Sábado, 18 de abril de 2015
18h15
Estava no meu quarto, sozinha. Carol tinha saído pra dar uma volta com o namorado e eu não fazia a menor ideia de onde o Diego estava. Tínhamos ido à praia juntos mais cedo, depois ele foi surfar com meu irmão… e simplesmente sumiu. Ninguém mais falava dele. Parecia que tinha evaporado.
Eu estava deitada na cama, mexendo no celular, quando ouvi um leve rangido na porta. Levantei o olhar rápido, mas a porta já estava se abrindo devagar, bem devagar, quase sem fazer barulho.
Diego entrou na ponta dos pés, como um ladrão. Fechou a porta atrás de si com cuidado e se virou pra mim com aquele sorrisinho safado no rosto, o dedo indicador encostado nos lábios, pedindo silêncio.
Meu coração veio na boca. Eu não esperava vê-lo ali. Muito menos daquele jeito, entrando escondido no meu quarto no meio da tarde, com todo mundo em casa.
— Que porra… — murmurei, sem conseguir esconder o susto.
Ele só deu de ombros e caminhou até a cama. Já vinha com aquele olhar predador. Em dois passos me agarrou pela cintura e me jogou de costas no colchão. O beijo veio quente, urgente, quase animal. As mãos dele subiram por baixo da minha blusinha, apertando meus seios com força, enquanto eu já gemia baixinho contra a boca dele, tentando não fazer barulho.
— Diego… meus pais estão lá embaixo… — sussurrei, nervosa e excitada ao mesmo tempo.
Ele não respondeu com palavras. Me deitou de costas, tirou meu shortinho e a calcinha de uma vez só. Abriu minhas pernas com as mãos quentes e firmes e, sem nenhum aviso, mergulhou a boca na minha buceta.
Nossa… foi incrível.
Senti primeiro o calor úmido da língua dele deslizando bem no meio, passando devagar entre os lábios inchados. Ele lambia tudo com vontade, a língua quente e áspera passando pelo meu clitóris, depois descendo e enfiando dentro de mim. O contraste da boca quente com a brisa fria do quarto me fazia tremer. Ele chupava meu clitóris com força, sugando o grelinho inchado, a língua pressionando e vibrando ali de um jeito que me deixava louca. Eu sentia cada movimento — a pressão dos lábios, o calor, a umidade, o barulho molhado que ele fazia.
Eu tremia inteira. Puxei o travesseiro e mordi com força pra não gemer muito alto, porque meus pais estavam no andar de baixo. O prazer subia tão intenso que eu rebolava na cara dele sem controle, esfregando minha buceta molhada na boca quente, sentindo a pressão da língua e o rosto dele entre as minhas coxas.
Ele me chupou até eu gozar forte. O orgasmo veio em ondas, o corpo inteiro contraindo, as pernas apertando a cabeça dele, a buceta latejando e escorrendo contra a boca. Foi um gozo longo, molhado, que me deixou ofegante e com a cabeça girando.
Quando voltei um pouco do céu, ele me virou de bruços na cama, empinou minha bunda e murmurou, a voz de safado:
— Quero seu cuzinho, Rafa…
Fui pegar o lubrificante que ele me deu, ainda guardado na mochila. Ele pegou o tubo, espremeu bastante gel nos dedos e começou a passar no meu rabinho. Senti o geladinho escorrendo entre as nádegas, o dedo dele espalhando com calma, pressionando o anelzinho e entrando devagar. Meu coração batia forte. Ainda estava molhada da chupada, o corpo todo sensível, a pele arrepiada.
Ele posicionou a cabeça grossa do pau bem no meu cuzinho e começou a pressionar devagar.
— Fica quietinha e só aguenta. Vou socar bem forte nesse cuzinho apertado…
E meteu.
Nossa… era a terceira vez e ainda doía pra caralho. Mesmo encharcado de lubrificante, o anelzinho resistiu. Senti ele se abrindo à força, esticando, queimando, enquanto a cabeça do pau dele forçava entrada. A pressão era absurda. Meu cu se fechava em volta dele, apertado, latejando, tentando expulsar, mas ele ia entrando aos poucos, milímetro por milímetro.
Quando finalmente enterrou tudo, eu soltei um gemido abafado contra o travesseiro. A dor era forte, uma queimação profunda, mas misturada com uma sensação de preenchimento intenso que me fazia tremer. Ele ficou parado um segundo, me deixando sentir o pau inteiro latejando dentro do meu cu, quente e grosso.
Depois começou a meter devagar, em estocadas ritmadas. Conforme eu ia relaxando um pouco, ele acelerava. As socadas ficavam mais fortes, mais profundas, o pau entrando e saindo com esforço, o anelzinho se abrindo e fechando em volta dele a cada movimento. Eu mordia o travesseiro com força, tentando não gemer, lembrando a todo momento que tinha gente em casa e eu não podia fazer barulho.
Ele meteu até gozar fundo no meu cu, soltando um gemido baixo e rouco contra a minha nuca. Ficou parado alguns segundos, o pau ainda latejando dentro de mim, enquanto eu tremia debaixo dele, ofegante, o travesseiro molhado de saliva e o corpo inteiro formigando.
Depois saiu devagar. O vazio que ficou doeu quase tanto quanto a entrada. Ele se vestiu rápido, sem dizer quase nada, só passou a mão na minha bunda ainda aberta e sussurrou:
— Adoro esse seu cuzinho... mas agora tenho que ir.
Abriu a porta com o mesmo cuidado de antes e sumiu pelo corredor como se nunca tivesse entrado.
Eu continuei de bruços na cama, o cu latejando, o lubrificante escorrendo pela coxa junto com o porra dele. O quarto estava em silêncio de novo. Só o meu coração batendo forte demais.
Fiquei ali por um tempo, tentando organizar a cabeça. Tinha acabado de levar o pau do Diego no cu enquanto meus pais estavam no andar de baixo.