Capítulo 2

Tesão absurdo com estranhos

Lameck gemeu rouco no meu ouvido quando envolvi ele com os dedos. Ele empurrou o quadril pra frente e começou a roçar aquele pauzão quente e pesado na minha bunda, deslizando devagar entre as nádegas, subindo e descendo, deixando um rastro quente de lubrificação na minha pele. O contraste do pau dele queimando contra mim enquanto Carol chupava meus seios e me dedava era insano. Meu corpo inteiro tremia, preso entre os dois.

Me afastei um pouco de Carol, rindo baixinho, ainda com o corpo todo arrepiado. Desci devagar, ajoelhando na frente de Lameck. O pau dele estava ali, enorme, latejando bem na minha frente — grosso, pesado, com veias saltadas e a cabeça escura brilhando.

Segurei ele com as duas mãos e lambi devagar da base até a ponta, sentindo o gosto salgado de pele quente e macho. Abri a boca e engoli a cabeça grossa, os lábios esticando ao máximo ao redor da grossura dele. Era pesado na língua, quente, pulsando forte. O cheiro dele subia forte, viril, me deixando ainda mais molhada. Desci mais, sentindo ele roçar no céu da boca, enchendo minha boca inteira. O tesão entre minhas pernas latejava, escorrendo, a buceta pulsando de vontade.

Chupei devagar no começo, saboreando cada centímetro, língua rodando por baixo, sentindo as veias grossas. Depois comecei a subir e descer a cabeça com mais fome, babando bastante, o som molhado ecoando na sala pequena.

Puxei Carol pelo braço pra perto de mim. Ela ajoelhou ao meu lado, que veio sem titubear. Segurei o pau do Lameck pela base e ofereci pra ela. Logo nós duas estávamos chupando juntas. Eu mamava a cabeça grossa, ela lambia toda a extensão e chupava as bolas pesadas. Nossas línguas se encontravam no meio do pau dele, trocando beijos molhados ao redor da rola. Lameck gemia rouco, uma mão na minha cabeça, a outra na de Carol, empurrando devagar.

Eu estava pingando. O mel escorria quente pela parte interna das minhas coxas enquanto eu continuava mamando Lameck com vontade.

No sofá, Mbappé falou algo numa língua que não entendemos. Com tesão, parecia que o inglês tinha sumido da cabeça dos dois. Lameck traduziu, a voz rouca de prazer:

— Meu amigo perguntou se ele vai ficar de fora.

Eu ri com o pau ainda na boca, tirei ele devagar com um som molhado e olhei pra Carol. Ela entendeu na hora. Levantou-se, foi até o sofá e subiu em cima de Mbappé, montando nele como uma vadia.

Eu fiquei ali no chão, só com aquela glande grossa e linda na frente do rosto. O pau do Lameck era lindo — um preto denso, brilhante, com uma cor viva e quente, latejando forte na minha mão. Segurei ele pela base grossa e voltei a chupar com gosto: lambia toda a extensão, rodava a língua na cabeça inchada, sentindo o gosto salgado e viril, depois descia a boca o máximo que conseguia, masturbando o que não cabia com a mão. Babava tudo, subindo e descendo devagar, depois mais rápido, gemendo com ele na boca.

Quanto mais eu chupava, mais excitada eu ficava. Meu corpo inteiro queimava. O tesão do risco, dos homens que eram lindos, da presença da Carol. Tudo se somava para multiplicar o desejo que eu sentia.

Lameck me interrompeu de repente. Segurou meus cabelos com força e me puxou pra cima, me colocando de pé. Beijou minha boca com fome bruta, enfiando aquela língua grossa até o fundo enquanto apertava minha bunda com as duas mãos grandes, cravando os dedos na carne. Ele me encurralou até uma mesinha baixa, me levantou como se eu não pesasse nada e me sentou na borda. Abriu minhas pernas bem escancaradas, quase no limite que meu corpo de ballet conseguia aguentar, me deixando totalmente arreganhada e exposta pra ele.

Lameck se ajoelhou, aproximou o rosto e atacou minha buceta. Os lábios grossos e quentes chuparam meu clitóris com vontade, a língua larga lambendo tudo, molhada e quente. Ele enfiou dois dedos grossos de uma vez na minha buceta encharcada, fodendo forte enquanto chupava meu grelo com fome.

— Caralho… que buceta gostosa — gemeu ele contra mim.

Os dedos dele entravam e saíam rápido, curvados, acertando bem no ponto que me fazia ver estrelas, enquanto a boca sugava e lambia sem parar. O som molhado dos dedos socando minha buceta enchia a sala junto com meus gemidos. Eu segurava a cabeça dele com força, rebolando desesperada contra o rosto e os dedos dele.

O tesão subiu rápido pra caralho. Minhas pernas começaram a tremer violentamente, a barriga contraía. Ele meteu os dedos mais fundo, chupando meu clitóris com mais força ainda.

Gozei como uma puta louca. Gritei alto, o corpo convulsionando inteiro, apertando a cabeça dele entre as coxas enquanto minha buceta apertava os dedos dele e espirrava na boca dele. Ele não parou, continuou metendo os dedos e chupando tudo, bebendo meu gozo, prolongando o orgasmo até eu ficar mole, tremendo e quase sem forças em cima da mesinha.

Por alguns minutos eu esqueci completamente da Carol. Quando olhei para o sofá, a cena me acertou como um soco no estômago de tanto tesão. Ela estava completamente nua, ajoelhada no Mbappé, com aquele corpo branquinho contrastando deliciosamente contra a pele preta dele. Ver ela com um negão já era um dos meus fetiches mais fortes… com dois então, era o paraíso.

Lameck já estava com o pau duro roçando na minha buceta, louco pra me comer. Eu pedi pra ele esperar um pouco e falei alto pra Carol, que chupava o Mbappé com fome:

— Carol… quero ver você dando pros dois. Você quer?

Ela soltou o pau dele da boca com um estalo molhado e indecente, olhou pra mim toda babada, olhos vermelhos, cabelos bagunçados, boca inchada. A cara mais safada e feliz que eu já vi na vida. Ela sorriu, lambendo os lábios, e olhou direto pro pauzão do Lameck que ele masturbava devagar.

— Vem! Eu quero! — respondeu animada, voz de tesão.

Eu me ajeitei na mesinha, sentei com as pernas bem abertas e comecei a me tocar devagar, assistindo o show.

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