As coisas estavam andando num ritmo rápido demais. Eu mal tinha dado o meu primeiro beijo de verdade com o Lipe e, de repente, já veio a história com o Rodrigo. E agora… sexo oral e anal com o primo. Só que isso também já tinha rolado com o Lipe e com o Rodrigo.
Às vezes me sentia perdida, achando que tudo estava indo rápido demais. Mas ao mesmo tempo… não sei. Parecia que tinha algo estranho em mim. Um fogo que eu não conseguia apagar, por mais que tentasse. Devia ser só coisa da adolescência.
Como se não bastasse eu ser apaixonada pelo Diego, ainda tinha a atração louca que eu tava sentindo pela Carol, a irmã dele. E era isso que mais bagunçava a minha cabeça.
Carol era minha prima, minha melhor amiga. A pessoa com quem eu dividia segredos desde criança. Como é que agora eu olhava pra ela com desejo? Por que eu ficava molhada só de sentir o cheiro dela perto de mim? Eu nunca tinha sentido isso por nenhuma outra menina.
Ficava me perguntando o tempo todo: “O que tá acontecendo comigo? Como posso estar apaixonada pelo primo e, ao mesmo tempo, louca de desejo pela prima?
Será que eu sou bi? Será que isso é normal?”
Sábado, 18 de abril de 2015
23h15
Estávamos em Búzios. Carol tinha saído com o namorado e, quando chegou, foi direto pro banho. Como sempre, senti aquele frio na barriga. Toda vez que ela se trocava ou tomava banho, eu dava um jeito de estar por perto, fingindo qualquer coisa só pra roubar uma olhada no corpo dela.
Quando ouvi o chuveiro ligar, corri pro banheiro e fingi que ia só escovar os dentes, tentando disfarçar o nervosismo.
— Ah, vou escovar os dentes aqui rapidinho, tá? — murmurei, voz saindo mais baixa que o normal.
A água quente caía forte sobre ela, escorrendo pelo corpo perfeito. Carol era linda pra caralho. Loira, cabelos lisos e longos colados molhados nas costas, pele branca bem clarinha, quase porcelana, brilhando sob a água. Os seios eram cheios, redondos e empinados, bicos rosados, endurecidos. A cintura fina descia pra uma bunda redonda, firme e empinada, que balançava levemente enquanto ela passava sabonete nas coxas grossas e bem desenhadas. A buceta lisinha, completamente depilada, com os lábios carnudos e rosados perfeitamente desenhados, brilhando de tão molhada.
Fiquei completamente hipnotizada. Meu olhar grudou nela como se o resto do mundo tivesse desaparecido. Bateu uma vontade louca de invadir aquele box, empurrar aquele corpo molhado contra a parede fria, beijar aqueles lábios macios e descer devagar pelo pescoço, seios, barriga… até cair de joelhos e enfiar o rosto entre aquelas coxas grossas, lambendo toda a água que escorria misturada ao gosto dela.
Ela falava animada sobre o passeio, rindo de algo que tinha rolado, totalmente alheia ao furacão que se passava dentro de mim. Eu escovava os dentes devagar, os olhos descendo sem pudor pelo corpo dela através do vidro embaçado. Meu coração batia forte, descompassado, enquanto o melzinho escorria quente pela minha coxa por baixo da camisola fina.
Quando Carol fechou o chuveiro e abriu a porta do box, o vapor quente invadiu o banheiro. Passei as toalhas pra ela sem dizer nada. Ela começou a se secar na minha frente, calma e sem nenhuma pressa. Passou a toalha pelos seios apertando levemente, desceu pela barriga e abriu um pouco as coxas pra secar bem a buceta. Eu fingia que terminava de escovar os dentes, mas meus olhos acompanhavam cada movimento.
Ela enrolou a toalha grande no corpo, prendendo acima dos seios, e outra na cabeça, como um turbante. O tecido mal cobria, deixando boa parte das coxas grossas e o começo da bunda redonda à mostra. Saímos do banheiro juntas, e eu caminhava logo atrás, quase hipnotizada pelo balanço suave dos quadris dela.
No quarto, sem a menor cerimônia, Carol deixou a toalha cair. Fiquei sentada na beira da cama, completamente vidrada, babando enquanto ela se arrumava para dormir. Ela vestiu uma calcinha preta de renda minúscula, tão pequena que mal cobria os lábios carnudos da buceta, e uma blusinha de alcinha fina, quase transparente. Os seios balançavam livres a cada movimento, os bicos rosados marcando o tecido. Ela se deitou ao meu lado, o corpo ainda quente do banho, cheirando a sabonete e creme hidratante.
Ajeitamos a cama juntas, esticando o lençol e jogando o edredom quentinho por cima. Como de costume, dividimos a cama de casal. Entrei primeiro, me enfiando debaixo do edredom macio com cheirinho de amaciante. Carol deitou logo em seguida. Eu me aproximei o máximo que pude, nossos corpos quase colados, sentindo o calor dela através da camisola fina. Meu coração batia tão forte que parecia que ela ia ouvir. A pepeca latejava devagar, quente e molhada, enquanto eu desejava desesperadamente que ela virasse o rosto pra mim e pedisse uns beijos.
Mas ela não parava de falar. Do restaurante caro, do vinho que ele pediu, da vista pro mar… Depois contou que foram para a pousada, também com vista pro mar, e aí, sem filtro nenhum, começou a descrever com detalhes como eles tinham transado.
— Sentei nele, tava durãoooo! Uma delícia! Cavalguei tão gostoso! Nossa...
Eu ouvia tudo calada, o corpo inteiro queimando, imaginando a cena e ficando ainda mais molhada. Nessa época eu ainda era virgem, né? Quer dizer, já rolava sexo oral e anal, mas ainda não dava a bucetinha.
Quando ela finalmente parou de falar, respirei fundo, o coração martelando no peito. Virei o rosto pra ela e soltei:
— Carol… preciso te contar uma coisa.
Ela virou o rosto pra mim, curiosa. Mordi o lábio inferior, sentindo o coração acelerado e a buceta ainda sensível latejando por baixo da camisola fina.
— Prima, tu não sabe, Diego veio aqui mais cedo. Nossa, ele me chupou tão gostoso, me fez gozar tanto na boca dele que eu tremi inteira…
Carol arregalou os olhos, ficou um segundo em choque e depois soltou uma gargalhada escandalosa, totalmente incrédula.
— Caralho, Rafa, para! — ela cobriu o rosto com as mãos, rindo. — Você não vai me contar esses detalhes não, né?? Ele é meu irmão, cara! Nem quero imaginar como ele chupa!
Ela me deu uma travesseirada forte no rosto, rindo e fingindo nojo, mas eu vi o brilho curioso no olhar dela. Fiquei quieta por um segundo, mordendo o lábio, o tesão ainda pulsando entre as pernas. Então provoquei, com um sorrisinho safado:
— Mas… já que o assunto é chupar? — falei rindo, me preparando pra outra travesseirada. — Murilo te chupa gostosinho assim também?
Carol me encarou por uns segundos, o sorriso mudando devagar, ficando mais malicioso. Ela mordeu o lábio inferior e se ajeitou melhor na cama, virando de lado pra mim. Nossos rostos estavam bem perto agora.
— Chupa… — respondeu baixinho, a voz ficando rouca. — Murilo é bem safado com a boca. Ele gosta de me deixar toda molhada antes mesmo de meter.
Senti um calor subir pelo peito. Apertei as coxas uma contra a outra por baixo do edredom.
— Como ele faz? — perguntei, quase sussurrando.
Carol sorriu, os olhos brilhando de tesão ao relembrar.
— Ele começa beijando minha boca, depois desce pro pescoço… morde de leve. Quando chega nos peitos, chupa os bicos bem devagar, rodando a língua, puxando com os dentes enquanto enfia a mão dentro da minha calcinha. Ele adora sentir que eu já tô molhada pra ele.
Minha respiração ficou mais pesada. Senti os mamilos endurecendo contra o tecido fino da camisola e a pele se arrepiando sozinha, como se estivesse mais sensível.
— E aí? — insisti, a voz saindo mais rouca.