Oiii!
Hoje resolvi compartilhar aqui uma resposta que dei pra um leitor que me mandou um e-mail. O cara escreveu algo bem direto:
“Seu namorado teve que engolir o ego a muito custo pra conseguir namorar uma prostituta de tão apaixonado que ele estava. Já não deve ser fácil conviver todo dia sabendo que sua namorada tá quicando no pau de um monte de vagabundo que pagou pra comer ela.”
E é verdade. Ele engoliu muito ego mesmo.
Mesmo sabendo que eu passei o dia todo trabalhando, que já tinha quicado em várias rolas antes dele me tocar, o Lucas ainda vai me buscar no final do expediente. E isso, pra mim, tem um sabor especial.
Hoje foi um dia clássico.
Atendi o último cliente num motel bem pertinho de casa. Avisei o Lucas do número da suíte e ele conseguiu reservar a do lado. Assim que o cliente foi embora, vesti apenas uma lingerie vermelha bem sexy, daquelas que marcam cada curva do corpo. O sutiã de renda mal cobria meus bicos duros e a calcinha fio-dental sumia completamente entre as bandas da minha bunda empinada.
Peguei minha bolsa, segurando o vestido na mão e saí pela garagem. O ar fresco da noite bateu na minha pele ainda quente do sexo, arrepiando todo o corpo. Meus saltos altos ecoavam baixinho no concreto enquanto eu caminhava rebolando devagar, sem pressa nenhuma.
Meu coração batia acelerado. Olhei para os prédios altos ao redor e um pensamento me invadiu: será que alguém estava me vendo ali? A putinha pulando de suíte em suíte, ainda com a buceta molhada do último cliente, correndo para os braços do namorado logo ali do lado… Essa ideia me deixou com um tesão absurdo.
Cheguei à suíte dele. A porta estava entreaberta. Entrei e lá estava ele: relaxado dentro da banheira de hidromassagem, luz baixa, água quentinha borbulhando. Sorri, tirei o vestido e entrei com ele. Nos beijamos devagar no começo, depois com mais vontade. Ele sempre pergunta como foi o cliente — se me trataram bem, se eu gozei… acho fofo demais essa preocupação dele.
Dessa vez eu menti um pouquinho, para dizer somente o que ele esperava ouvir. Não tinha sido um atendimento tão bom, mas respondi com um sorrisinho safado:
— Gozei pra caralho, amor… mas ainda tô com muita vontade.
Ele riu e me chamou de puta insaciável. Dei risada junto porque… é a mais pura verdade kkkk.
A mão dele já subia pela minha coxa, devagar, até chegar onde queria. Então veio a pergunta que ele adora fazer:
— Algum deles fodeu seu cuzinho hoje?
Eu parei um segundo, sentindo a água quente da hidromassagem batendo nas minhas costas magras. Olhei direto nos olhos dele, mordi o lábio inferior com força e respondi bem manhosa, quase inocente, com aquela voz baixa que eu sabia que deixava ele louco:
— Não, amor… hoje meu cuzinho tá virgem. Acredita?
Vi o pau dele endurecer na hora, mesmo debaixo d’água. O volume grosso subiu, latejando, cutucando minha coxa. O olhar dele mudou completamente, de brincalhão pra animal. Ele agarrou minha nuca com firmeza, puxando meu rosto contra o dele e me beijando com aquela fome bruta que eu tanto precisava. A língua dele invadiu minha boca sem pedir licença, de forma possessiva, enquanto eu ficava mole contra o corpo dele deixando ele fazer o que quisesse.
Quando ele soltou minha boca, eu já estava ofegante.
— Vou te foder aqui mesmo.
Não precisei de mais nada. Eu me virei devagar, apoiei os joelhos e as mãos na borda da banheira, empinando bem a bunda pra ele. A posição deixava minha coluna arqueada, o cabelo com um rabo de cavalo improvisado molhado caindo pro lado do pescoço. Senti as mãos grandes dele apertando minha cintura estreita, descendo e abrindo minha bunda com os polegares.
Ele começou passando os dedos grossos na minha buceta inchada, me provocando, abrindo os lábios devagar. Dei um gemido baixo, rouco, e empinei mais, empurrando contra a mão dele sem dizer nada.
Ele deu um tapa forte na minha bunda. O estalo ecoou no banheiro. Depois outro, mais forte. A ardência subiu quente pela pele clara.
— Bate mais… — pedi baixinho, voz manhosa.
Ele obedeceu. Os tapas ficaram mais pesados, fazendo minha bunda arder. Enquanto isso, enfiou dois dedos na minha buceta molhada e meteu com força, socando ritmado. Eu gemia alto, rebolando contra a mão dele, sentindo o molhado escorrer pelos dedos e se misturar com a água. Meu corpo magro tremia inteiro.
Quando ele tirou os dedos, levou direto pro meu cuzinho. Passei o dedo molhado da buceta na entrada apertada, circulando devagar. Tremi inteira e senti um arrepio forte subiu pela espinha.
— Me fode, Lucas… — sussurrei, quase implorando. — Fode meu cuzinho, igual só você sabe fazer.
Senti a cabeça grossa e quente da rola dele pressionando minha entrada. Ele empurrou devagar, abrindo meu cu centímetro por centímetro. A ardência veio forte, queimando, esticando tudo. Eu gemi cada vez mais alto conforme ele ia entrando, a água da hidromassagem espirrando em volta da gente com o movimento.
Meu corpo tremia. O cu apertava ele com força, pulsando em volta da rola grossa. Eu mordia o lábio, olhos semicerrados, sentindo aquela mistura perfeita de dor e prazer que me deixava completamente molhada. Ele continuou empurrando até enterrar tudo, os quadris colando na minha bunda ardida.
Depois que meu cuzinho se acostumou com a grossura dele, Lucas segurou minha cintura magra com força e começou a meter de verdade.
Fodia gostoso, fundo e bruto. Cada socada fazia meu corpo magro balançar, a água da hidromassagem se derramava pelo ambiente inteira. Ele falava putaria baixinho no meu ouvido, completamente louco:
— Sua putinha… adoro foder esse seu cuzinho apertado… toma tudo, vadia safada.
Quanto mais forte ele socava, mais eu empinava a bunda e gemia pedindo mais, só recebendo, rebolando de leve contra ele. Até que ele apertou minha bunda com força, enterrou fundo e gozou. Senti o pau latejando, jorrando quente bem dentro do meu cuzinho.
Fiquei ali, de quatro, imóvel, sentindo ele pulsar dentro de mim enquanto a água quentinha batia na gente. Meu corpo tremia levemente, o cu ainda apertando ele devagar.
Pensando como é louco esse nosso jeito de amar.