Centímetro por centímetro ele foi entrando no meu cu. Eu sentia cada veia, cada centímetro daquele pau preto grosso esticando meu cuzinho. Meu corpo inteiro tremeu. Eu estava cheia pra caralho — o pau do Mbappé já ocupava toda minha buceta, latejando quente lá dentro, e agora o do Lameck ia abrindo meu cu devagar, me invadindo por trás.
— Caralho… tá grande pra porra… — gemi, voz falhando.
Lameck segurou firme na minha cintura e empurrou mais. Quando ele finalmente encaixou tudo e começou a meter, eu gritei. Foi um grito rouco, alto, misturado com dor e prazer ao mesmo tempo. Os dois paus dentro de mim ao mesmo tempo era insano. Eu sentia os dois roçando um no outro através das paredes finas que me separavam. Cada estocada do Lameck no meu cu fazia o pau do Mbappé parecer ainda mais grosso na minha buceta.
Eles começaram a foder no mesmo ritmo. Um entrava enquanto o outro saía um pouco, depois os dois metiam juntos. Eu estava completamente empalada, os dois paus grossos me fodendo sem piedade. Meu corpo balançava entre os dois homens pretos, os peitos espremidos contra o peito do Mbappé enquanto Lameck metia forte no meu cu por trás.
— Ai… ai caralho… tá me rasgando… — gemi, voz alta e desesperada. —Vaiiiiiiii porra… mais forte, eu aguento, caralho...
Eu não conseguia parar de gemer. Cada metida fazia meu corpo inteiro tremer. Meu cu ardia, mas o tesão era tão grande que eu não queria que parasse. Lameck metia fundo, socando até o talo no meu cu, enquanto o Mbappé rebolava por baixo, fodendo minha buceta com estocadas curtas e profundas. Eu sentia os dois paus se roçando dentro de mim, me preenchendo completamente, me esticando além do limite.
— Quero outra rola na boca! Porra! Quero pau, caralhoooo! Tá faltando pau — eu ouvi minha própria voz implorando, rouca e desesperada. — Me dá rola, porra!
Carol riu alto, aquele riso safado e maldoso. Ela subiu no sofá, me puxando pelo cabelo com força, me obrigando a olhar pra cara dela de prazer. Chegou bem perto, quase encostando os lábios nos meus, e falou bem devagar:
— Rola não tem, sua puta… tem buceta.
Ela subiu ainda mais, praticamente sentou com a bunda no rosto do Mbappé, que continuou metendo na minha buceta sem parar. Carol me segurou firme pelos cabelos e esfregou minha cara inteira na buceta dela, molhada, quente e inchada. Eu tentei chupar, mas não conseguia. Os dois paus me fodendo sem piedade não deixavam. Só conseguia babar, gemer pateticamente contra o clitóris dela, língua pra fora, lambendo o que dava enquanto ela esfregava a buceta com força na minha boca e no meu nariz.
— Isso, lambe… lambe a buceta da sua priminha, minha putinha — Carol gemia, batendo a buceta molhada contra meu rosto, esfregando o clitóris no meu nariz e na minha língua.
O som era obsceno pra caralho. Os dois paus grossos entrando e saindo de mim — um socando fundo no meu cu, o outro metendo forte na minha buceta —, o barulho molhado da porra e da lubrificação, meus gemidos abafados contra a buceta da Carol, os grunhidos dos dois homens e o som molhado da buceta dela batendo na minha cara.
Eu estava completamente perdida. Meu corpo inteiro era só buceta e cu sendo fodidos sem parar. Eu chorava de tesão, babava, gemia, pedia mais sem nem saber o que estava falando. Minhas pernas tremiam violentamente, os músculos das coxas falhando. Eu sentia os dois paus se roçando dentro de mim, me esticando, me rasgando de prazer.
O orgasmo veio como um trem desgovernado.
Gozei gritando contra a buceta da Carol, o corpo inteiro convulsionando entre os dois homens. Meu cu apertou forte o pau do Lameck, minha buceta se contraiu violentamente ao redor do outro. Eu gozei pra caralho, espirrando, tremendo, quase desmaiando. Meu corpo inteiro colapsou, mole, sem forças, só tremendo e gemendo baixinho enquanto os dois continuavam metendo devagar no meu corpo destruído.
Carol ainda esfregava a buceta na minha cara molhada de baba e porra, gemendo baixinho enquanto eu lambia fraquinho, completamente sem forças. Eu fui tombando pro lado devagar, o corpo mole, extasiado, enquanto os dois paus escorregavam pra fora de mim ao mesmo tempo.
Quando eles saíram, senti rios de porra grossa e quente escorrendo da minha buceta e do meu cu ao mesmo tempo, escorrendo pelas coxas, pingando no sofá. Eu só consegui cair deitada de lado, ofegante, suada, completamente fodida.
Fiquei ali deitada, satisfeita pra caralho, o corpo ainda tremendo de leve, sem conseguir formar nenhum pensamento direito. O cheiro forte de sexo tomava conta da salinha pequena.
Ficamos um tempo assim, nus, misturados, conversando. Eles eram bem mais gentis do que eu imaginava no começo. Lameck até me deu um beijo na testa, meio carinhoso, o que me pegou de surpresa.
Depois de um tempo, nos arrumamos devagar. Tomei um banho rápido com a Carol, ainda trocando beijos molhados e risadas cúmplices. Quando saímos do banheiro, os meninos já estavam vestidos e nos esperando.
Na porta, Lameck me puxou pela cintura e falou baixinho, com aquele sotaque gostoso:
— Você é louca pra caralho… do melhor jeito possível.
Eu sorri, mordi o lábio e respondi:
— Essa é a ideia.
Nos despedimos com beijos e promessas vagas de “se estiverem por Londres de novo, me chamem”. Carol e eu descemos as escadas de mãos dadas, ainda com as pernas moles e o cheiro deles no corpo.
Na rua fria do Soho, a chuva tinha parado. Olhei pra Carol, o rosto dela ainda corado, o cabelo bagunçado, e não resisti:
— Então… valeu a pena?
Ela riu, me puxou pelo casaco e me deu um beijo demorado no meio da calçada.
— Valeu pra caralho. Mas da próxima vez eu escolho os caras, sua louca.
Caminhamos devagar de volta pro metrô, o corpo dolorido, a buceta e o cu latejando a cada passo, mas com aquele sorriso bobo de quem acabou de viver mais uma aventura inesquecível.
Londres podia ser fria pra porra, mas eu sempre dava um jeito de esquentar.