Quando comecei no book rosa, num dos primeiros atendimentos o cliente pediu para eu ir vestida de colegial.
Entrei no quarto com a saia plissada azul marinho, bem curtinha e o cabelo preso. Ele ficou me olhando em silêncio, a boca entreaberta. Depois falou baixo, quase sem tirar os olhos do meu corpo:
— Você é linda, se parece muito com a minha filha. Loirinha igual a você.
Eu sorri, ainda sem entender o que aquilo significava.
— Nossa, que legal! E qual o nome dela?
— Juliana.
Ele perguntou se podia me chamar de Juliana. Ou de filha. Achei estranho, mas disse que tudo bem.
Pediu que eu sentasse no colo dele. Sentei de costas, a saia subindo. Ele passou a mão nos meus cabelos com uma lentidão que me fez arrepiar. A outra mão pousou em cima da coxa, apertando a carne.
— Juliana… conta pro papai como foi a aula.
Eu ri, nervosa, ele nem percebeu.
— Juliana, diz pro papai… como estão suas notas?
A voz dele estava rouca. Eu continuei no personagem, já sentindo o pau duro pressionando minha bunda:
— Ah, pai… tudo ótimo. O senhor sabe que eu sou a melhor aluna da classe.
Ele gemeu baixo contra o meu pescoço. A mão subiu por baixo da saia, tocando a calcinha.
— E o namorado, filha? Conta pro papai… você ainda é virgem?
Nossa, fiquei até na dúvida do que responder. Mas lembrei do que o meu booker tinha avisado: fazer o papel de menina inocente. Na hora eu nem tinha entendido direito. Agora estava claro.
Fingi um jeito tímido e respondi baixinho:
— Sou virgem, papai…
Ele soltou um gemido fundo, quase um rosnado. A mão que estava na minha calcinha apertou com mais força, o dedo grosso pressionando o tecido molhado.
— Hmm, boa menina...
A outra mão puxou meu cabelo com cuidado, virando meu rosto para o lado. Beijou meu pescoço devagar, molhado, enquanto empurrava o pau duro contra a minha bunda. Eu sentia o calor dele atravessando a calça.
— Tira a calcinha, Juliana. Mostra pro papai como está essa bucetinha.
Eu obeci. Levantei um pouco o quadril, puxei a calcinha para o lado e depois para baixo, até sair completamente. A saia plissada ficou subida na cintura. Ele olhou. Respirou fundo. Passou dois dedos no meio da minha bucetinha, abrindo os lábios, sentindo o quanto eu já estava encharcada.
— Olha só… minha filhinha já está pingando.
Eu não respondi. Só dei um gemido quando ele enfiou o dedo devagar, até o meio. A respiração dele ficou mais pesada contra a minha orelha.
— Papai vai cuidar de você. Vai ensinar direitinho.
Naquele momento, enquanto ele me dedava no colo e me chamava de filha, alguma coisa dentro de mim se desorganizou. Diferente do meu pai real, aquele homem me olhava. Fazia carinho, me tocava com atenção e, ao mesmo tempo, me desejava, me queria.
O pensamento veio rápido e sujo: poderia ser meu pai. Tinha idade pra ser.
Eu forcei a mente para longe. “Sua louca. Para com isso.” Mas o corpo não obedeceu. Quanto mais ele falava “filha”, mais eu molhava. Quanto mais ele apertava minha coxa e me chamava de Juliana, mais o pau dele parecia ocupar um lugar que não devia.
Na hora eu reprimi, senti até nojo, repulsa. Tentei afastar o pensamento e continuei no personagem. Gemi quando ele mandou, chamei de pai quando ele pediu e deixei ele me usar do jeito que quis.
A partir daí, todo cliente mais velho, de aparência semelhante, o pensamento voltava. Era inevitável.
Ainda hoje é uma das fantasias que mais me fazem gozar. Quando estou sozinha, deitada, com os dedos dentro de mim, imagino que estou de joelhos na frente dele. Que ele segura meu cabelo com violência e enfia a pica inteira na minha garganta me chamando de filha putinha, e diz que eu nasci pra chupar o pau do papai.
E eu chupo, babando, olhando pra cima e pedindo mais. Pedindo pra ele me foder a boca até eu engasgar. Pedindo pra usar a filha puta que eu sou.