Quando o Diego soltou um pouco, eu subi pra respirar, babando pra caralho, mas logo voltei, mais faminta ainda. Eu queria engolir ele inteiro de novo. Queria que ele fodesse minha boca. E pelo jeito que eu gemia e rebolava a bunda no ar, os três perceberam: eu estava adorando cada segundo.
A cena se repetia, e a cada centímetro a mais que eu engolia, os meninos faziam uma festa. Gemiam alto, falavam toda putaria possível, me xingando de vadia, puta e boqueteira safada.
Eu nunca consegui explicar direito como me sinto nesses momentos. É como se eu desligasse completamente do mundo. Meu cérebro apagava tudo — medo, vergonha, consciência — e eu virava apenas uma coisa: um corpo pra ser usado, desejado, comida. Não importava mais quantos fossem. Eu queria mais, eu desejava ser tratada como uma vadia, xingada, batida, usada do jeito que eles quisessem. E eu amava o Diego exatamente por isso. Ele era pervertido o suficiente pra me dar o que eu precisava. Sabia exatamente quando e como me empurrar pro próximo estágio, até eu perder o controle total.
— Iuri, que cara de cu é essa? Vai lá, irmão. Emborracha essa vadia, porra! — mandou Diego.
— Fala assim não, seu Diego... coitada da moça — respondeu o garoto, ainda hesitante.
— Senhor? Tá doido, Iuri? Para com essa porra, cara! A gente tem a mesma idade quase! — Diego deu um empurrão firme nas costas do Iuri, colocando ele bem atrás de mim. — Vai, mete nela. Mete com força, porra. Pode bater, pode arrombar essa buceta… é disso que essa putinha gosta.
Iuri ainda estava desconfortável. Mesmo depois de tudo que já tinha rolado, ele continuava tratando a gente como “senhor” e “senhora”. Tentava se corrigir, mas sempre voltava a ser educado.
— Não, senhor… quer dizer, não, Diego. Minha mão é pesada, vai machucar ela, coitada...
Eu mal registrava a conversa. Estava ocupada demais mamando o Davi com vontade, delirando com as putarias que ele não parava de sussurrar:
— Isso, sua putinha gostosa… mama gostoso pro papai...
De repente senti um pau grosso forçando minha entrada por trás. Gemi alto contra o pau do Davi, o som abafado na minha boca. Sorri por dentro. Não sabia se era o Diego ou o Iuri, e essa dúvida me deixou ainda mais louca, mais molhada.
Mas logo descobri.
Senti um estalo quente e forte na minha bunda, o tapa ardendo deliciosamente na pele. Olhei de canto de olho e vi o Diego rindo.
— Viu, cara? Um homem desse tamanho com medinho? É assim que faz, porra! — disse ele pro Iuri, dando outro tapa forte na minha bunda. — Vai, mete pra machucar essa buceta da putinha. Enfia fundo!
Eu já tinha dito que o pau do Iuri era grande, mas o desgraçado, sabia foder pra caralho. Ele metia com um ritmo perfeito — aquela rola preta linda entrava fundo, mas sem machucar, acertando exatamente onde eu precisava. As mãos dele, grandes, pesadas e calejadas, agarravam minhas ancas com força, me puxando pra trás a cada estocada, me empalando inteira.
Cada vez que ele puxava meu corpo contra o dele, o pau do Davi escapava da minha boca com um som molhado, me fazendo babar ainda mais. Eu mal conseguia manter o ritmo da chupada.
Diego observava tudo com um sorriso satisfeito, quase orgulhoso, como quem assiste sua putinha particular sendo bem usada por dois negões ao mesmo tempo.
De repente, Iuri deu um tapa seco na minha bunda. Não foi tão forte quanto os do Diego, mas foi gostoso pra caralho — firme, certeiro, fazendo minha pele arder de um jeito delicioso. Ele deu outro, e outro, o som ecoando no quartinho apertado. O contraste entre as estocadas fundas e os tapas me fez perder o controle.
Gozei forte ouvindo Diego elogiar a performance do Iuri.
Meu corpo inteiro tremeu violentamente, as pernas bambearam, a buceta apertando o pau grosso do Iuri em espasmos. Gemi alto, de um jeito apertado e desesperado com o pau do Davi ainda enfiado na minha boca. Por pouco não deu uma mordida involuntária nele. Meus olhos reviraram, saliva escorrendo pelo canto dos lábios, o corpo convulsionando enquanto o orgasmo me acertava em ondas fortes.
Quando abri os olhos, os três estavam me olhando maravilhados. Davi com a boca entreaberta, Iuri ainda metendo devagar, quase em choque com a força do meu gozo, e Diego com aquele brilho vitorioso no olhar, como se dissesse “essa é a minha putinha”.
Eu precisava desesperadamente de um tempo pra respirar, meu coração batia tão forte que parecia que ia sair do peito. Mas não tive descanso.
— Caralho, menor, deixa eu meter nessa novinha! — disse Davi, já se levantando e tomando o lugar do Iuri atrás de mim.
Meu orgasmo ainda não tinha ido embora completamente, ainda pulsava pelo meu corpo em ondas menores. Quando Davi enfiou o pau grosso de uma vez, foi como jogar gasolina no fogo. Ele começou a meter com força e velocidade, sem dó.
Eu não conseguia mais pensar em nada.
Colei o rosto na cama imunda, bochecha pressionada contra o lençol velho e sujo, empinando ainda mais a bunda. Fiquei ali, completamente entregue, rabo pra cima, sendo fodida sem piedade. Cada estocada fazia meu corpo balançar, os peitos espremidos contra o colchão, a boca entreaberta soltando gemidos moles e sem controle.
Se o Diego quisesse trazer a favela inteira naquele momento… foda-se. Eu não ligaria. Daria pra todo mundo. Eu só queria sentir um pau batendo sem parar dentro de mim, me enchendo, me usando. Meu cérebro tinha desligado completamente. Só existia aquela sensação quente, molhada e bruta de estar sendo comida como uma vadia.
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