“É agora…”, pensei. Eu queria tanto sentir ele dentro de mim. Pensei em fazer sem falar nada, sem contar que era virgem. Mas se doesse demais ou se sangrasse, ele ia saber de cara e eu ia fazer papel de idiota.
E agora?
Me posicionei em cima, a buceta molhada bem em cima da cabeça do pau dele. Segurei o pau firme e comecei a esfregar meus lábios nele, roçando o clitóris na glande quente. Estava pingando, o líquido escorrendo pelo pau dele. Ele gemia baixo, as mãos nas minhas coxas, me implorando:
— Senta, Rafa… porra, senta logo… tô louco pra te foder…
Quase sentei. Quase, mas travei de novo. O corpo travou e eu caí de lado, respirando ofegante.
— Caralho, tô com muita vontade… mas preciso te contar uma coisa.
Fiz uma pausa, buscando coragem. Ela veio rápido e eu soltei:
— Sou virgem.
Ele arregalou os olhos azul-esverdeados, claramente surpreso. Afinal, eu tinha entrado no quarto dele cheia de atitude. Ele devia estar me achando fácil demais.
— É sério, Lipe. Sou virgem… mas dou o cu, se você quiser.
O olhar dele mudou na hora. Surpresa e excitação juntas.
— Você tem lubrificante? — perguntei.
Enquanto ele foi buscar, eu já procurei a posição. Fiquei de quatro na cama, joelhos abertos, a bunda bem empinada, a nuca baixa e as costas arqueadas. O ar gelado da noite batia na minha pele nua e eu sentia o cuzinho se contraindo sozinho de ansiedade e tesão.
Quando ele voltou, ajoelhou atrás de mim. Ouvi o clique da tampinha e, no segundo seguinte, o lubrificante gelado escorreu direto no meu cu. O contraste me fez arrepiar inteira. Os dedos dele espalharam o gel com calma, circulando a entrada apertada, pressionando de leve. Depois um dedo começou a entrar, devagar, girando, abrindo caminho. Eu gemi baixo, sentindo o ardor gostoso da penetração e o geladinho do lubrificante se misturando ao calor do meu cuzinho.
— Só os dedos primeiro… brinca comigo — pedi manhosa.
Ele obedeceu. Enfiou o dedo até a base, depois tirou, voltou com dois. A pressão aumentou. Eu sentia cada centímetro entrando, o anel do meu cu se abrindo aos poucos, arder e ao mesmo tempo latejar de prazer. Rebolei pra trás, empurrando a bunda contra a mão dele, querendo mais.
— Caralho, Rafinha… você curte isso, né?
— Nossa, Lipe… adoro demais — gemi, a testa encostada no colchão. — Continua… mete os dedos… mais fundo.
Ele acelerou o ritmo. Os dedos entravam e saíam com mais força, o lubrificante fazendo um som molhado e obsceno. Eu rebolava sem vergonha, a buceta pingando nas coxas, o clitóris latejando sozinho. Cada vez que ele abria os dedos dentro de mim, um arrepio subia pela espinha e eu soltava um gemido mais alto.
— Agora me fode, Lipe… — pedi, quase sem fôlego. — Vai… mete esse pauzão logo na minha bundinha. Quero sentir você me abrindo toda.
Ele tirou os dedos. Senti o vazio por um segundo e depois a cabeça grossa e quente do pau dele encostando na entrada lubrificada. Pressionou. Eu forcei o corpo a relaxar, respirando fundo, enquanto ele empurrava com calma, mas firme. O ardor veio forte no começo, o anel se esticando além do que os dedos tinham feito. Eu gemi alto, as unhas cravando no lençol.
— Isso… começa devagar… — sussurrei, a voz tremendo. — Continua… me enche.
Ele avançou centímetro por centímetro. Eu sentia o pau dele entrando, quente, grosso, abrindo meu cu sem pressa. A mistura de dor e prazer me deixava zonza. Quando a glande passou de vez, um gemido alto saiu da minha garganta. Doeu, mas eu rebolei pra trás, pedindo mais.
Ele segurou minha cintura com força e continuou empurrando. Devagar, cada vez mais fundo. Eu sentia o pau grosso abrindo caminho, centímetro por centímetro. Cada veia, cada detalhe daquele pau se acomodando dentro de mim. Quando finalmente senti ele entrar todo, um calor forte se espalhou e eu gemi ainda mais alto. A mão já estava entre as pernas, masturbando o clitóris com força enquanto ele me abria por completo.
— Vai, Lipe… mete mais forte… mais forte!
Ele obedeceu. As mãos apertaram minha cintura e as estocadas ficaram mais fortes, ritmadas, o pau grosso entrando e saindo do meu cu com violência. Eu gritava, tentando aguentar a mistura de dor e prazer que subia pela espinha. A mão no clitóris não parava. Cada metida fazia meu corpo tremer.
Acabei não aguentando tanto tempo de quatro e caí de bruços, a bunda ainda empinada, o rosto enterrado no travesseiro. Ele veio por cima, o peito colado nas minhas costas, e continuou socando fundo, sem piedade. O peso dele me prensava contra o colchão. Eu só conseguia gemer e rebolar de leve, a buceta latejando enquanto ele me fodia o cu com tudo.
Quando ele gozou, senti tudo. Os jatos quentes e grossos inundando meu cuzinho, escorrendo enquanto ele ainda metia devagar, esvaziando até a última gota dentro de mim. O calor da porra se espalhou e eu gemi alto, o corpo inteiro tremendo. Ele tirou o pau com cuidado. A porra escorreu imediatamente pelas minhas coxas, quente e viscosa, pingando no lençol.
Ficamos ali, ofegantes, o suor grudando a pele dos dois.
Ele se deitou do meu lado e começou a falar, a voz ainda de tesão.
— Caralho, Rafinha… você chupa gostoso pra caralho. Nem acreditei quando disse que era virgem. E esse cuzinho… puta merda, adorei comer ele. Você é a menina mais nova que eu já comi.
Nossa, adorei o elogio! Eu sorri de lado, ainda ofegante, sentindo a porra escorrer devagar.
Mas eu sabia que era só mais uma. Então perguntei, curiosa:
— Quantas meninas da escola você já trouxe aqui pra essa cama?
Ele deu de ombros, ainda meio ofegante.
— Algumas.
Insisti. Ele citou uns nomes. Eu já conhecia várias. A irmã dele me contava que ele vivia chegando em casa com garotas diferentes.
Aí ele virou a pergunta pra mim, olhando de lado.
— E você? Já fez isso com alguém da escola?
— Não — respondi na hora.
Fiquei em silêncio por um segundo. A porra ainda escorria entre minhas coxas e de repente veio a insegurança.
— Lipe… promete que não vai contar pra ninguém sobre a gente...
Ele riu baixo.
— Pode ficar tranquila, Rafa.
Mas eu não fiquei. Continuei olhando pra ele.
— Sério, por favor! Tu sabe como é fofoca...
Ele parou de rir. Fez um gesto de juramento, ainda com a mão passando pelas minhas costas.
— Juro.
Eu forcei um sorriso, mas por dentro continuei com aquele frio na barriga.