Voltamos pra perto dos caras. Eles estavam terminando as cervejas, conversando entre si. Lameck levantou a sobrancelha quando nos viu, com um sorrisinho curioso.
— Tudo bem? — perguntou ele, com um inglês britânico quase perfeito.
— Sim, tudo bem — respondi, olhando direto nos olhos dele. — A gente tava conversando… e pensamos que seria mais legal continuar bebendo em outro lugar, mais tranquilo. O que vocês acham?
Lameck olhou para o amigo por um segundo e depois voltou os olhos para mim, com aquele sorriso calmo e safado.
— Depende… pra onde vocês querem ir?
Respirei fundo, sentindo a adrenalina subir.
— Eu tenho a chave de um apartamento que um amigo meu me emprestou. Fica aqui pertinho. É bem confortável, tem bebida lá também… e a gente pode conversar sem essa barulheira toda.
O silêncio durou uns dois segundos. Mbappé deu um sorrisinho e Lameck inclinou a cabeça, me olhando de cima a baixo sem disfarçar.
— Poder ser. Vamos nessa! — disse, parecendo animado com a ideia.
Carol apertou minha mão de leve. Eu sorri, sentindo a adrenalina e a buceta latejar de novo, molhada de expectativa.
Pagamos a conta e saímos os quatro do pub. A chuva tinha dado uma trégua, mas o frio ainda estava forte. Caminhamos rápido pelas ruas molhadas do centro, o vento cortando o rosto. Durante o caminho, Lameck andava do meu lado, às vezes roçando o braço no meu. Cada toque me deixava mais ansiosa.
Chegamos ao prédio em poucos minutos. Subi as escadas na frente, sentindo o olhar deles na minha bunda. Quando abri a porta do apartamento e acendi a luz, meu coração estava disparado.
O lugar era pequeno, mas charmoso, típico do Soho — bairro boêmio, agitado de Londres. Tinha um ar intimista e um pouco vintage: paredes com tijolos aparentes, iluminação amarelada vinda de luminárias antigas. O sofá grande de couro marrom ocupava boa parte da sala, grande o suficiente para caber todos nós. Havia um tapete macio no chão, uma cozinha americana pequena e uma janela grande com vista parcial para as luzes da rua do Soho.
Nós duas mal tínhamos tirado os casacos. O tesão não deixou. Assim que fechei a porta, empurrei Carol contra a parede e a beijei com fome, como se estivéssemos sozinhas no mundo. Nossas bocas se devoravam, línguas se enrolando, corpos se esfregando com vontade. Começamos a tirar a roupa uma da outra, peça por peça, mãos desesperadas explorando pele, seios, cintura.
Os dois rapazes ficaram parados no meio da sala, completamente surpresos. Ouvi um deles murmurar algo baixinho na língua deles, o tom claramente safado.
Eu me soltei do beijo por um segundo, olhei pro rosto corado da Carol e depois pra eles. Com um sorrisinho devasso, perguntei:
— Se importam se eu ficar pelada?
Os olhos deles se arregalaram e o branco dos olhos iluminaram a sala de puro espanto. Sem música nenhuma, comecei a tirar a roupa bem devagar. Primeiro a blusa saiu pela cabeça, revelando meu sutiã de renda preta. Desabotoei a calça jeans devagar, rebolando levemente enquanto descia o tecido pelas coxas. Carol acompanhava cada movimento em silêncio, boquiaberta, totalmente incrédula com a mão fechada na frente da boca tapando o sorrisinho nervoso de tesão.
Tirei o sutiã devagar, deixando meus seios livres, os bicos já durinhos por causa do frio que ainda estava no corpo e da excitação. Por último, deslizei a calcinha pelas pernas e saí dela completamente nua, ali no meio da sala. A pele arrepiada, os cabelos ainda úmidos da chuva caindo nos ombros. Fiquei totalmente exposta, sem vergonha nenhuma, só com um sorrisinho safado no rosto.
Estendi os braços, segurei Carol firme pelos cabelos e puxei o rosto dela direto pros meus seios enquanto enrolava uma das pernas ao redor da cintura dela, prendendo seu corpo contra o meu.
Ela soltou um gemidinho abafado, ainda se soltando um pouco, mas não resistiu. Com as duas mãos, Carol segurou meus seios, apertando-os juntos, sentindo o peso e o calor deles. A boca quente dela veio em seguida. Primeiro lambeu devagar, circulando um bico com a língua molhada, depois abriu os lábios e chupou com vontade, sugando forte, quase com fome. O som molhado da sucção encheu a sala pequena.
Eu arqueei as costas, empurrando o peito contra o rosto dela, sentindo cada puxada da boca dela descer direto pro meio das minhas pernas. Enquanto chupava um seio com força, a mão dela massageava o outro, apertando, beliscando o bico entre os dedos, alternando de um pro outro sem parar.
A respiração dela estava quente e acelerada contra minha pele molhada de saliva.
Sem tirar a boca dos meus seios, a mão direita dela desceu devagar pela minha barriga, passou pelo quadril e escorregou entre as minhas coxas. Os dedos dela me encontraram completamente molhada. Começou a me tocar com movimentos lentos e circulares no ponto mais sensível, depois foi descendo e enfiando um dedo devagar, depois dois, fodendo gostoso enquanto a boca continuava mamando meus seios com cada vez mais vontade.
Eu segurei a cabeça dela com mais força contra o peito, rebolando devagar contra a mão dela, gemendo baixinho. Carol gemia junto, o som vibrando contra minha pele, claramente excitada com o que estava fazendo comigo.
Abri os olhos ainda zonza de tesão e encontrei Lameck de pé bem próximo de nós, nos observando. Estendi a mão pra ele, a voz saindo rouca e manhosa:
— Vem, negão… me come.
Ele entendeu perfeitamente o meu português, mesmo sem falar uma palavra.
Lameck se aproximou por trás, o corpo grande e quente colando nas minhas costas. Senti primeiro o cheiro dele — algo masculino, pele quente misturada com um perfume leve. Seus lábios grossos tocaram minha nuca, beijando devagar, depois chupando a pele com fome enquanto as mãos grandes dele deslizavam pela minha cintura.
Carol continuava na frente, mamando meus seios com vontade, a boca quente e molhada sugando forte, língua rodando nos bicos. Os dedos dela ainda entravam e saíam de mim, molhados, fazendo um barulhinho obsceno a cada movimento.
Eu gemi mais alto quando Lameck pressionou o corpo contra o meu. Com a ajuda dele, desci a mão e abri o botão da calça dele. Puxei o zíper e enfiei a mão dentro. Puta merda… o pau dele era enorme. Grosso, pesado, quente e já bem duro. Quando consegui tirar ele pra fora, senti o peso na palma da mão. Era preto, veias marcadas, a cabeça grossa brilhando. Era um pau daqueles que impressiona só de olhar — longo, grosso na base, latejando na minha mão.