Esse Domingo tinha tudo pra ser daqueles dias épicos. Eu e o Lucas fomos pro Maraca assistir à final do Carioca: Fla x Flu.
Eu tava invicta né? Desde que começamos a namorar, o Flu NUNCA tinha perdido quando eu fui junto. Pé quente demais kkkk. E, na real, nem perdeu mesmo – o jogo terminou 0x0. Mas aí veio a disputa de pênaltis... e não deu pra gente. O título ficou com o adversário. Que tristeza. Estava quase virando tricolor... não, mentira!
Pior que depois o Diego veio me zoar no Whats, dizendo que eu fui torcer contra o time dele e que acabei "tomando no cu". Acabei respondendo: "Na verdade, meu amor, eu fui torcer pelo time do Lucas". Ele não parou, mandou um monte de mensagem, até chamou o Lucas de corninho. No final, eu não aguentei e soltei: "Ah, você deve tá boladinho porque quem come meu cu hoje não é tu, cara de tatu".
Depois do Maraca fomos jantar num japonês que eu amo no Leblon. Comer peixe cru, né? Que aí rima com cu. kkkkkkkk Mas sério, tirando a piadinha, eu sou louca por salmão. O restaurante tem um menu degustação incrível – é tipo o chef cozinhando só pra você, uma experiência toda personalizada. Nem lembro quantos pratos foram, mas cada um melhor que o outro. No final, ainda dava pra repetir algum, mas eu tava tão cheia que nem rolou.
Saímos do japonês, a noite tava só começando, né? Decidimos esticar pro motelzinho mais próximo. Pegamos uma suíte com hidromassagem. Logo que entramos, e eu já fui ligando uma playlist de dance-pop e R&B, com Rihanna, SZA, Tate McRae, que normalmente uso pra transar com clientes, com aquelas batidas sensuais, sabe?
Comecei a dançar ali na frente do Lucas, rebolando devagar, provocando, e puxei ele pra perto. Aí rolou o beijo, empurrei ele contra a parede e mergulhamos num amasso daqueles de filme erótico. Beijo com fogo, línguas se entrelaçando, mãos explorando tudo, aquele jeito apaixonado que me deixa mole nas pernas. Sério, eu amo o jeito que ele me pega, me beijando com fome, louco de tesão. Vocês vão me zoar: "Ah, princesa, tá caidinha de quatro, hein?" Pior que tô, cada dia mais apaixonadinha por esse homem.
Daí as coisas esquentaram. Ele me despiu de uma vez, me deixando completamente nua, e me jogou na cama com aquela pegada firme que me arrepia. Veio por cima, beijando meu corpo inteiro – do pescoço aos ombros, demorando um tempão nos meus seios, lambendo os biquinhos devagar, chupando com pressão, mordiscando levinho até me arrancar gemidos altos. Foi descendo devagar, traçando um caminho com a boca pela barriga, acariciando minhas coxas com as mãos quentes, me abrindo devagar.
Aí ele me chupou com uma paciência de quem sabe exatamente o que tá fazendo: língua rodando devagar no clitóris, circulando, lambendo em círculos lentos que me deixavam louca, depois acelerando, chupando forte enquanto enfiava dois dedos bem fundo, curvando eles pra acertar aquele ponto que me faz ver estrelas. Nessa hora eu já tava tremendo, puxando o cabelo dele, gemendo alto. Gozei na boca dele em ondas intensas, o corpo todo convulsionando. Foi daqueles orgasmos que te deixam toda ofegante. Nossa, bom demais.
Depois, ele me virou e me colocou de quatro na beirada da cama, com as mãos firmes na minha cintura.
— Adoro te ver assim, toda empinadinha pra mim — ele sussurrou no meu ouvido, me deixando ainda mais molhada.
— Vai, safado, me bate. Bate na sua putinha. Me faz gritar, vai, caralho! — sempre peço isso quando me colocam de quatro. Adoro uns tapas no bumbum, de verdade.
Ele riu, dizendo que adora quando a princesinha dele se revela a maior puta na cama.
E aí começou: tapas firmes na bunda, daqueles que ardem gostoso e deixam a pele vermelha, intercalando com puxões no cabelo que me faziam arquear as costas ainda mais. Cada tapa ecoava no quarto, me fazendo gemer e pedir mais, enquanto ele me xingava baixinho:
— Sua putinha safada, rebola pra mim, vai, putinha! — eu respondia rebolando, provocando.
Aí ele meteu devagar no começo, sentindo cada centímetro entrar, me preenchendo toda. E logo passou a acelerar, socando forte, com as mãos apertando minha bunda, puxando meu cabelo pra trás pra me beijar o pescoço. Cada estocada era profunda, ritmada, me deixando louca, gemendo alto e pedindo pra ele ir mais fundo, mais rápido.
— Me fode, vai, fode sua putinha! — eu pedia, quase implorando, com a voz rouca de tanto gemer, e ele obedecia na hora, socando mais forte, mais fundo. Xingando de volta baixinho no meu ouvido, chamando de vadia, de puta dele, enquanto os tapas continuavam na minha bunda, cada um deixando uma marca quente que misturava dor e prazer num ritmo alucinante que me levava ao delírio. Meu corpo todo tremia descontrolado, as pernas fraquejando enquanto eu gozava de novo em ondas intensas que pareciam não acabar
— Vou gozar dentro de você, sua puta — ele grunhiu, apertando minha cintura com força, e aí veio, gozando quente e forte dentro de mim enquanto gemia alto.
Depois de tudo isso, eu levantei devagar, ainda com as pernas tremendo um pouquinho, e fui encher a banheira. Mandei o Lucas abrir um espumante que tinha ali na suíte. Ele riu, me deu um beijinho fofo na testa, e foi pegar a garrafa, trazendo também duas taças pra gente brindar.
A banheira encheu com aquela água quentinha, e eu taquei um monte de espuma de banho do potinho que tinha ali, fazendo uma montanha de bolhas. Sentamos ali juntinhos, eu encostada no peito dele, a espuma nos envolvendo. Ficamos nos beijando devagar, daqueles beijos preguiçosos e cheios de carinho, trocando toques suaves – eu passando a mão no rosto dele, ele acariciando minhas costas, enfiando os dedos no meu cabelo molhado. Ele ficou me olhando nos olhos, daqueles olhares que derretem a alma, e falando baixinho o quanto me ama, o quanto sou importante pra ele, tipo "Você é tudo pra mim, princesa". Eu ali no colo dele, derretendo toda, sentindo o coração dele batendo forte contra o meu, como se o mundo lá fora não existisse.
Confesso pra você: eu adoro sexo intenso, bem hardcore mesmo. Amo quando ele me bate, me xinga, me faz sentir aquela vadia selvagem na cama. Mas no fundo, eu também preciso de carinho, sabe? Preciso sentir que sou amada, que tem alguém que me vê além da putaria, que me cuida, me mima. É esse equilíbrio que me conquista: o fogo na cama e o afeto depois.