Oiii, seus tarados insaciáveis... 🥵👑💦
Eu sei que vocês, homenzinhos safados, ficam rolando na cama imaginando o que passa pela cabeça de uma mulher com cara de anjo. Aquela garota quietinha no metrô, a vizinha que sorri educada, a colega de trabalho que usa saia justa... “Será que ela pensa putaria? Será que ela fica molhada só de ver um cara?” A resposta é SIM, óbvio que sim. E não é qualquer putaria não: é sacanagem pesada, daquelas que fazem a pepeca piscar, a respiração acelerar e a calcinha melar inteira sem precisar colocar a mão.
A gente não fala alto porque, na real, a maioria de vocês não aguenta o tranco. Vocês pedem pra ouvir, mas quando a mulher abre a boca e conta o que realmente quer, vocês fogem ou ficam agressivos. Mas eu não sou dessas. Eu falo na lata, sem filtro, sem vergonha. E vou contar as sete fantasias que quase toda mulher já teve — nem que seja numa madrugada solitária, com os dedos dentro, gemendo baixinho no travesseiro.
E olha só: eu não só imaginei cada uma delas. Eu vivi todas sem exceção. Fiz com tesão, com entrega, com gozo escorrendo pelas coxas. E aqui no site eu vou despejar cada detalhe sujo, cada gemido, cada tapa, cada gota. Sem poupar nada. Então se prepara, porque isso aqui vai te deixar de pau duro pra caralho .
Lá vão elas, mais quentes e mais detalhadas do que nunca:
1. Bondage
A gente quer ser dominada por completo, mas só porque a gente quer — consentimento total, confiança absoluta. Ele nos joga na cama com força, prende os pulsos com algemas geladas que machucam a pele, amarra as pernas bem abertas, nos deixa expostas e vulneráveis, com a buceta tomando um vento. Tapa estalado na bunda que ecoa alto pelo quarto, deixando uma marca vermelha queimando de prazer e dor misturados. Puxando o cabelo pra trás com raiva, obrigando a boca a abrir, enfiando os dedos fundo enquanto rosna: “Cala a boca, sua vadia, e goza pra mim”. A gente obedece. Chorando de tesão, corpo convulsionando, gozando tão forte que o líquido escorre pela bunda, pelas coxas, encharca os lençóis inteiros. E ele não para. Continua metendo, batendo, mandando, até a gente implorar por misericórdia — e mesmo assim ele vai até o limite, nos levando ao descontrole total.
2. Sexo com outra mulher
Mesmo jurando pros quatro ventos que “só gostamos de rola”, a gente já fantasiou e muitas de nós já fizeram. Porque ninguém entende uma buceta como outra mulher. A língua dela sabe o caminho exato: lambidas devagar no clitóris, no lugar certinho, depois suga com a pressão perfeita, enfia dois dedos curvados batendo direto no ponto G enquanto a boca não desgruda nem por um segundo. A gente se derrete inteiro, agarra o cabelo dela com força, monta na cara como se fosse trono, esfrega sem dó, controlando o ritmo. Gozamos juntas: ela gemendo abafado na nossa buceta, a gente gritando no ouvido dela, corpos suados colados, se esfregando até o ar acabar. Nenhum homem tem essa sintonia perfeita, esse conhecimento íntimo que só outra mulher entende.
3. Sexo proibido
O risco é o que nos mata de tesão. Transar com quem não pode: o cunhado nos comendo escondido no banheiro da casa da família enquanto a sala tá cheia de gente rindo e conversando; o chefe nos dobrando na mesa do escritório depois do expediente, saia arriada na cintura, calcinha de lado, metendo forte e sussurrando “se alguém entrar, finge que tava trabalhando”; o ex que a gente odeia mas que ainda molha só de lembrar o cheiro e o gosto; o personal da academia que nos olha como se quisesse nos foder ali no meio dos aparelhos; o vizinho casado que espia pela janela e a gente abre a cortina devagar de propósito, deixando ele ver. O coração na garganta, o medo de ser pega no flagra, o tesão de saber que é errado pra caralho — isso tudo nos deixa encharcadas antes mesmo do primeiro toque.
4. Gangbang
Ser o centro de um bando de machos loucos de tesão. Vários paus duros nos cercando, mãos nos agarrando por todos os lados, bocas chupando peitos, pescoço, buceta, cuzinho sem parar. Um metendo na boca enquanto outro nos fode por trás com força bruta, outro esfregando na bunda esperando a vez de entrar em qualquer buraco. Gozar sem parar, orgasmo atrás de orgasmo, gozo escorrendo pelas pernas, voz rouca de tanto gemer e implorar por mais. Ser usada como puta coletiva, ser o brinquedo deles, sentir todos os buracos preenchidos ao mesmo tempo, paus alternando, gozando dentro e fora, até a gente quase desmaiar de prazer e acordar ainda querendo outro round, outro pau, mais.
5. Dominação feminina
Agora a gente manda. Amarramos ele na cama, braços e pernas escancarados, vendado, completamente entregue e à nossa mercê. Sentamos devagar na cara dele, esfregamos a buceta molhada e quente na boca, ordenamos: “Lamba direito, seu cachorro”. Ele obedece desesperado, língua trabalhando sem parar, sugando o clitóris, enfiando fundo. A gente controla tudo: o ritmo devagar e torturante, depois frenético, para quando ele tá quase gozando, faz ele implorar com a voz embargada e trêmula. Montamos no pau dele, decidimos a velocidade, apertamos os seios na cara dele, esfregamos o clitóris até gozar gritando alto, gozo escorrendo no pau dele. E não paramos. Fazemos ele gozar dentro da gente, depois continuamos cavalgando sem dó, apertando, rebolando até ele suplicar pra parar — e a gente decide quando acaba, nunca cedo.
6. Sexo com estranho
Imagine um encontro numa festa qualquer, olhares se cruzam, faísca explode instantânea. Sem nome, sem papo furado, sem “qual é o seu signo”. A gente pega na mão dele, levamos pro motel mais próximo sem dizer uma palavra. As portas se trancam, roupas caem no chão, corpos colidindo. Ele nos joga na parede e enfia sem preliminares, metendo com fome animal. Uma foda de quatro no chão, de lado na cama, cavalgando selvagem, gemendo alto sem medo de ninguém ouvir. Gozamos juntos, suados, ofegantes, tremendo inteiro. Depois: adeus. Sem WhatsApp, sem Instagram, sem “foi bom te conhecer”. Só a lembrança daquela foda crua, intensa, sem amanhã, sem promessas.
7. Sexo pago
Ser contratada por uma noite. Sentir o peso do dinheiro na mão, isso nos faz sentir poderosas pra caralho, desejadas como um luxo raro e caro. Ele nos trata como rainha: champanhe gelado na taça, jantar sofisticado, depois nos devora na suíte presidencial com vista pra cidade. Come devagar, explorando cada centímetro com a língua e as mãos, depois mete forte, paga caro por cada gemido, cada orgasmo que arranca da gente. Nos sentimos puta de luxo, puta valiosa, puta que vale cada centavo gasto. Gozamos sabendo que ele daria a fortuna inteira pra repetir — e deixamos ele implorar por mais uma rodada, mais uma hora, mais tudo.
E aí, confessa logo: qual dessas te deixou com a mão na calça? Qual te fez imaginar eu contando os detalhes sujos, gemido por gemido? Me diz qual você quer que eu despeje primeiro — com hora, lugar, cheiro, gosto, tudo.
Tô esperando, seus pervertidos. 😈💦
Beijos molhados, bem profundos e sem dó da sua
Princesinha Devassa
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