Quinta feira, 12 de junho de 2025
20h45
Eu não esperava nada demais pro Dia dos Namorados, mas o Lucas se mostra incrível às vezes. Quando ele me disse que tinha conseguido reserva num japonês no Leblon que eu amo, eu quase não acreditei. Estávamos no restaurante lotado de casais, clima romântico no ar, luz baixa, garçom correndo pra todo lado. E ali no meio de tudo, eu me sentia boba de felicidade com o gesto dele.
Ele sabe ser romântico quando quer, só que tem um detalhe: Lucas não gosta de esperar.
Estávamos sentados um do lado do outro, comendo sashimi, e eu já sentia a perna dele roçando a minha por baixo da mesa. A mão dele subia devagar pela minha coxa, por baixo do vestido leve que eu tinha escolhido pra ocasião. Dedos quentes, pressão certa, subindo cada vez mais.
Eu olhava pros lados, mordendo o riso nervoso, tentando manter a cara de boa moça enquanto enfiava outro pedaço de salmão na boca. Meu coração já batia mais rápido. A buceta, traidora, começou a latejar devagar, molhando a calcinha fina.
— Lucas… — sussurrei, apertando as coxas uma contra a outra.
Ele só sorriu daquele jeito safado, sem tirar a mão. Os dedos dele continuaram subindo, roçando a pele macia da parte interna da minha coxa, chegando perigosamente perto da renda da calcinha. Eu sentia o calor subindo pelo pescoço, os bicos dos peitos endurecendo contra o tecido do vestido. Tentei disfarçar bebendo um gole de vinho branco, mas ele percebeu. Não tinha muito como esconder.
Quando saímos do restaurante, eu já estava molhada pra caralho. Andava apertando as pernas no caminho pro carro, sentindo o tecido da calcinha grudado na buceta inchada. O tesão que ele plantou durante o jantar inteiro latejava entre minhas pernas, me deixando zonza.
Mal entramos em casa e ele já veio com tudo.
Assim que fechei a porta, Lucas me pegou pela cintura com força, me prensou contra a parede do corredor e colou a boca na minha num beijo faminto me empurrando para o quarto. Língua quente, urgente, como se ele tivesse passado o jantar inteiro se segurando pra não me comer ali mesmo na mesa do restaurante. As mãos dele desceram pra minha bunda, apertando forte por baixo do vestido, me puxando contra o volume duro que já marcava a calça.
Ele se afastou só um pouco, me olhou de cima a baixo com aqueles olhos escuros cheios de desejo e sorriu, voz rouca e baixa:
— Princesa… hoje eu vou te foder até você não aguentar mais.
Senti um arrepio forte subir pela espinha. Meu Deus, quando ele falava assim eu derretia inteira.
Não deu nem tempo de responder. Lucas me pegou no colo como se eu não pesasse nada, me jogou na cama e caiu por cima de mim. A boca dele devorou a minha num beijo molhado e faminto, língua quente invadindo tudo enquanto as mãos apertavam meus peitos por cima do vestido, amassando com vontade. Eu gemia baixinho contra a boca dele, já roçando minha buceta molhada na coxa dele, desesperada por um atrito.
Ele desceu a boca pro meu pescoço, mordeu de leve, lambeu o caminho até os peitos. Quando chegou nos mamilos, chupou com fome, língua rodando, sugando até ficarem duros, doloridos, latejando de tesão. Eu arqueava as costas, empinando o peito pra ele, gemendo mais alto.
Lucas arrancou o vestido de uma vez, jogando ele longe. Fiquei completamente nua, pernas abertas pra ele. Ele se ajoelhou entre minhas coxas, olhou pra minha buceta inchada e brilhando de tesão e lambeu os lábios devagar, uma a um.
— Caralho, Rafa… você tá encharcada pra caralho.
Ele mergulhou a cara em mim sem aviso. A língua quente e macia deslizou direto no meu clitóris, lambendo devagar no começo, depois com mais pressão, circulando, chupando. Dois dedos grossos entraram fundo em mim, curvados pra cima, batendo exatamente no ponto que me fazia ver estrelas.
Eu segurei a cabeça dele com as duas mãos e empurrei contra minha buceta, rebolando desesperada no rosto dele. Ele chupava como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo, gemendo contra minha carne molhada, os dedos entrando e saindo cada vez mais rápido. O som molhado enchia o quarto inteiro.
Não demorou nem dois minutos. Gozei forte na boca dele, tremendo inteira, pernas apertando a cabeça dele enquanto gritava o nome dele. A buceta pulsava, espirrando meu melzinho na língua dele. Lucas não parou, continuou lambendo devagar até o tremor diminuir.
— Vem, Lucas… mete em mim. Me fode, caralho!
Ele tirou a roupa em segundos. O pau dele estava duro pra porra, latejando, a cabeça grossa brilhando de molhada. Eu abri mais as pernas, segurei os joelhos pra cima, oferecendo minha buceta aberta pra ele. Lucas posicionou a cabeça na entrada e empurrou devagar no começo, só pra me torturar, roçando, abrindo meus lábios inchados.
Depois veio tudo de uma vez.
— Aaaahh porra! — gritei, sentindo ele me abrir inteira.
A rola grossa dele entrou fundo, me enchendo completamente, ocupando cada espaço dentro de mim. Senti minha buceta se esticando ao redor dele, quente, latejando, as paredes internas apertando forte enquanto ele ia até o talo. Era aquela sensação deliciosa de estar totalmente tomada, preenchida, o pau dele pulsando contra meu útero e meu corpo inteiro se arrepiou.
Ele começou a socar com ritmo forte e gostoso, daqueles que fazem o corpo todo tremer. Cada estocada batia fundo, acertava meu ponto G, fazia meu útero latejar de prazer. O barulho molhado da minha buceta engolindo ele inteiro enchia o quarto, era um som pornogrático. Lucas segurava meus quadris com força, me puxando contra ele a cada metida, fodendo como se quisesse me rasgar.
— Isso, amor… toma, caralho! — ele rosnava, suor escorrendo no peito. — Quem ama mete, né? Não é isso que você falou, piranha? Então aguenta.
Eu tava delirando. Pedindo mais, pedia mais forte, a voz saindo rouca e desesperada. Ele virou meu corpo, me colocou de quatro e voltou a meter ainda mais fundo. A mão dele dava tapas firmes na minha bunda puxando meu cabelo, enquanto o pau entrava e saía rápido, grosso, me enchendo toda. Eu empinava mais, rebolava contra ele, queria sentir cada centímetro batendo lá no fundo.
— Mais fundo, Lucas… me fode como sua putinha…
Ele acelerou. O som das nossas peles batendo era obsceno e lindo ao mesmo tempo. Gozei de novo, apertando ele lá dentro com força, esguichando um pouco no lençol enquanto tremia inteira. Ele não parou. Continuou metendo no meio do meu orgasmo, prolongando o prazer, me deixando completamente louca.
Quando ele estava quase gozando, me virou de frente novamente, olhou nos meus olhos e meteu mais devagar, mas bem fundo, esfregando cada centímetro. Aquele olhar cheio de amor misturado com tesão bruto me derreteu inteira.
— Eu te amo, Rafa… caralho, como eu te amo — ele gemeu, a voz rouca.
— Então goza dentro de mim, meu amor. Me enche.
Ele gozou forte, gemendo meu nome entre dentes, o pau pulsando dentro da minha buceta enquanto jatos quentes e grossos me enchiam. Senti tudo escorrendo quando ele tirou devagar, misturado com meu mel, pingando pelas minhas coxas e molhando o lençol.
Feliz Dia dos Namorados, Lucas.
Quem ama mete… e você mete com amor, com força, com tesão e com a alma inteira. E eu amo ser sua putinha favorita.
Beijos molhados da sua
Princesinha Devassa
👑💖