— Aí ele desce… beija minha barriga, abre minhas pernas bem devagar. Fica olhando pra minha buceta um tempinho, como se estivesse admirando. Passa a língua bem de leve por cima da calcinha primeiro, me provocando. Depois tira a calcinha com os dentes e começa a lamber… da entrada até o clitóris. Faz círculos lentos, chupa com força, enfiando dois dedos bem fundo enquanto lambe.
Eu já estava pingando.
— Ele faz barulho dando aqueles chupões fortes? — perguntei, quase sem ar.
— Faz… — Carol respondeu, agora claramente excitada também. A voz dela estava mais baixa, mais safada. — Ele geme enquanto me chupa, como se estivesse comendo a melhor coisa do mundo. Lambe tudo, enfia a língua dentro de mim, depois volta pro clitóris e acelera. Quando eu começo a rebolar na cara dele, ele segura minhas coxas abertas e não para mais. Chupa até eu gozar na boca dele…
Meu corpo inteiro estava quente. Eu apertava as coxas com força, rebolando de leve contra o colchão sem nem perceber. A buceta pulsava, inchada, molhada pra caralho. Os bicos dos meus seios estavam dolorosamente duros.
— Carol… — murmurei, quase gemendo.
— Oi… — ela respondeu, a voz baixa e rouca, me olhando com aquela cara de quem também estava se segurando por pouco.
— Você tá falando isso aí… e eu fiquei aqui mega molhada… — confessei, o tom pedinte, quase envergonhado.
Não precisei dizer mais nada. Carol se aproximou ainda mais, o calor do corpo dela chegando antes do toque. Nossos lábios se encontraram num beijo urgente, faminto. No começo foi lento, molhado, línguas se tocando com curiosidade, mas logo virou algo selvagem. Ela enfiou a língua na minha boca com vontade e eu gemi contra ela, sentindo minha espinha vibrar.
Minhas mãos deslizaram pelas costas dela, descendo até a cintura fina e apertando aquela bunda gostosa por cima da calcinha. Carol retribuiu, passando as mãos por baixo da minha camisola, subindo pelas minhas coxas até apertar meus seios. Eu tremia inteira.
Movida pelo tesão, levantei a blusinha dela de uma vez. Carol hesitou por meio segundo, mas eu já estava com a boca ali, chupando um mamilo duro com fome. Lambi, suguei, mordisquei de leve enquanto minha mão descia. Enfiei os dedos por dentro da calcinha dela e quase gemi alto: a buceta da Carol estava encharcada, quente, os lábios inchados e escorregadios.
— Rafa… — ela soltou um gemido abafado, a voz tremendo. — Meu Deus… o que você tá fazendo?
Mas ela não me afastou. Pelo contrário, abriu um pouco mais as pernas.
Comecei a masturbar ela devagar, dois dedos deslizando entre os lábios molhados, roçando o clitóris inchado enquanto minha boca ia de um seio pro outro, chupando com força. Carol contorcia o corpo, gemendo baixinho, a mão agarrada no meu cabelo. Tirei minha camisola com pressa, jogando ela pro lado da cama. Nossos peitos se encontraram pele com pele — quentes, macios, mamilos duros roçando um no outro. A sensação foi elétrica.
Voltei a beijá-la com tudo, línguas se enroscando enquanto meus dedos aceleravam dentro da calcinha dela. O barulho molhado da minha mão mexendo na buceta encharcada dela enchia o quarto. Carol gemia na minha boca, rebolando contra meus dedos, puxando meu cabelo com mais força.
— Caralho, Rafa… você tá me deixando louca… é melhor parar, não? — sussurrou ela, a voz entrecortada.
Eu estava pingando, a buceta latejando tanto que chegava a doer. Rocei minha coxa entre as pernas dela, sentindo o calor e a umidade da buceta da Carol molhando minha pele. Tirei os dedos de dentro dela só pra puxar aquela calcinha pro lado e voltar a tocá-la direto, agora esfregando o clitóris inchado com o polegar enquanto enfiava dois dedos fundo.
Carol arqueou as costas, gemendo mais alto, os seios empinados roçando nos meus. Eu desci a boca pro pescoço dela, chupando forte, marcando, enquanto metia os dedos no ritmo que ela rebolava.
Eu não sabia muito o que estava fazendo. Meu corpo queimava de tesão, mas minha cabeça estava nervosa pra caralho. Eu nunca tinha feito sexo de verdade com outra garota, tudo que eu sabia era o que tinha visto em vídeos pornô. Tinha medo de fazer algo errado, de machucar ela, de não ser boa o suficiente… Carol tinha muito mais prática que eu, e mesmo assim, o desejo estava comandando tudo.
Com o coração disparado, desci beijando o corpo dela. Passei a língua devagar pela barriga, sentindo a pele arrepiar sob minha boca. Cheguei na borda da calcinha, olhei pra cima e vi Carol me observando com os olhos semicerrados, sem dizer muita coisa. Puxei a peça devagar pelas coxas dela e joguei para o lado da cama.
A buceta da Carol estava encharcada, inchada, brilhando. Toda depilada, cheirosa, perfeita. Abri as pernas dela com as mãos trêmulas e me posicionei entre elas. Comecei provocante, deslizando a língua pela virilha, descendo bem perto sem tocar ainda. Ela soltou um suspiro longo, abrindo mais as coxas.
Eu estava louca pra sentir o gosto dela.
Toquei a ponta da língua no clitóris inchado e comecei a chupar devagar, com carinho. Carol gemeu baixinho, o corpo se contraindo. O sabor era doce, quente, viciante. Fiquei mais ousada: lambi toda a extensão da buceta dela, da entrada até o clitóris, depois enfiei a língua dentro o máximo que consegui, fodendo ela com a boca.
— Rafa… porra… — ela sussurrou, a voz rouca.
Segurei as coxas dela abertas e ataquei o clitóris com mais fome. Chupei forte, sugando o botãozinho intumescido, rodando a língua rápido, depois mordiscando de leve com os lábios e dentes. Carol se contorcia inteira, agarrando os lençóis com força, mordendo o próprio braço pra tentar segurar os gemidos.
Eu não parava. Lambia, chupava, enfiava a língua e voltava pro clitóris, cada vez mais rápido, mais molhado. Os gemidos dela foram ficando mais altos, mais desesperados. As pernas começaram a tremer violentamente em volta da minha cabeça. Olhei pra cima e vi Carol revirando os olhos, a boca aberta, o peito subindo e descendo rápido.
— Não para… assim… eu vou gozar… — ela gemeu, a voz falhando.
Apertei as coxas dela com mais força, mantendo a boca colada no clitóris, chupando sem parar enquanto enfiava dois dedos fundo na buceta apertada dela. Carol arqueou as costas com força, o corpo inteiro tensionando.
De repente ela gozou.
Um gemido alto, quase um grito abafado, escapou da garganta dela. A buceta apertou meus dedos em espasmos fortes e ritmados, o mel quente jorrando na minha boca e língua. Continuei chupando devagar, prolongando o prazer enquanto o corpo dela tremia descontrolado. As pernas dela se fecharam em volta da minha cabeça, os quadris dando pequenos solavancos contra minha boca até o orgasmo ir diminuindo.
Carol ficou ali, ofegante, olhos fechados, o corpo mole e brilhando de suor. E quando seus olhos se abriram, ela sorriu, e ver aquele sorriso foi a cena mais linda do mundo. Foi incrível fazer minha prima gozar!
Após aquele momento, ficamos ali, deitadas e abraçadas, sentindo a respiração uma da outra se acalmar. Carol ainda mantinha um sorriso no rosto, um misto de satisfação e surpresa. Ela me perguntou como eu tinha aprendido a chupar daquele jeito. Eu ri e respondi que já tinha visto vídeos de meninas se chupando, mas era a primeira vez que eu fazia aquilo com outra garota.
Depois do que aconteceu, fiquei com medo de que algo mudasse entre nós. Então, tivemos uma conversa sincera e contei sobre o meu intenso desejo por ela, algo que eu não conseguia controlar. Era algo novo para mim, nunca havia sentido isso por nenhuma outra menina, e isso me deixava muito confusa. Carol também disse que se sentia confusa, ainda mais depois do que acabara de acontecer entre nós. Para ela também era a primeira vez com outra garota.
Eu estava apaixonada pelo primo e sentia uma enorme atração pela prima. E agora? Imagine a minha cabecinha nessa época. Eu demorei algum tempo para entender e aceitar que eu era bissexual.