Acabei de voltar de um feriado prolongado em Búzios com meus dois amores: Carol e Lucas.
Carol é minha prima, irmã do Diego. Eu falo tanto dela por aqui que às vezes esqueço que ainda não contei uma coisa bem importante: nós somos casadas. Já faz um tempinho. Foi logo quando a gente decidiu morar juntas no Rio de Janeiro, por causa da faculdade.
Fizemos uma cerimônia simples e linda, na praia. Trocamos alianças, juramos amor eterno, dançamos descalças na areia e celebramos o que realmente importa pra gente: viver juntas e felizes do jeitinho que a gente quisesse. Não teve cartório, não teve papel assinado, nada oficial. E sabe de uma coisa? Nunca fez a menor diferença. A gente só queria selar nosso amor do jeito mais nosso possível.
Temos um relacionamento aberto. A única regra que existe é lealdade total: transparência em tudo, sem segredos, sem mentiras. Compartilhamos tudo, inclusive os caras, sejam namorados ou ficantes. Adoramos Ménage à trois, mas também curtimos a quatro. Afinal, Se três é bom, quatro é ainda melhor.
Carol só tem ciúmes de outras mulheres. Tipo, o único compromisso nosso é não ter envolvimento ou relação sexual com outra mulher. E, realmente, depois que a gente casou, eu segui fiel nessa parte. Eu falo que sou bissexual, mas é bem difícil eu me sentir atraída por outra garota.
Na época que casamos, eu ainda namorava um carinha e a gente formava um trisal bem delícia. Ele inclusive estava presente na cerimônia. Não, ele não foi padrinho… acho que já seria demais, né?
Mas a nossa relação como trisal era bem de boa. Ele estava tão bem inserido na relação que a gente chegou a fazer planos de viver os três juntos. O problema começou com o ciúme dele. Ele cobrava atenção o tempo todo e nunca conseguiu entender por que eu continuava me prostituindo.
Por mais que eu explicasse que não era só pelo dinheiro, que era algo que fazia parte de quem eu sou, ele nunca aceitou de verdade. Com o tempo, a relação foi se desgastando tanto que chegou um ponto em que achei melhor cada um seguir seu caminho. E olha... se terminar um relacionamento entre duas pessoas é difícil, eu nem te como é terminar um em um trisal.
Diferente de mim, Carol não quer namorado. Ela ama sexo casual, tem seus ficantes, mas não quer nada sério com homem nenhum. Ela jura que o único grande amor da vida dela sou eu. E isso é completamente recíproco. Não consigo mais imaginar a minha vida sem ela.
Carol é uma mulher incrível. A pessoa mais doce, carinhosa e gentil que já conheci. Tem aquele sorriso que ilumina tudo ao redor. Se alma gêmea existe, ela é a minha. Eu sou a loucura, o caos, a explosão… e ela é a razão, a calma, meu porto seguro. A gente se completa de um jeito que nem palavras dão conta.
Eu não acredito em monogamia. Sou adepta do poliamor. Acredito que dá pra amar e desejar várias pessoas ao mesmo tempo sem diminuir o que se sente por ninguém. Sei que pode parecer confuso. A gente acabou sendo criado num sistema onde foi ensinado que cada um deve ter seu par. Eu não critico quem vive assim e nem quero incentivar que você viva do meu jeito, até porque não é fácil. Só quero mostrar que existem outras formas de amar.
Atualmente, meu namorado é o Lucas. Ele é meu terceiro namorado. Na real, antes de conhecê-lo eu já havia descartado ter um relacionamento sério com homens… até ele aparecer. O Lucas me conquistou de um jeito tão especial. Ele tem 19 anos, é da Geração Z. Eu vivo zoando chamando de “meu Enzo”, mas a verdade é que ele é um cara tão desconstruído, mente aberta e tão maduro pra idade dele. Lógico que de vez em quando solta umas piadas bem quinta série, mas não tem como não achar graça. Ele adora brincar que “vai na casa das primas” quando vem me ver… e literalmente é isso, ele pega as primas.
Ele é totalmente o oposto do meu primo Diego. Não é romântico meloso, mas é gentil, cavalheiro, foi muito bem educado e sabe como tratar uma mulher. Mesmo sabendo que sou uma puta profissional, tipo garota de programa, ele sempre me tratou com carinho e respeito. Ele é tão fofo que até abre a porta do carro pra mim. Tem um jeito de me olhar que derrete. Percebo tanto carinho no olhar dele. O jeito que ele me beija também é especial. Aliás, nosso beijo encaixa de um jeito tão perfeito. Fora o jeito que ele me chupa… nossa, ele diz que adora me chupar e faz isso com uma maestria que me deixa louca. Eu poderia ficar aqui falando mil coisas dele.
O que eu queria contar mesmo é que o Lucas se encaixou de um jeito tão natural na nossa dinâmica com a Carol que parece que sempre fez parte. Ele diz que sempre sonhou em ter duas gatas loiras na cama e agora vive isso de verdade. A gente sai os três juntos, vamos ao cinema ou barzinho, e é sempre muito divertido. Gostamos de verdade da companhia um do outro. Temos uma relação tão tranquila, com muito tesão, respeito e carinho.
E foi exatamente isso que rolou em Búzios esses dias. Passamos o dia na praia, os três juntos. E à noite… bom, à noite a gente só queria saber de transar. Detalhe é que ele é viciado em sexo, às vezes até mais que eu. Tá sempre com tesão, sempre de pau duro. Sempre querendo comer eu e a Carol. Aliás, ele adora quando coloca nós duas de quatro na cama, uma do lado da outra. Ele diz que é a visão mais linda que já viu.
Nossa, como eu amo assistir a Carol dando pro Lucas. OMG, eu piro de verdade. Ver meu namorado fodendo a Carol, ver ela gemendo enquanto ele mete nela gostoso… me excita de um jeito que eu não consigo nem explicar. O gemido dos dois, o cheiro que fica no ar… Essa parte eu conto com mais detalhes na próxima história.
Se quiserem perguntar mais sobre a nossa dinâmica, sobre como é ser casada com a Carol e namorar o Lucas ao mesmo tempo, sobre ciúme, sobre regras, sobre qualquer coisa… Manda e-mail! Eu adoro responder todo mundo com carinho… e com safadeza quando sabem chegar. Pode mandar sem medo, eu leio e respondo com muito prazer.
Beijos molhados!