Estava ontem conversando com um amigo — que, aliás, é psicólogo — e eu dizia que amo gang bang pra caralho. Eu já havia contado pra ele quando fiz a primeira vez. Aí ele parou e disse: “Penso no aspecto de até onde que foi consentido e até onde que houve coerção. Mas eu entendo que no final, você gostou”. Eu respondi que sim, foi consentido no sentido de que eu disse “sim” na hora… mas reconheço que teve coerção psicológica sim. E foi exatamente pensando nisso que decidi trazer esse TBT aqui.
Hoje em dia eu sou assumida: amo gang bang. Amo a sensação de ser o centro de vários paus, de perder a conta de quantas vezes gozo, de me sentir usada e desejada ao mesmo tempo. É meu fetiche favorito.
Mas quando eu penso no PRIMEIRO… caralho, a história é bem mais complicada. Tem essa história completa aqui no site: O Mestre Mandou III - A Princesinha do Gang Bang
Era maio de 2015. Eu ainda era bem novinha, corpo de menina que achava que já era mulher. O Diego — meu primo, que era meu tudo na época — tinha marcado na casa do Adriano, seu melhor amigo. Começou com três: ele, Adriano e Gabriel, irmão do Adriano. Eu já tinha feito com eles antes e tava louca pra repetir. Bebemos, rimos, eu rebolando no colo de cada um… até a campainha tocar.
De repente eram mais três caras que eu nunca tinha visto na vida. Meu estômago gelou. “Caralho, sério isso?” Meu coração batia na garganta. Parte de mim queria correr. A outra parte… já tava molhada só de imaginar.
Diego me puxou pra um canto. Olhou nos meus olhos e falou sério: “Você não é obrigada a nada. Se quiser ir embora, eu te levo agora. Ninguém vai te forçar.” Eu podia ter dito não. Podia ter ido pra casa. Mas… eu não queria decepcionar ele. Eu queria ser a putinha dele. Queria que ele olhasse pra mim com aquele orgulho safado. Tinha uma paixonite enorme, uma necessidade louca de aprovação. Pensei em falar não, mas veio o medo de ser rejeitada. Então eu respondi: “Eu quero. Eu vou dar conta.” Não exatamente porque eu queria, mas só pra fazer a vontade dele.
No final, gozei tanto que perdi a conta. Gritos, saliva, porra escorrendo pelas coxas, o cheiro de sexo puro tomando conta da piscina. Eu tava no paraíso e no inferno ao mesmo tempo.
Quando acabou, eu corri pro banho. Água quente caindo no corpo melado. E aí… a ficha caiu.
Comecei a chorar. Chorar de verdade. Sozinha no box, encostada no azulejo, pensando: “Por que eu fiz tudo isso?” Eu não tinha sido violentada. Não tinha levado tapa na cara, não tinha sido arrastada. Mas olhando de fora hoje… teve coerção psicológica sim. Eu era nova pra caralho. Queria tanto a aprovação do Diego, tanto ser “a escolhida”, que eu disse sim mesmo com medo, mesmo sem estar 100% a fim no começo.
Era validação. Era “se eu não fizer, ele vai me achar chata e vai perder o interesse”. Ele curtia ter esse controle, me pervertendo aos poucos. E eu… eu deixava. Porque no fundo eu queria ser dele.
Foi confuso pra cacete. Tesão misturado com vergonha, prazer misturado com vazio. Saí do banho me sentindo suja por dentro de um jeito que sabonete nenhum tirava.
Mas sabe o que é louco? Aquele dia foi o começo de tudo. Hoje eu amo gang bang de verdade. Não por pressão, não por validação de ninguém. Eu amo porque eu escolho. Porque eu controlo o jogo. Porque eu sei exatamente o que quero e até onde vou.
Aquele primeiro foi tenso, foi pressão, foi coerção emocional disfarçada de desejo. Mas também foi onde eu descobri que eu era capaz de ir muito além do que imaginava. E que, no fundo, uma parte safada minha sempre quis.
Dicas para um Gang Bang Seguro – Direto ao Ponto (e sem frescura)
1. Consentimento é o NÚMERO 1
Todo mundo tem que querer 100% — inclusive você. Jamais faça NADA pra agradar alguém. Se não estiver 100% afim, cancela na hora. Gang bang bom é aquele que você sai sorrindo e gozando horrores… não chorando no chuveiro (eu já passei por isso e não recomendo).
Fale ANTES: “Quero fazer com X pessoas, sem pressão, posso parar a qualquer momento.” Crie palavra de segurança: “vermelho” = para tudo. “Amarelo” = devagar. Combine limites claros: “pode gozar dentro”, “não pode tapa no rosto”, “não pode puxão de cabelo”, “anal só com muito lubrificante”. Vai rolar anal? Deixa decidido antes.
2. Saúde em primeiro lugar
Testes atualizados: todo mundo (você + todos os caras) com exame de HIV, sífilis, gonorreia, clamídia e hepatites feito há menos de 30 dias. Camisinha em TODAS as penetrações ou PrEP + teste frequente se for sem. Leve seu próprio kit: camisinhas, lubrificante (muito!), lenços umedecidos e preservativos femininos se preferir.
3. Escolha do time e do lugar
Número ideal pra começar: 3–5 (6+ já fica caótico pra caralho). Prefira caras que você já conhece ou que tenham boas referências. Local: casa particular com banheiro disponível, hotel ou motel. Nunca em lugar público ou casa de estranho. Tenha um “anfitrião” de confiança que fique sóbrio e cuide de tudo. Como dizem: “Se organizar, todo mundo come”.
4. Durante o rolê
Beba pouco ou nada de álcool (baixa o controle e o consentimento). Hidrate-se (água + Gatorade). Gang bang cansa pra porra. Posições inteligentes: evita ficar de quatro o tempo todo (joelhos e costas sofrem). Alterna deitada, de lado, sentada. Lubrificante toda hora no cu e na buceta. Não deixe ninguém ficar mais de 10 minutos seguidos pra não machucar. Dor diferente? Para na hora. Sem negociação.
5. Aftercare (o mais importante que quase ninguém fala)
Logo depois: banho quente, água, comida leve. Fique com alguém de confiança (pode ser o organizador) pra conversar. Pode rolar tristeza, vazio ou choro 24–48h depois — é normal. Tenha alguém pra te dar carinho e colo. Não é frescura, é autocuidado.