Sexta-feira, 17 de abril de 2015
Ainda estava nas nuvens pelo que tinha rolado no dia anterior. Finalmente aconteceu aquele beijo que eu tanto sonhava dar no Diego… e não foi só um beijo, né?
Na escola, durante as aulas, ele não saía da minha cabeça. Ficava lembrando cada detalhe do que aconteceu entre nós. No meio da aula, minha bucetinha começou a pulsar, latejando só com as lembranças. Fiquei molhada na hora. Tentei disfarçar, mas a excitação foi crescendo tanto que acabei pedindo pra sair da sala, inventando que estava apertada pra fazer xixi. Corri pro banheiro quase sem conseguir me controlar, o coração descompassado.
Entrei correndo num dos boxes do banheiro feminino, tranquei a porta e arriei a calça jeans de uma vez. Minha bucetinha já estava encharcada, latejando de tesão. Encostei as costas na parede fria, abri as pernas e comecei a me tocar com desespero, dois dedos circulando o clitóris bem rapidinho, molhado e inchado.
Tentava não fazer barulho, mas era difícil. Minha respiração estava pesada, saindo entre os dentes cerrados. Enfiei um dedo dentro, depois dois, fodendo minha bucetinha molhada em estocadas curtas e rápidas. As lembranças do Diego, da sua boca na minha, das mãos apertando meu corpo me deixavam ainda mais louca.
Meu corpo inteiro tremia. Apertei os lábios com força, quase mordendo, mas quando o orgasmo veio foi impossível segurar completamente. Soltei um gemidinho abafado, mais alto do que queria. Na mesma hora ouvi uma risadinha baixa de alguma menina no banheiro:
— Tá tudo bem aí?
Meu Deus! Tapei a boca com a mão com força, o corpo ainda tremendo com os espasmos do gozo. Fiquei quietinha, coração disparado, até ouvir os passos dela se afastando.
Esperei mais um pouco, estava com as pernas bambinhas e buceta dando choquinhos. Só depois de o coração desacelerar um pouco é que arrumei a roupa, lavei as mãos e voltei pra sala.
O resto da aula foi um inferno. Cada minuto parecia eterno. Eu só conseguia pensar na praga do Diego e no quanto eu queria mais. Assim que o sinal tocou, saí voando da sala pra encontrar a Carol. Juntas, fomos direto pra casa dela.
13h50
Depois do banho, vesti uma camisola fininha de alcinha, a mesma que eu já costumava usar na casa dos primos. Só que dessa vez não coloquei sutiã nem calcinha. O tecido leve marcava meus bicos já durinhos e mal cobria a bunda.
Durante o almoço, Diego não tirava os olhos dos meus peitos. Os bicos estavam bem evidentes sob o tecido fino e o olhar dele me devorava sem disfarçar, até minha tia percebeu. Fiquei morrendo de vergonha quando ela me lançou um olhar de reprovação, mas não disse nada.
Assim que terminamos de almoçar, Diego se levantou e disse que ia pro quarto. Antes de sair, fez um sinal discreto com a cabeça, me chamando para ir junto. Meu coração disparou. Claro que eu fui atrás dele, quase sem conseguir disfarçar a ansiedade.
Mal entramos no quarto, ele fechou a porta e me empurrou contra a parede com firmeza. Segurou meu rosto com as duas mãos e me deu um beijo ardente, daqueles que tiram o fôlego, cheio de fome, como se fosse morrer se não me pegasse logo.
— Morro de tesão em você, sabia? — disse enquanto continuava me beijando e levantava o tecido da camisola, apertando firme a minha bunda. Depois me levou até a cama, me deixou nua e me jogou nela.
— É só isso que você sente por mim? Tesão? — perguntei, medindo a resposta, querendo ouvir outra coisa que não fosse só isso.
— Não é só tesão… você me deixa completamente louco — murmurou ele, tentando consertar a resposta enquanto suas mãos subiam pelos meus seios, apertando e acariciando. — Você é uma delícia, Rafa… vou te chupar todinha.
Diego não esperou minha resposta. Desceu beijando meu corpo até se ajoelhar entre as minhas pernas. Abriu minhas coxas com as mãos grandes e mergulhou a boca na minha xota encharcada. A língua quente deslizou devagar pelo meu clitóris e depois começou a me chupar com fome, daquele jeito que só ele sabia fazer.
Eu me contorcia inteira, gemendo baixinho, esfregando a buceta molhada contra o rosto dele. Quanto mais ele enfiava a língua fundo e sugava o clitóris, mais eu perdia o controle. Enfiou um dedo grosso dentro de mim, depois dois, fodendo devagar enquanto a boca não parava de me devorar.
Eu estava completamente entregue, o corpo tremendo, apertando os lençóis com força. Ele sabia exatamente como me levar à loucura.
Ele me virou de bruços na cama e subiu por cima de mim, prendendo meu corpo com o peso dele. Senti o pau duro roçando entre a minha bunda enquanto descia a boca no meu pescoço. As mordidas começaram fortes, quase brutais. Cada vez que ele cravava os dentes na minha pele e chupava, uma mistura louca de dor e prazer explodia pelo corpo. Arrepios subiam pela espinha inteira. Tinha uma força bruta que me deixava completamente alucinada.
No meio de um gemido mais alto, acabei soltando, com a voz manhosa e tremida:
— Ai, Diego… eu te amo tanto. Eu sempre sonhei com isso… com você assim comigo.
Assim que as palavras saíram, me arrependi. Pareceu tão idiota, tão fora de hora. Meu rosto queimou de vergonha. E o Diego? Hunf. Nem respondeu. Não falou nada! Nem parou um segundo, só continuou mordendo meu pescoço como se eu não tivesse dito porra nenhuma, como se a minha confissão romântica tivesse passado completamente despercebida.
Eu queria ter forças pra reclamar, brigar, levantar dali e ir embora… mas não conseguia. Era como se ele tivesse jogado gasolina no meu corpo e acendido um lança-chamas. Eu estava completamente queimando por ele.
Ele me virou de ladinho, encaixando o corpo grande atrás do meu. Sem nenhum aviso, molhou os dedos na minha buceta melada e começou a enfiar um devagar no meu cuzinho. A sensação era absurda — invasiva, estranha e extremamente gostosa ao mesmo tempo. Ele foi fundo, girando o dedo com calma, abrindo espaço enquanto eu mordia o travesseiro com força pra abafar os gemidos.
Ficou um tempão assim, só me provocando, metendo um dedo e depois dois, esticando meu buraquinho com muita paciência. Depois se levantou, foi até o armário e pegou um tubinho de lubrificante. Mostrou pra mim com um sorrisinho safado.
— Comprei pra usar com a Larissa… mas ela não curte anal — disse, abrindo a tampa. — Isso aqui faz entrar bem mais facinho.
Eu ouvi aquilo e não soube como reagir. Na hora, meu peito apertou de um jeito estranho. Qual necessidade de dizer que comprou aquilo pra usar com a namorada? Mas aí acabei pensando: “Hum, ela não curte anal. Posso tirar essa vantagem e ter algo dele que ela não tem.”