Carol montou no Mbappé com habilidade. Segurou aquele pau enorme com as duas mãos, esfregou a cabeça grossa na entrada da buceta dela algumas vezes, molhando tudo, e desceu devagar. O cara era um cavalo. Centímetro por centímetro, ela foi engolindo aquela rola preta grossa. Quando finalmente sentou até o fundo, Carol parou, olhos revirados, boca aberta num gemido silencioso. As coxas tremiam visivelmente. Eu conhecia aquela expressão — ela estava quase gozando só com a penetração, a buceta esticada ao limite, cheia pra caralho.
Lameck subiu no sofá e ficou de pé ao lado deles, oferecendo o pau pra ela. Carol nem pensou: virou o rosto, abriu a boca e engoliu o pau dele enquanto começava um rebolado devagar no Mbappé.
E caralho… Carol era foda montando. Ela rebolava com maestria, subia quase até a cabeça e descia batendo fundo, o som molhado da buceta dela engolindo aquele pauzão ecoando pela sala. Os peitos dela balançavam gostoso a cada descida, a bunda branca batendo contra as coxas pretas do Mbappé. Enquanto isso, ela mamava o Lameck com vontade, babando no pau dele, engasgando quando ele empurrava mais fundo na garganta.
Eu me dedava assistindo tudo, enfiando dois dedos na buceta molhada, gemendo baixinho. Era uma visão absurda de tesão: minha prima sendo comida pelos dois negões ao mesmo tempo. Uma rola grossa socando fundo na buceta dela, outra enfiada na boca, o corpo branquinho brilhando de suor, os peitos balançando a cada estocada. Carol gemia abafado ao redor do pau do Lameck, e a baba escorrendo pelo queixo.
As cenas seguintes eram de puro delírio.
Carol gozava generosamente, o corpo tremendo inteiro, buceta apertando o pau que tava dentro dela. Os dois trocavam de posição com uma naturalidade impressionante, como se fosse um balé safado. A salinha pequena estava tomada por um cheiro forte e viciante — cheiro de pau, de buceta molhada, de suor e sexo cru.
Eu não aguentava mais só assistir.
Os dois se revezavam nela sem dó. Carol servia obediente, aguentando as estocadas fundas como uma boa putinha. Quando Lameck colocou ela de quatro no sofá, eu quase senti as estocadas no meu próprio corpo. Ele metia forte, batendo fundo, o som da pele contra pele ecoando alto. Carol empinava a bunda o máximo possível, recebendo tudo sem reclamar, só gemendo de tesão enquanto não parava de chupar o outro pau com fome.
Quando finalmente Carol pediu um tempo, ela estava vermelha, suada, com o cabelo grudado no rosto e um sorrisinho safado. Olhou pra mim e disse, ainda ofegante:
— Agora você!
Ela virou pra os rapazes, riu de um jeito bem maldoso e continuou:
— Essa aí adora dar o cu… e falou que aguenta os dois, um em cada buraco.
Na hora eu nem pensei no tamanho daqueles paus. Apertei minha buceta com a mão, sentindo ela pulsar, e desci os dedos até meu cuzinho. Passei a ponta deles ali, sentindo ele molhadinho da minha própria lubrificação que escorria, todo relaxado e piscando de vontade.
— Isso vai ser fácil! — respondi, como a puta safada que eu sou.
Caminhei até o Mbappé, que estava sentado no sofá como um rei, aquele pauzão preto latejando duro pra cima. Subi nele devagar, ajoelhando sobre suas coxas grossas. Beijei Carol com fome, nossas línguas se enrolando, enquanto ele atacava meus seios com aquela boca quente e carnuda, chupando forte, mordendo de leve os bicos, me fazendo gemer alto contra a boca da minha prima.
Meu corpo inteiro tremeu quando senti a cabeça grossa do pau dele roçando na entrada da minha buceta encharcada. Ele pressionou e começou a entrar, deliciosamente devagar... centímetro por centímetro me fazendo sentir tudo: cada veia saltada raspando nas minhas paredes, a cabeça enorme abrindo espaço, me esticando de um jeito quase doloroso de tão gostoso. Era uma sensação de ser completamente invadida e preenchida até o limite. Quando sentei até o talo, soltei um gemido longo de satisfação eu abri um riso demoníaco, rebolei no colo dele, sentindo o pauzão pulsar fundo dentro de mim, latejando batendo contra o meu útero.
Atrás de mim, Lameck falou com uma voz preocupada no seu sotaque característico:
— Nossa… eu acho que não tenho lubrificante.
Carol, safada pra caralho, deu um sorrisinho perverso e respondeu sem piedade:
— Não precisa. Cospe na rola dele e vai enfiando. Se ela reclamar, mete mesmo assim. Só para se eu mandar. Mete no cu dela bem fundo, vai! Enfia essa rola toda!
Ser penetrada assim era algo que merecia total concentração. Não era pela dor, era pela intensidade absurda de ser completamente preenchida. Respirei fundo, me empinando mais a bunda pra trás, abraçando o pescoço do Mbappé enquanto rebolava devagar no colo dele, sentindo aquele pauzão grosso latejar bem no fundo da minha buceta.
Carol desceu rapidamente do sofá e se ajoelhou atrás de mim. Senti primeiro a língua quente e molhada dela lambendo meu cuzinho, circulando devagar, molhando tudo. Depois ela começou a chupar meu cu com vontade, enfiando a ponta da língua enquanto os dedos dela dedavam minha buceta junto com o pau do Mbappé.
O toque dela me deu um nervosismo gostoso, um frio delicioso subindo pela espinha. Cada lambida, cada dedo dela me preparando fazia meu cu piscar de expectativa. O contraste era insano: o pau enorme do Mbappé me enchendo a buceta, latejando quente, enquanto Carol chupava e lambia meu cuzinho com fome, deixando ele molhado, relaxado e louco pra ser fodido.
Eu gemia baixinho, tremendo inteira, o corpo todo arrepiado. A mistura de sensações era quase insuportável de tão boa — o pauzão me esticando por baixo e a boca gulosa da Carol trabalhando meu cu por trás.
Quando Carol terminou de preparar meu cuzinho, eu senti um tapa forte e quente na minha bunda. O ardido subiu rápido pela pele e me fez arquear as costas.
— Vai, negão. Come o cu dessa puta que ela tá prontinha — Carol falou com a voz rouca, segurando minha bunda aberta pra ele.
Lameck cuspiu na própria rola, esfregou a cabeça grossa no meu cuzinho molhado e começou a pressionar. Eu respirei fundo, tentando relaxar, mas quando a cabeça dele começou a forçar a entrada, eu soltei um gemido longo e trêmulo. Era grosso pra caralho. Mesmo com a Carol tendo me chupado e dedado bastante, ele ainda precisava abrir espaço.