18h30
Depois daquele papo com a Carol, fiquei com tanta sede que precisei descer para beber água. Na volta, acabei passando pelo quarto do Diego, como quem não quer nada. Eu nem estava pensando nada de sexo, o que eu queria era só dar mais uns beijos nele. Sentir o calor do corpo dele grudado no meu, aquela boca na minha…
Parei em silêncio do lado da porta do quarto dele, espiando a porta entreaberta, e entrei sem bater. Ele estava sentado na cama só de cuequinha boxer e sem camisa, com os olhos vidrados na TV, totalmente concentrado jogando futebol online e nem percebeu quando entrei.
Foi só quando eu sentei do seu lado na cama que ele me viu, mas nem falou nada, continuou concentrado no jogo. Eu fiquei quieta olhando ele jogar, eu adoro jogar videogame e sei que é horrível quando alguém chega perturbando no meio da partida. Eu curtia mais jogos tipo: GTA V, The Sims 4, Need for speed e Just Dance, que é tipo um jogo de dança que você tem que repetir as coreografias exibidas na tela. Eu adorava esse, terminava toda suada e cansada de tanto jogar.
Quando a partida acabou, ele nem olhou pra mim. Com toda calma do mundo, largou o controle de lado, desligou o videogame e a TV como se eu não existisse ali. Levantou devagar, foi até a porta e trancou, girando a chave duas vezes, bem devagar.
Voltou com aquela tranquilidade, o pau já duro marcando na cueca, balançando a cada passo. Seus olhos cor de avelã tinham um brilho afiado, quase predatório. Parou bem na minha frente, como se só agora tivesse notado minha presença, e com a voz baixa, rouca, quase arrastada, disse:
— Tava te esperando... Sabia que você viria.
Caralho!
Eu nem tive tempo de responder. Diego me puxou pelo braço com força, me fazendo levantar da cama num puxão, e me empurrou contra a parede com firmeza. Sua mão grande envolveu meu pescoço, apertando com uma pressão deliciosa, controlada, enquanto a outra descia pela minha cintura e subia por baixo do vestido, apertando minha bunda com vontade.
Quando ele percebeu que eu não estava usando nada por baixo, um riso baixo e safado escapou dele — um riso de demônio que quase me derreteu ali mesmo. Diego tinha uma pegada bruta, dominante, do jeito que me deixava completamente louca.
O beijo dele veio faminto. Ele invadiu minha boca com a língua, me devorando sem piedade enquanto eu me esfregava nele sem nenhuma vergonha, alucinada de tesão. Eu sentia a rola dele dura, enorme, latejando forte contra minha coxa, roçando bem onde eu mais queria.
Diego riu baixo contra minha boca, mordendo meu lábio inferior e puxando em seguida.
— Safadinha… já tá molhada de novo, né?
Ele não esperou resposta. Me virou de frente pra parede, levantou o vestido até a cintura num puxão e enfiou a mão entre minhas pernas. Dois dedos entraram fácil, escorregando na minha bucetinha encharcada. Eu gemi alto, empinando a bunda contra ele sem nem pensar. Ele metia os dedos fundo, curvando, acertando aquele ponto que me fazia ver estrelas, enquanto a outra mão apertava meu peito por cima do tecido, beliscando o bico com força.
Ele tirou os dedos, me virou de novo, e me fez ajoelhar, já colocando o pau para fora. Me segurou pelo cabelo de um jeito bruto, puxou minha cabeça e enfiou o pau na minha boca sem cerimônia.
— Chupa, caralho! — com aquele jeito mandão que ele tinha.
O pau do Diego era uma coisa linda: grande, grosso, com a cabeça rosada e brilhante. E se ele queria que eu chupasse, eu obedeceria na hora. Eu tinha uma atração doentia pelo jeito dele mandar, por aquela autoridade bruta que me deixava molhada e submissa. Eu só queria ser dele, dar prazer. Ser exatamente o que ele quisesse.
Ele segurou minha nuca com firmeza e enfiou aquela pica dura como pedra na minha boca. Logo nas primeiras estocadas eu engasguei, sentindo a cabeça grossa bater no fundo da garganta.
— Isso, safadinha… parece a porra de uma puta mamando! — ele rosnou, olhando pra mim com um brilho diferente no olhar. Parou um instante, ainda com o pau meio enfiado, e sorriu de canto. — Tá aí… de agora em diante eu vou te chamar de putinha. Você é a minha putinha. Quando eu te chamar, você obedece.
Entre um engasgo e outro, com lágrimas escorrendo, eu tirei o pau da boca só o suficiente pra conseguir falar, arfando:
— Tá, pode chamar… — sussurrei, a voz embargada de tesão.
Diego soltou um gemido baixo de aprovação e voltou a enfiar o pau fundo na minha boca.
— Então mama, minha putinha! Engole minha pica. Porra, você fica tão gostosa toda babada no meu pau.
Ele fodia minha boca com mais força, satisfeito.
— Humm… delícia. Você aprende rápido, né, putinha?
Até que ele gozou forte, segurando minha cabeça com as duas mãos e enchendo minha boca com aquele gosto forte que eu ainda não tinha me acostumado direito. Senti o jato quente e grosso explodindo contra a língua — denso, viscoso, grudento na língua e no céu da boca mesmo depois de engolir. Dessa vez engoli quase tudo, deixando só um fio grosso escorrendo pelo canto do meu queixo. Diego passou o polegar, recolhendo o que escorria e enfiou o dedo bem fundo na minha boca. Eu chupei obediente, lambendo tudo com a língua.
Em seguida ele me empurrou de costas na cama, abriu minhas pernas com as mãos firmes e mergulhou a boca em mim. Chupou com fome, língua quente deslizando entre os lábios, sugando meu clitóris endurecido e enfiando a ponta da língua dentro de mim em estocadas curtas e rápidas. Dois dedos grossos entraram fundo, curvando e massageando aquele ponto que me fazia ver estrelas, enquanto ele não parava de mamar e lamber como se estivesse morrendo de sede.
Eu gozei descontrolada, tremendo inteira, as coxas apertando a cabeça dele, lágrimas escorrendo pelo rosto de tanto prazer. Mordi o travesseiro com força pra abafar os gemidos altos que insistiam em sair.
Quando o orgasmo finalmente me soltou, Diego subiu devagar, deu um beijo leve na minha testa — quase carinhoso, contrastando com toda a putaria que tinha rolado — e sussurrou baixinho contra a minha pele:
— Porra, garota… tu é uma delícia. Nunca imaginei que minha priminha fosse tão safada assim — o som da sua voz era de arrepiar e seus olhos, cheios de brilho, como olhos de desejo.
Fiquei ali, deitada de um jeito ofegante, o peito subindo e descendo, sentindo o gosto dele ainda na boca e o corpo todo sensível. Ele se deitou ao meu lado por um instante, a mão acariciando minha barriga devagar, e completou:
— Isso aqui vai ser nosso segredo, tá Rafa? Isso é só entre a gente. Ninguém pode saber de nada. Nem a Carol.
— Humm… tá… pode deixar!
Porra, pior que eu já tinha contado pra Carol. Isso era o tipo de coisa que eu não tinha como eu não contar, mas eu nem disse isso pra ele.