Seguimos para a sala de cinema. Os meninos foram direto para a última fileira, bem no fundão, aquele canto escuro e estratégico onde quase ninguém senta. Perfeito. A sessão nem estava cheia, a maioria do público tinha se espalhado pelo meio e pela frente, deixando a fileira do fundo praticamente só nossa.
Sentei entre a Carol e o Rodrigo. Mal as luzes da sala apagaram, ele já passou o braço por trás de mim, sobre o encosto da poltrona, puxando o corpo bem coladinho ao meu. O calor dele me envolveu imediatamente.
Poucos minutos depois, sua mão grande e quente pousou no meu joelho sem a menor cerimônia. Dedos ásperos começaram a subir devagar pela parte interna da minha coxa, por baixo da minissaia curta, avançando de forma lenta e torturante. Cada centímetro que ele ganhava fazia meu coração bater mais forte e minha pele se arrepiar de expectativa.
Ele se inclinou mais um pouco se aproximando com o rosto pertinho do meu pescoço, com os lábios quase tocando minha orelha, ele murmurou com a voz bem baixa, rouca de propósito, carregada de tesão:
— Nossa, você é tão linda, tão cheirosa…
Senti um arrepio subir pela coluna. Fechei os olhos e só deixei. A mão dele continuava subindo e descendo em carinhos lentos pela minha pele. O filme mal tinha começado e eu já não fazia a menor ideia do que se passava na tela.
Rodrigo virou o rosto um pouco mais e começou a dar leves mordidinhas seguidas de beijos no meu pescoço. Depois subiu devagar, roçando a boca até perto da minha orelha.
— Posso te beijar? — falou baixinho com os olhos atentos ao redor.
Antes mesmo que eu pudesse responder, Rodrigo colou a boca na minha.
O beijo começou lento, quase provocante, mas logo virou puro fogo. A língua dele invadiu minha boca com fome, enroscando na minha, molhada e safada. O barulho baixinho dos nossos beijos se misturava ao som do filme. Por alguns segundos eu esqueci completamente do Diego, do plano, de onde estávamos… só existia aquela boca gostosa devorando a minha.
Enquanto isso, a mão dele não parou. Subiu mais pela coxa, por baixo da minissaia, até os dedos roçarem minha pepeca que estava toda lisinha. Ele parou por um segundo quando percebeu que eu estava completamente sem calcinha. Senti o sorriso safado se formando contra os meus lábios.
— Caralho, sua safadinha… você veio mesmo do jeito que eu pedi… — a surpresa fez ele elevar o volume da voz, mas não o suficiente para que alguém entendesse.
Ele deslizou a ponta dos dedos bem de leve pelo meu clitóris, arrepiando tudo, e logo apertou, enfiando um dedo grosso bem fundo na minha bucetinha molhada.
— Você tá encharcada pra caralho… — falou baixo com a voz presa contra a minha pele.
Era verdade. Eu já estava pingando desde que saí de casa, louca de tesão com a ideia do que ia acontecer.
Voltei a beijá-lo com mais fome, quase gemendo na boca dele quando começou a fazer movimentos circulares bem lentos e perfeitos no meu clitóris. Cada volta me deixava mais molhada, mais desesperada.
Sem tirar os dedos de dentro de mim, ele pegou minha mão e a guiou direto para o volume grosso que marcava a calça. Apertei por cima do tecido, sentindo o pau dele pulsar quente e pesado, marcando um volume impressionante.
Com um movimento rápido, Rodrigo abriu o botão e o zíper. O pau saltou pra fora, grosso, duro como pedra e latejando na minha palma. Eu o segurei com vontade, sentindo o calor e as veias marcadas. Comecei a masturbar devagar, subindo e descendo todo o comprimento, apertando um pouco mais na cabeça inchada.
Enquanto isso, ele enfiou dois dedos fundo na minha boceta, fodendo devagar com eles, o polegar ainda fazendo círculos perfeitos no clitóris. O prazer ia subindo tão gostoso que eu mal conseguia manter o ritmo na mão dele.
Ele parou o movimento dos dedos por um segundo, chegou bem perto do meu ouvido e sussurrou rouco:
— Meu carro tá no estacionamento… topa continuar lá?
Eu nem pensei duas vezes. Levantei rapidinho, ajeitando a saia, e saímos da sala de cinema juntos, deixando a Carol lá com o namorado.
Caminhamos rápido até o estacionamento. Ele tinha parado o carro de forma estratégica, de frente para uma parede, bem isolado. Assim que chegamos, me encostou com força na lateral do veículo e me beijou com tudo, faminto. Seu pau duro roçava contra minha barriga, enquanto a mão grande apertava minha bunda por baixo da minissaia, puxando meu corpo contra o dele.
— Nossa… você é novinha, mas é tão gostosa pra caralho — murmurou contra a minha boca, a voz carregada de tesão.
Logo em seguida ele me virou de costas, me guiou até o capô do carro e mandou eu me apoiar. Levantou minha saia até a cintura, deixando minha bunda e boceta completamente expostas, e começou a se esfregar em mim, o pau completamente duro e quente deslizando entre minhas coxas, roçando minha entrada molhada.
— Tô morrendo de tesão… Se você não fosse virgem, eu te comia aqui mesmo, agora — rosnou.
Ele se abaixou atrás de mim e começou a beijar e morder minha bunda. E isso fez eu me assustar quando eu senti a boca dele descendo, e pedi baixinho:
— Para… alguém pode ver…
— Relaxa, gatinha. Não tem ninguém aqui — respondeu, sem dar a mínima.
E então senti sua língua quente e molhada passando direto na minha buceta. Caralho, que delícia! Ele chupava com tanta fome e habilidade que meus joelhos quase fraquejaram. Lambeu, sugou meu clitóris e enfiou a língua dentro de mim, gemendo contra minha carne. A adrenalina de estar ao ar livre, o risco de alguém aparecer, só deixava tudo mil vezes mais intenso e gostoso. Eu gemia sem conseguir me controlar, empinando a bunda contra o rosto dele.
De repente, ouvimos um barulho seco perto do carro — parecia porta de outro veículo batendo. Nós dois nos assustamos. Olhamos rápido em volta, coração na boca, mas não vimos ninguém. Rimos nervosos, quase sem fôlego, e corremos pra dentro do carro.
Assim que entramos, Rodrigo confessou com a voz nervosa:
— Porra, eu tenho muito tesão em transar em lugar público…
Ele ajustou o banco do motorista todo pra trás e me puxou pro colo. Sentei de frente pra ele, uma perna de cada lado, enquanto ele abaixava a calça rapidamente, ficando só de cueca. O volume duro do pau dele pressionava minha xereca por baixo da saia.
Rodrigo tirou minha blusa com pressa e expôs meus seios. Sem perder tempo, começou a beijá-los, lambendo devagar, circulando os mamilos com a língua quente e molhada. Ora chupava com força, puxando o bico pra dentro da boca, ora mordiscava de leve, enviando choques de prazer direto pro meio das minhas pernas. Cada sugada, cada lambida me deixava mais molhada, mais entregue, gemendo baixinho e rebolando no colo dele, roçando minha boceta encharcada no pau latejante por cima da cueca.