uma vontade louca de chupar, queria sentir tudo na boca. Desci o corpo devagar, sem tirar os olhos dele, e segurei o pau pela base. A ponta da língua tocou primeiro a cabecinha, lambendo o pré-gozo quente e salgado que já escorria. Passei a língua devagar por toda a extensão, sentindo as veias latejando sob ela, o gosto de pele quente e tesão. Depois abri a boca e fui engolindo aos poucos, deixando ele ocupar espaço, esticando meus lábios, descendo até sentir a glande roçar no fundo da garganta.
— Adoro chupar, sabia? Já chupei vários caras… — acabei soltando no calor do momento, mas logo me arrependi... não deveria ter dito aquilo.
— Que garota safada você!