Ele veio atrás, tentando disfarçar o pau duro sob a sunga. Fui direto com ele pro lado da casa, exatamente o mesmo canto onde o Diego tinha me feito ajoelhar dias atrás e chupar ele antes de ir encontrar a namoradinha.
Quando ele chegou eu nem pedi, sequer esperei, me ajoelhei na hora, puxei a sunga dele pra baixo e tirei o pau pra fora. Estava duro, quente, latejando. Passei a língua na glande, depois abocanhei tudo de uma vez, chupando com fome, como se fosse um pirulito. Enquanto subia e descia a cabeça, eu olhava de lado, meio esperando ver o Diego aparecer. A ideia de ele estar assistindo só me deixava mais molhada. Mas não ia nem dar tempo dele chegar, não demorou nada e o Rodrigo segurou meu cabelo, gemeu baixo e gozou forte na minha boca, me pegando quase de surpresa.
Eu engoli o que dava, o resto escorreu tudo.
Rodrigo ainda respirava pesado quando falou, a voz risonha de tesão:
— Vem pra minha casa. Tô doido pra te comer…
Ele me olhou de cima a baixo, ainda de sunga arrastada para baixo e pau para fora.
— Pode ir assim mesmo, de biquíni. Eu iria adorar tirar essa tanguinha só com os dentes.
Eu ri, ainda ajoelhada, limpando o canto da boca.
— Nem fodendo. Vou colocar pelo menos um shortinho.
Ele deu de ombros, sorrindo.
— Tanto faz. Só não demora.
Voltamos pra área da piscina. Diego já não estava mais por lá. Carol me olhou de cima da espreguiçadeira, levantando uma sobrancelha.
— Vou na casa do Rodrigo — avisei, já caminhando.
— Rafa… — ela tentou falar alguma coisa importante, mas eu não dei ouvidos.
— Depois a gente conversa. Se a mãe perguntar por mim, já sabe né? Diz que eu tô no banho.
Fui quase correndo até em casa. Entrei no quarto, puxei um shortinho jeans e vesti por cima do biquíni ainda molhado. Abri a nécessaire, joguei dentro o batom, o corretivo… e o tubinho de lubrificante. Olhei pro tubo por um segundo antes de fechar o zíper.
Desci as escadas já pronta.
Rodrigo estava me esperando do lado de fora, encostado no muro, mexendo no celular. Quando me viu, guardou o aparelho e sorriu de canto.
— E aí, safada… vamos?
Chegamos na casa dele e mal entramos no quarto, e Rodrigo já fechou a porta atrás de nós.
— Tira o short.
Obedeci. O shortinho jeans caiu no chão. Fiquei só de biquíni preto, o tecido ainda úmido colado na pele. Ele me empurrou contra a parede com o corpo inteiro. O beijo veio quente, molhado, a língua dele invadindo minha boca sem pedir licença. As mãos grandes apertavam minha cintura, depois subiram e desfizeram o laço do top com um puxão só.
O top caiu e a boca dele desceu na hora. Abocanhou meu seio esquerdo, chupando o mamilo com força, a língua girando em volta. Eu arqueei as costas, empurrando o peito contra a boca dele. Ele mudou pro outro seio, mordiscando de leve, chupando até o mamilo ficar duro e sensível.
Ele me puxou pela cintura até a cama, me deitou de costas e subiu em cima de mim. O peso do corpo quente pressionava o meu. Voltamos a nos beijar, mas a boca dele não ficou muito tempo nos meus lábios. Desceu pelo pescoço, pelo meio do peito e voltou a chupar meus seios enquanto a mão direita entrava por baixo da tanguinha.
Os dedos dele encontraram minha buceta já molhada. Enfiou um de uma vez, fundo. Eu soltei um gemido alto e abri mais as pernas. Ele começou a me dedar devagar, o polegar pressionando o clitóris ao mesmo tempo, observando meu rosto enquanto eu rebolava contra a mão dele.
Depois puxou a tanguinha pro lado e a língua quente tocou meu clitóris Chupando com fome. Ele me sugava, lambia, enfiava a língua dentro de mim e voltava pro grelinho inchado. Enquanto me chupava, as mãos dele iam desfazendo os lacinhos da tanguinha até o tecido escorregar pelas minhas coxas e eu ficar completamente nua embaixo da boca dele.
— Isso… safado… me faz gozar na sua boca — implorei.
Ele acelerou, deixando a língua mais rápida, a boca chupando com força, e de repente meu corpo começou a tremer. As coxas apertaram a cabeça dele, minhas costas se arquearam involuntariamente e o orgasmo explodiu em ondas fortes que percorreram meu corpo inteiro enquanto eu gozava na boca dele, tremendo sem conseguir parar.
Percebi que ele já queria me penetrar. Segurei o pau dele com a mão e falei baixo:
— Só esfrega… assim.
A ponta quente do pau dele deslizou entre meus lábios molhados, subindo e descendo, parando bem na entrada. Por um segundo eu quase deixei ele entrar. Eu já queria muito, mas resolvi subir por cima antes.
Subi em cima dele e me ajoelhei, deixando o pau roçar minha entrada enquanto ele segurava meus seios. Eu adorava ficar me esfregando em cima do pau. Pode parecer meio bobagem, mas na minha cabecinha eu imaginava a minha primeira vez assim, sentando e cavalgando.
— Vem, safadinha… senta. Deixa eu te foder gostoso — ele murmurou, a voz rouca, as mãos descendo pra minha cintura.
Eu peguei o pau dele e encaixei a cabeça bem na entrada, sentindo ele quase entrar, meus olhos viraram de prazer e eu precisei respirar um pouco, mas ele nem tinha passado da porta ainda. Fiz um pouco de pressão e senti aquele ardor inicial, a resistência, e travei na hora. Doeu de um jeito que eu não esperava, parecia que a pele ia rasgar. Bateu medo, medo de doer pra caralho, medo de sangrar. Na minha cabeça veio a imagem de um rio de sangue escorrendo pela coxa, manchando o lençol. E junto com o medo veio a pergunta:
"Será que eu quero mesmo perder a virgindade assim… só porque tô com raiva do Diego?"
Eu tinha um pouco de juízo.
Eu não ia dar por raiva.
Levantei de cima dele de uma vez.
Rodrigo me olhou, confuso, com o pau ainda duro balançando no ar.
— Ainda bem que trouxe o lubrificante — falei, já descendo da cama e correndo para minha bolsa.
Você pode achar estranho. “Tinha medo da dor, mas fazia anal, que dói bem mais.”
Pois é. Eu mesma não sabia explicar direito.
Anal doía pra caralho no começo, mas eu já estava me acostumando. Já na pepeca era diferente. Tinha o peso do tabu, a ideia de romper o hímen. A virgindade vaginal ainda significava alguma coisa pra mim. Era me entregar de corpo e alma, e eu não queria fazer isso com raiva, nem como forma de me vingar do Diego.
Passei bastante lubrificante no cuzinho e voltei pra cima do Rodrigo. Segurei o pau dele, chupei até babar bastante e depois direcionei a cabeça pra minha entrada de trás. Ainda não estava completamente acostumada a cavalgar com o cu, mas gostava assim porque conseguia controlar a profundidade.
A cabeça entrou. Fiquei só esfregando, subindo e descendo bem pouco, me acostumando de novo com a pressão.
— Vem, safadinha… senta — ele pediu, a voz rouca, as mãos apertando minha cintura.