A cama era no canto da parede — um colchão fino e rasgado bem no meio, com o enchimento amarelo saindo pelos buracos. O lençol era um pedaço de pano, manchado e amassado, sem fronha. Não tinha cabeceira, só a estrutura de ferro enferrujada rangendo toda vez que alguém encostava.
O chão era de cimento cru, pelo menos não parecia sujo. E as paredes eram pintadas de um azul desbotado, com algumas manchas e uns desenhos e nomes riscados a caneta.
O lugar parecia a porra de um cativeiro, nem meu cachorro eu deixaria dormir naquele lugar.
Os três entraram no quartinho animados, parecendo que iam fazer uma festa. O Iuri era o mais quieto dos três, me olhando com uma expressão mais séria, quase preocupado. Foi justamente essa atitude dele que me deu um pouco mais de confiança pra entrar naquele muquifo apertado e caindo aos pedaços com três homens. O Diego, como sempre, parecia não ter noção nenhuma do perigo da situação. Ou, se tinha, simplesmente não se importava.
Assim que entramos, o Davi se jogou na cama de um jeito largado, fazendo a cama ranger alto e a estrutura de ferro gemer em protesto. Ele riu, todo cheio de energia, e perguntou:
— E aí, alemão? Qual vai ser?
Diego não hesitou nem um segundo. Com aquele sorrisinho safado e orgulhoso que eu já conhecia muito bem, respondeu:
— Tipo, a putinha faz o que eu mando. Né não, Rafa? — Ele deixou o silêncio pesar um segundo no quartinho, olhar desafiador lançado em mim enquanto os outros dois me encaravam — Tira essa roupa toda agora começa mamando o nosso anfitrião.
Eu congelei. Senti o rosto queimar de vergonha. Ali, no meio daquele quartinho apertado, com três caras me olhando, eu sabia que não adiantava resistir.
— Tá surda? Não ouviu o que eu mandei?
Eu engoli em seco, respirei fundo e comecei a tirar a roupa devagar, primeiro a blusa, depois a minissaia curta enquanto mãos eram passadas no meu corpo. Dobrei cada peça com cuidado e coloquei tudo num canto da cama, como se aquilo fosse me dar algum resquício de dignidade.
— Viu só? Eu só crio cadelinhas obedientes! — disse Diego rindo se gabando por eu ter obedecido sua ordem.
Os três ficaram em silêncio, só observando. Dava pra sentir o peso dos olhares no meu corpo — nos meus peitos, na minha bunda, na minha buceta ainda melada da porra que escorria pelas coxas. Quando fiquei completamente nua, respirei fundo e me aproximei do Davi, que já estava sentado da cama com um sorrisão no rosto.
Eu me ajoelhei na cama, empinando a bunda branca bem pra cima, totalmente exposta. Me inclinei pra frente e peguei o pau do Davi com a mão. Era um pau bonito — preto, bem grosso, com um tamanho bom e gostoso de segurar. Assim que envolvi meus dedos em volta dele, senti ele endurecer rápido na minha palma, inchando e pulsando com força.
Sem esperar, abri a boca e engoli a cabecinha, lambendo devagar primeiro, sentindo o gosto forte de macho. Depois desci mais, chupando com vontade, os lábios esticados ao redor da grossura dele. Subia e descia a cabeça devagar, usando a língua por baixo, rodando na veia principal enquanto apertava a base com a mão. O pau dele tinha um cheiro forte, quente, de quem tinha passado o dia trabalhando, e aquilo só me deixava mais molhada.
Davi não parava de falar um segundo, a voz rouca e cheia de tesão:
— Caralho... que novinha safada! Boqueteira piranha do caralho... Olha como mama gostoso, porra!
Ele gemia e soltava uma sequência de safadezas sem parar, a mão grande descansando na minha cabeça, guiando o ritmo de leve. Quanto mais ele falava, mais eu chupava com vontade, fazendo barulho molhado, babando no pau dele enquanto rebolava a bunda empinada no ar, sentindo o olhar dos outros dois queimando em mim.
A coisa na minha cabeça foi mudando rápido. Entrei num transe estranho, quase animal. O calor do quartinho abafado, o cheiro de macho no ar, os gemidos baixos... tudo isso me fez virar um bicho. Meu corpo esquentou inteiro, a buceta latejando forte de novo, molhada e carente.
Olhei pros três. Todos com o pau pra fora, se masturbando devagar enquanto me olhavam. Foi aí que meus olhos pararam no pau do Iuri. No terreno baldio estava escuro demais e eu não tinha conseguido ver direito. Agora, ali no quartinho, iluminado pela luz fraca, eu vi tudo.
Puta que pariu... que pau enorme e lindo.
Grosso, comprido, bem preto, com veias marcadas e uma cabecinha inchada. Meu estômago deu um salto de tesão. Eu queria aquilo. Queria muito.
Diego deve ter visto o desejo estampado na minha cara, porque abriu aquele sorrisinho safado e falou:
— Putinha, mama o Iuri. Mama direito... mas eu quero ver esse pau inteiro sumir na sua boca.
Eu ri, agradecida e safada, sem nem pensar duas vezes. Sem mudar de posição — ainda de quatro, bunda empinada pra cima — me virei um pouco e abocanhei o Iuri quando ele deu um passo à frente.
Dessa vez eu estava mais relaxada, mais entregue. Comecei devagar, mas com fome. Lambi toda a extensão, sentindo o peso, o calor, o cheiro forte dele. Depois abri bem a boca e desci, engolindo o máximo que conseguia. O pau dele era tão grosso que esticava meus lábios ao limite, mas eu queria mais. Queria tudo.
Chupei com paixão, como se aquele fosse o melhor pau do mundo. Língua rodando, babando bastante, subindo e descendo com vontade, gemendo baixinho enquanto sentia ele pulsar na minha garganta. Diego não perdeu a oportunidade. Colocou a mão na minha nuca e empurrou minha cabeça pra frente devagar, mas firme.
— Isso... engole tudo, putinha. Faz ele sumir.
Senti a glande grossa forçando fundo na minha garganta. Meus olhos lacrimejaram, mas eu não resisti. Pelo contrário — gemi mais alto, excitada pra caralho com ele me forçando. Diego empurrou mais, até meu nariz encostar na barriga magra do Iuri. O pau dele desapareceu inteiro na minha boca. Fiquei ali, engasgada, sentindo ele latejar no fundo da minha garganta, as lágrimas escorrendo, mas com uma puta excitação correndo nas veias.
Continua...