— Ei, garoto... posso te chupar? — falei já me inclinando de boca aberta, sem esperar a resposta.
Ele parecia em choque, como se ainda não acreditasse no que estava acontecendo. Eu me abaixei devagar na frente dele, empurrando seu corpo magro contra a lataria enferrujada do carro velho.
Encostei os lábios na cabeça primeiro, lambendo devagar, provando o gosto salgado e quente de macho suado. Depois abri a boca e engoli o máximo que conseguia. O pau dele era delicioso — grosso o suficiente pra esticar meus lábios, pesado na língua, pulsando forte enquanto eu chupava com vontade, subindo e descendo a cabeça, sentindo ele tocar fundo na minha garganta.
— Caralho, garoto... que pau gostoso — falei de boca cheia me babando toda enquanto eu mamava ele com vontade.
Eu apertava o lábios em volta do pau ao descer, soltando devagar, língua rodando por baixo, sentindo cada veia grossa inchar contra ela. O gosto delicioso de rola invadia minha boca inteira, o cheiro de suor de macho subindo forte no ar escuro, me deixando zonza de tesão. Ele gemia loucamente, quase perdendo o controle com a mão grande na minha nuca me guiando enquanto o corpo tremia inteiro.
— Gatinha? — ele chamou, voz rouca.
Eu quase não ouvi. Estava concentrada demais, tentando engolir o máximo possível daquele pau preto enorme, sentindo ele me encher inteira, roçar no céu da boca e fazendo meus olhos lacrimejarem.
— Patroa...
Sem soltar ele da boca, ergui os olhos devagar, ainda chupando lento, língua girando na cabecinha úmida. Ele continuou, voz tremendo de tesão:
— Deixa eu te comer... deixa? Eu tô maluco pra te foder.
Dava pra ver nos olhos dele: aquele menino feio, desengonçado, mas completamente doido. Os olhos dele brilhavam no escuro e ele tinha uma respiração pesada, a pele dele brilhava e nem estava calor. Aquela visão dele ali, me acertou forte. Um fogo subiu rápido pelo meu peito e se concentrou todo entre as minhas pernas.
Levantei devagar com os joelhos doendo do chão duro e sujo, boca inchada e com o gosto dele grudado nos lábios. Olhei pros lados rapidamente, procurando se tinha uma viva alma, mas nada, só tinha escuridão e o vento. Ninguém parecia estar por perto.
Encostei no carro velho, a lataria fria e enferrujada rangeu de leve quando eu me apoiei. E foi só eu me empinar que o homem veio por trás na hora como um animal, o calor do peito colando nas minhas costas. A mão grande dele desceu direto pra minha bunda, apertando forte, abrindo minhas nádegas. Meus olhos reviraram de prazer e eu soltei um gemido alto seguido de um arrepio longo que subiu pela espinha inteira.
Empinei mais o quadril pra trás, me oferecendo toda aberta e molhada, uma bela visão da minha buceta. E eu tava puta demais, desesperada pra sentir ele me fodendo ali mesmo.
Ele pincelou a rola grossa no meu rego sem nenhuma vergonha, a cabeça inchada roçando primeiro no meu cu, depois descendo devagar pela entrada da buceta, pressionando o clitóris latejante. Parecia que ele tinha todo o poder de decidir onde ia me comer. Eu estava com tanto tesão, que naquele momento, aquele negão feio de boca deliciosa poderia meter onde quisesse.
Ouvi o som molhado da passada e tremi esperando a pirocada dele. Eu gemi baixinho com o corpo inteiro tremendo. Rebolei contra ele, empinando a bunda, abrindo caminho até sentir a glande grossa forçando a entrada. Quando ele começou a entrar de verdade, parecia que não ia acabar nunca. Centímetro por centímetro, ele foi me abrindo toda, entrando fundo. Minhas pernas começaram a bambear violentamente e os joelhos fraquejaram. Os mamilos endureceram dolorosamente contra o tecido fino da blusa.
— Puta que pariu... Caralhoooo! — gemi, a voz saindo mais alta do que eu queria.
A rola dele me encheu completamente. Quente e grossa, latejando forte dentro de mim. Era tão gostoso que eu sentia que poderia gozar só com ele parado ali, sem mexer, só sentindo aquele pau enorme me ocupando inteira.
E então ele começou a meter.
As estocadas eram pesadas, ritmadas, profundas. Meu corpo era prensado contra o carro à cada metida forte que ele me dava. Eu já estava com tesão acumulado desde o momento em que a gente se beijava na pista, com o Diego nos observando de longe. Por um segundo senti uma pontada estranha — uma espécie de saudade dele ali, vigiando, controlando tudo como era de costume. Mas as estocadas do Iuri eram fortes demais, fundas demais, e não me deixavam pensar em mais nada.
Cada vez que ele entrava inteiro, um gemido que parecia um miado de gato escapava da minha garganta, quase um choramingo. Minhas pernas foram ficando moles de vez, quase impossível de ficar em pé e as coxas tremendo sem controle. O prazer subia rápido, apertando tudo por dentro, enquanto o som molhado das estocadas soava muito alto naquela escuridão.
O orgasmo veio como um furacão, jogando tudo pro alto, bagunçando meu corpo inteiro. Eu gritei, berrando de prazer, sentindo tudo espirrar pra fora de mim em jatos quentes e descontrolados, molhando as coxas dele, pingando no chão sujo, escorrendo pelas minhas pernas trêmulas. A buceta se contraiu forte em volta dele, apertando, pulsando, e eu tremia inteira, visão piscando branca por uns segundos, corpo convulsionando contra o muro áspero que arranhava minhas costas.
Ele havia gozado junto comigo, senti os jatos quentes e grossos enchendo por dentro, mas em nenhum momento parou de socar forte e firme na minha buceta. Continuou metendo sem piedade, e eu sentindo ele duro a cada lapada que ele me dava, escorregando no meio da porra dele misturada com o meu gozo, saindo e entrando com um barulho molhado e obsceno que ecoava no escuro. Cada estocada fazia mais daquilo tudo espirrar pra fora, sujando minha buceta, as coxas, a minissaia embolada na cintura, pingando devagar pelas pernas, grudando na pele quente e suada. O cheiro forte de sexo subia no ar úmido da noite, misturado com o ferro enferrujado do carro, e eu sentia tudo escorrendo, quente, viscoso, marcando meu corpo como prova do quanto eu tava entregue.
— Caralho garoto, que troço bom isso, puta que pariu… — falei cansada pedindo ar.
Continua...